Loppiano, Itália, 10 mai 2018 (Ecclesia) – O Papa Francisco sublinhou hoje a importância de celebrar a de Maria, “Mãe da Igreja”, uma data litúrgica que a Igreja Católica vai assinalar pela primeira vez a 21 de maio.

“A 21 de novembro de 1964, na conclusão da terceira sessão do Concílio, o Beato Paulo VI proclamou Maria como Mãe da Igreja. Eu mesmo quis instituir este ano a memória litúrgica, que será celebrada pela primeira vez no próximo dia 21 de maio, a segunda-feira após o Pentecostes”, disse, no final de uma visita à cidadela de Loppiano, do Movimento dos Focolares, na Itália.

O Papa falava diante do Santuário de “Maria Theotokos’, convidando a venerar a “Mãe da Unidade” para “conhecer Jesus”.

“Não se esqueçam de que Maria era leiga. A primeira discípula de Jesus, a sua Mãe, era leiga. Aqui há uma grande inspiração”, defendeu.

Francisco convidou os presentes a fazer um “bonito exercício” de ver como reagia Maria nos momentos mais “conflituosos” da vida de Jesus, relatados pelos Evangelhos.

“Ela é a mulher da fidelidade, a mulher da criatividade, a mulher da coragem, da parrésia, a mulher da paciência, a mulher que suporta tudo”, relaçou.

A Memória da “Bem-aventurada Virgem, Mãe da Igreja” foi inscrita pelo atual Papa no Calendário Romano Geral, para favorecer “o crescimento do sentido materno da Igreja nos pastores, nos religiosos e nos fiéis, como, também, da genuína piedade mariana”.

OC

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