D. António Marto apresentou-se aos peregrinos da Cova da Iria como cardeal pela primeira vez

Foto: Agência ECCLESIA/PR

Fátima, 12 jul 2018 (Ecclesia) – A peregrinação internacional de julho no Santuário de Fátima começou hoje com uma evocação dos cristãos perseguidos no Médio Oriente, pelo novo cardeal português, D. António Marto.

“Queremos implorar o dom da paz para o martirizado Médio Oriente, mormente na Síria, e para os nossos irmãos e irmãs cristãos, perseguidos e martirizados”, disse o bispo de Leiria-Fátima, na primeira vez que se apresentou como cardeal aos peregrinos na Cova da Iria, após o consistório do último dia 28 de junho.

Na saudação de abertura, na Capelinha das Aparições, o responsável saudou D. António Augusto Azevedo, bispo auxiliar do Porto que preside à peregrinação do 13 de julho, e os peregrinos “do país e do mundo” reunidos em Fátima para “uma experiência de graça e de misericórdia”.

O cardeal português defendeu que a peregrinação a Fátima é “um momento privilegiado para fazer a experiência da ternura e misericórdia da Mãe da Igreja”.

“Peregrinar é muito mais do que fazer turismo ou desporto”, advertiu, precisando que esta é uma “viagem que se empreende pondo-se a caminho, não só a pé, pelas estradas do mundo, mas sobretudo fazendo um caminho interior”.

“A peregrinação é uma viagem santa, uma experiência espiritual de oração, de silêncio interior, de busca de luz e de verdade, de pureza de coração, de reconciliação, de conversão e de paz connosco, com Deus e com os outros”.

Foto: Agência ECCLESIA/PR

D. António Augusto Azevedo, por sua vez, dirigiu-se aos presentes para sublinha que “uma peregrinação a Fátima é sempre um momento especial de encontro com Jesus Cristo”.

O presidente da peregrinação convidou todos a dar graças “pelo dom que Fátima constitui para o mundo”, como “grande sinal do Céu, grande sinal de Deus”.

O Santuário de Fátima informa que se registaram 41 grupos organizados de peregrinos, de 16 países estrangeiros.

OC

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