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Fátima: Basílica de Nossa Senhora do Rosário de Fátima reabre a 2 de fevereiro

Agência Ecclesia
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Reitor do Santuário comenta «ganho substancial» dos fiéis depois de limpeza e restauro

Fátima, Santarém, 12 jan 2016 (Ecclesia) – O reitor do Santuário de Fátima destaca o “ganho substancial” dos fiéis “no acesso e na permanência” junto aos túmulos dos pastorinhos após as obras na Basílica de Nossa Senhora do Rosário de Fátima, que vai reabrir a 02 de fevereiro.

“Até agora os fiéis para se aproximarem dos túmulos dos videntes faziam-no um pouco contra o próprio espaço; a partir de agora as próprias capelas tumulares vão conduzir os fiéis a estes espaços, proporcionando-lhes melhores momentos de oração”, disse o padre Carlos Cabecinhas.

Em declarações à Sala de Imprensa do santuário mariano, o reitor explicou que a intervenção na Basílica de Nossa Senhora do Rosário de Fátima permitiu a criação de um itinerário devocional que representa “um ganho substancial” quer no acesso quer na permanência junto aos túmulo dos Beatos Francisco e Jacinta Marto.

Os percursos devocionais e a intervenção no presbitério são as principais obras neste monumento de referência do Santuário de Fátima que encerrou há cerca de um ano e meio para obras de limpeza e restauro.

Neste contexto, a basílica vai reabrir ao culto no dia da festa da Apresentação do Senhor no Templo, a 2 de fevereiro.

“É uma data liturgicamente importante e à qual quisemos associar outro momento celebrativo que é a reabertura da Basílica”, comentou o reitor.

O bispo da Diocese de Leiria Fátima, D. António Marto, vai presidir à Eucaristia onde vai ser dedicado o altar, “totalmente renovado e concebido pelo escultor Bruno Marques”, informa o Santuário.

Após a reabertura desta basílica ao culto vão ser retomadas três celebrações diárias até à Páscoa - 7h30; 11h00 e 18h30 -, quando a Missa das 11h00 é “transferida para a Basílica da Santíssima Trindade”.

A sagração da Basílica de Nossa Senhora do Rosário de Fátima data de 7 de outubro de 1953, e o projeto foi concebido pelo arquiteto holandês Gerard Van Kriechen e continuado pelo arquiteto João Antunes.

Arquitetónica pertence ao revivalismo neobarroco e foi sendo melhorada por campanhas artísticas nos anos 60, de que se destaca a “introdução de vitrais na nave principal e pinturas no Altar-mor”, de João Sousa Araújo.

A primeira basílica do Santuário mariano da Cova da Iria recebeu este título do Papa Pio XII, no breve “Luce Superna”, de 11 de novembro de 1954.

Com 70,5 metros de comprimento e 37 de largura a basílica foi construído “inteiramente” com “pedra da região e os altares são de mármore” de Estremoz, de Pero Pinheiro e de Fátima, assinala ainda o Santuário de Fátima.

SISF/CB



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