Viagem começou em Nomadélfia, onde o Papa propôs os ideais do Evangelho como resposta a um mundo «hostil»

Lisboa, 10 mai 2018 (Ecclesia) – O Papa Francisco visita hoje a cidadela internacional dos Focolares em Loppiano, Itália, onde vivem cerca de 850 pessoas, após ter passado pela comunidade católica de Nomadélfia

O local acolhe famílias, jovens, sacerdotes e religiosos de 65 países dos cinco continentes, que seguem o modelo de convivência do Movimento dos Focolares, baseado nos valores evangélicos de solidariedade e fraternidade.

Loppiano surgiu em 1964 nas colinas da região italiana da Toscana, perto de Florença; foi a primeira das 24 cidadelas criadas em todo o mundo.

O Movimento dos Focolares teve início em Trento, na Itália, em 1943, pela mão de Chiara Lubich.

O programa do Papa inclui um momento de oração no santuário mariano local, seguido de uma conversa com membros da comunidade.

Antes, Francisco deslocou-se à Comunidade do padre Zeno Saltini, em Nomadélfia, cerca de 180 quilómetros a norte de Roma, onde o esperavam mais de 4 mil pessoas.

O pontífice começou por rezar junto ao túmulo do padre Zeno, fundador da comunidade, conhecida pela vida de fraternidade e acolhimento às crianças e idosos.

No seu discurso às milhares de pessoas presentes, Francisco sublinhou que é necessário enfrentar com amor as dúvidas e rejeições de quem não aceita a mensagem cristã.

“Perante um mundo que, por vezes, é hostil aos ideais pregados por Cristo, não hesitem em responder com o testemunho alegre e sereno da própria vida, inspirada pelo Evangelho”, declarou.

“Continuem por este caminho, incarnando o modelo do amor fraterno, também mediante obras e sinais visíveis, nos vários contextos onde a caridade evangélica os chama, mas sempre conservando o espírito do padre Zeno, que queria uma Nomadélfia leve e essencial nas estruturas”.

João Paulo II visitou Nomadélfia a 21 de maio de 1989.

OC

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