Cova da Iria acolheu peregrinação internacional de 12 e 13 de agosto que teve em destaque todos os migrantes e refugiados

Foto: Santuário de Fátima

Fátima, 13 mai 2018 (Ecclesia) – O cardeal D. António Marto salientou hoje, no final da peregrinação de 12 e 13 de agosto a Fátima, a importância do testemunho do santuário mariano, enquanto lugar para “viver a graça do encontro”, no meio de um “mundo dividido e separado”.

Na mensagem que deixou aos peregrinos, o bispo de Leiria-Fátima frisou que Fátima representa “a beleza do encontro, da diversidade de povos, famílias, culturas, raças e línguas na unidade da mesma fé e do mesmo amor”.

E desafiou todos os cristãos a continuarem a “viver e a levar para o meio do mundo” esta mesma proposta, “onde quer que estejam, onde quer que trabalhem”.

A peregrinação internacional de 12 e 13 de agosto ao Santuário de Fátima, que assinala a quarta aparição de Nossa Senhora na Cova da Iria, foi este ano presidida por D. Arlindo Furtado, bispo de Santiago, em Cabo Verde.

Um evento que teve em destaque a Peregrinação do Migrante e do Refugiado, inserida na 46.ª Semana Nacional das Migrações, este ano com o tema ‘Cada forasteiro é ocasião de encontro, Migrantes e Refugiados no caminho para Cristo’.

Depois de agradecer “a presença e a mensagem” do bispo cabo verdiano, que “ajudou a aprofundar, a interiorizar e a concretizar” as interpelações deixadas aos peregrinos, D. António Marto enviou “um grande abraço ao querido povo cabo-verdiano”.

“Um abraço tão grande como de Fátima a Cabo Verde”, sustentou.

A peregrinação internacional de 12 e 13 de agosto juntou milhares de pessoas na Cova da Iria, de vários países e continentes, e foi marcada por um forte apelo à resolução da crise migratória que tem marcado diversas regiões do mundo.

JCP

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