Sobre D. António Francisco dos Santos não interessa dizer muito – por muito que haja para dizer. O bispo do Porto, ao mostrar que a via da bondade é possível, é sobretudo um caminho a seguir! (Editorial)

Foi preciso ultrapassar fortes resistências para começar a publicar notícias, no início desta semana de trabalho. A causa era única: todas ou quase todas se referiam a um acontecimento completamente inesperado que abalou este 11 de setembro de 2017: a morte de D. António Francisco dos Santos, bispo do Porto.

Foi impossível ignorar! O que vemos, ouvimos e lemos tem de fazer parte de um quotidiano informativo, neste caso num ambiente de silêncio, de uma pausa absolutamente necessária à limitada compreensão das surpresas de Deus no quotidiano das mulheres e homens de cada tempo! Para depois avançar!

Avançar! Foi sempre essa a atitude do bispo do Porto. Não de forma poderosa, estrondosa. Não: D. António Francisco dos Santos comprovou que a bondade é o caminho de todos neste tempo. Também e sobretudo da Igreja Católica, onde era um "Bom Pastor". Diante de perguntas, perplexidades, problemas, ataques, foi sempre essa a resposta do bispo da Diocese do Porto, conseguindo dessa forma superar obstáculos, vencer espinhos, superar oposições. E sempre, sempre pela via da bondade.

Sobre D. António Francisco dos Santos não interessa dizer muito – por muito que haja para dizer. O bispo do Porto, ao mostrar que a via da bondade é possível, é sobretudo um caminho a seguir, nas sendas do Mestre!

Vamos por aí…

Obrigado D. António Francisco dos Santos!

Paulo Rocha

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