Cidade de Vaticano, 12 jan 2018 (Ecclesia) – A diretora dos Museus do Vaticano adiantou que foi criada uma comissão de estudo para melhorar o acesso aos espaços e ao seu percurso de sete quilómetros, visando permitir a visita a setores e coleções menos frequentadas e conhecidas.

“É inconcebível que um visitante não possa ter acesso, por motivos de espaço ou falta de organização”, declarou Barbara Jatta ao portal de informação do Vaticano.

A maior novidade vai ser a criação de uma nova entrada nos Museus do Vaticano “não muito distante da atual” que, segundo a diretora, vai permitir o “acesso direto” a áreas como o Museu Gregoriano profano ou o ‘Giardino Quadrato’ (jardim).

No projeto de ampliação está incluída uma sala de conferências, outra para exposições temáticas de médias dimensões, a contratação de mais funcionários – para que espaços menos visitados possam ser abertos ao público – e a realização de cursos de formação para guias.

A diretora dos Museus do Vaticano observa que as várias mudanças e novidades em 2018 procuram atender a todas as “exigências” de um público cada vez maior.

Barbara Jatta realçou que os Museus do Vaticano são “testemunhas de fé e devoção cristã”.

CB/OC

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