Presença de D. Alexis Mitsuru Shirahama «materializa atenção» do santuário à Ásia

Fátima, 02 out 2018 (Ecclesia) – O Santuário de Fátima informa que o bispo de Hiroshima vai presidir à Peregrinação Internacional Aniversária à Cova da Iria, dias 12 e 13 de outubro, que evoca a última Aparição de Nossa Senhora aos pastorinhos em 1917.

Na informação enviada hoje à Agência ECCLESIA, o Santuário de Fátima realça que a presença de D. Alexis Mitsuru Shirahama na Cova da Iria “materializa a atenção” que têm dedicado ao continente asiático de onde “se tem registado um aumento anual de peregrinos”.

“Eixo para onde o mundo cristão caminha”, disse o bispo de Leiria-Fátima, cardeal D. António Marto, no início do ano.

Segundo o programa da Peregrinação Internacional Aniversária de outubro, o primeiro momento público do bispo de Hiroshima é na conferência de imprensa, às 16h00, do dia 12, na Sala de Imprensa; Neste momento, o bispo de Leiria-Fátima vai fazer “um balanço” do ano pastoral de 2017-2018.

A peregrinação evoca a última Aparição de Nossa Senhora aos pastorinhos na Cova da Iria, em 1917, e a saudação inicial é às 18h30, na Capelinha das Aparições; A recitação do Rosário, começa às 21h30, seguida da Procissão das Velas e Missa da Vigília.

No dia seguinte, 13 de outubro, a oração do Terço é às 09h00, seguida da Missa Internacional, que termina com a procissão do adeus, no Recinto de Oração e o santuário destaca que as principais celebrações vão ter interpretação em língua gestual portuguesa.

D. Alexis Shirahama, bispo de Hiroshima (desde junho de 2016), que vai presidir à peregrinação internacional de outubro, tem como lema para o ministério episcopal “Omnia propter Evangelium” – Tudo pelo Evangelho (tradução livre), foi ordenado sacerdote em março de 1990 e nasceu a 20 de maio de 1962, na ilha de Nakadori.

O ano pastoral que está a terminar tem como tema ‘Tempo de graça e misericórdia: dar graças pelo dom de Fátima’ e faz parte do ciclo pós-centenário das aparições de Nossa Senhora (1917-2017) que ao longo destes três primeiros anos propõe um itinerário que pretende “prolongar, aprofundar e consolidar” os dinamismos criados no período do centenário.

CB

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