Em diferentes paróquias da diocese de Coimbra já recomeçaram os segundos Cursos Alpha no presente Ano Pastoral. Mais de quatro centenas de pessoas já estão a participar nos cursos que já principiaram, prevendo-se um aumento considerável com o início deste método de evangelização noutras paróquias.

Cantanhede, Ançã, Ansião, Santa Clara de Coimbra, S. Paulo de Frades, Eiras, Lousã, Carapinheira, Febres e na nova paróquia de São João Baptista, em Coimbra, os Cursos Alpha já mobilizam centenas de interessados em participar nas sessões deste “renovado instrumento de evangelização”.

O Curso Alpha “é uma excelente oportunidade para a evangelização dos tempos modernos na Europa”, diz o padre Jorge Santos, coordenador do “Alpha Porutugal”, explicando que “é preciso propor a fé de um modo novo, com dinamismos e métodos diferentes que têm surgido na Igreja e estão pensados para a situação do mundo de hoje”. “Sendo um processo de evangelização, já com presença em mais de cem países – e numa expressão querigmática – isto é, de primeiro anúncio de Jesus Cristo – o curso Alpha lança as bases de adesão à Pessoa de Jesus Cristo numa consciencialização daquilo que é ser, de facto, cristão… em Igreja”, sublinha o sacerdote.

Nascidos em Inglaterra, os Cursos Alpha arrancaram, em Portugal, na diocese de Coimbra, a 25 de Janeiro de 2000, dia da conversão de Paulo, dinamizados pelo P. Jorge Santos, com o apoio da Comunidade Emanuel. Implementado em dezenas de paróquias das dioceses de Vila Real, Viseu, Leiria, Santarém, Lisboa e Setúbal, o Secretariado Nacional pretende dar uma maior visibilidade ao curso Alpha, como instrumento de renovada evangelização e mobilizar outras comunidades cristãs.

Realçando que “apesar do Evangelho ser sempre o mesmo ontem, hoje e sempre, é necessário encontrar-se um método que nos ajude a transmiti-lo”, o sacerdote defende que “o Curso Alpha é isso mesmo: um novo instrumento para mostrar às pessoas o quanto têm sede de Deus”.

E explica: “Muitos dos participantes do curso Alpha estão a descobrir novos e marcantes sinais de Deus nas suas vidas e, numa dinâmica de interpelação e de testemunho, sentem que precisam de crescer tanto na dimensão pessoal como familiar e paroquial da sua fé católica”, acrescentando “estou convicto, por isso, que até se deu uma ‘conversão’ à prática mais habitual da fé e, noutros casos, se dá mesmo uma descoberta de um outro rosto de Igreja”.

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