Lisboa, 14 jun 2018 (Ecclesia) – O secretariado português da Ajuda à Igreja que Sofre (AIS) denunciou hoje o assassinato de um sacerdote católico nas Filipinas, o terceiro caso em seis meses.

O padre Richmond Villaflor Nilo, de 40 anos, pertencia à Diocese de Cabanatuan e foi assassinado no último domingo, ao lado do altar, pouco antes de iniciar a celebração da Missa, na igreja de Mayamot.

A Conferência Episcopal das Filipinas condenou de imediato o assassinato, afirmando em comunicado que “nenhum padre, e nenhum ser humano, merece ser morto com tamanha brutalidade, desrespeito e impunidade”.

No documento, os prelados afirmam que todos os sacerdotes, “mesmo imperfeitos”, devem ser respeitados como “embaixadores de Cristo”, acrescentando, que “matar um padre” é “anticristão e desumano” e revela desrespeito também pelas Filipinas.

Os responsáveis pela Diocese de Cabanatuan mostraram-se disponíveis desde a primeira hora para cooperarem com as autoridades para a captura dos responsáveis pelo assassinato do padre Richmond, exigindo “uma investigação minuciosa e imparcial” do caso e a sua pronta resolução.

Nos últimos seis meses foram assassinados outros dois sacerdotes nas Filipinas: o padre Mark Ventura, a 29 de abril, em Gattaran (Cagayan); e o padre Marcelito Paez, a 4 de dezembro de 2017, em Jaen (Nueva Ecija).

OC

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