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Incêndios/Pedrógão Grande: «Fase de apoio» sucede a três semanas de emergência

Agência Ecclesia
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Foto Cáritas Diocesana de Coimbra
Foto Cáritas Diocesana de Coimbra

Cáritas Diocesana de Coimbra entregou oito mil produtos no apoio direto a 90 famílias

Coimbra, 17 jul 2017 (Ecclesia) – A Cáritas Diocesana de Coimbra disse que, após três semanas em “fase de emergência”, iniciou a “fase de apoio” destinada ao “acompanhamento das populações afetadas pelos incêndios de Pedrógão Grande”.

De acordo com um comunicado enviado hoje à Agência ECCLESIA, os técnicos da Cáritas Diocesana de Coimbra realizaram “100 visitas às famílias dos concelhos de Pedrogão Grande, Castanheira de Pêra e Figueiró dos Vinhos”.

As visitas dos técnicos da Cáritas foram feitas com  o objetivo de responder “às necessidades básicas e urgentes” e proceder ao “registo pormenorizado das famílias e pessoas afetadas pelos incêndios, bem como das suas perdas”, tanto humanas como de bens e animais.

A campanha “Entrega de bens à população” permitiu o apoio direto a 90 famílias.

No Centro Operacional da Cáritas foram “sinalizadas e encaminhadas para os técnicos 24 famílias”

Durante quatro semanas de permanência no terreno, “a Cáritas de Coimbra, em articulação com outras entidades, com as paróquias e com o apoio de 100 voluntários, chegou a mais de 200 famílias”.

“A realização desta ação, e a resposta imediata, tem sido resultado da generosidade de 200 empresas, instituições, associações e particulares, que se juntaram para apoiar as famílias e confiaram à Cáritas de Coimbra a sua intermediação”, acrescenta o comunicado.

A Cáritas Diocesana de Coimbra informa ainda que “foram angariados 52.000 produtos e entregues 8000, notando-se uma alteração das necessidades e dos pedidos, fruto das necessidades básicas e urgentes estarem a ser colmatadas”.

O comunicado refere também que “os donativos em numerário, contabilizados, são nesta data, 1.267.915,87 euros”.

Como uma das instituições envolvidas no processo de reconstrução de casas, a Cáritas conta ter a “identificação das necessidades” que lhe vão ser confiadas para “aplicar, o mais rápido possível, os donativos entregues e assim responder ao compromisso com as pessoas e com as comunidades”.

PR