Movimento destaca três “celebrações especiais” do programa que começa esta sexta-feira

Lisboa, 07 jun 2018 (Ecclesia) – O Movimento dos Convívios Fraternos, no Patriarcado de Lisboa, vai receber a sua Cruz Jubilar que está a assinalar o cinquentenário do movimento nacional, a partir desta sexta-feira até 17 de junho.

Na informação enviada à Agência ECCLESIA, a organização pela iniciativa na Diocese de Lisboa destaca três “celebrações especiais”, entre 8 e 17 de junho.

Esta sexta-feira, destaca-se um momento de adoração da Cruz, às 21h00, na Capela do Centro Comercial das Amoreiras.

Este domingo, dia 10, dinamizam a oração do Terço, que conta com a presença do bispo-auxiliar de Lisboa, D. Nuno Brás, também a partir das 21h00, mas na Capela de Nossa Senhora das Dores, em Entrecampos.

Já no último dia, a 17 de junho, é a Paróquia de São Jorge de Arroios que recebe os Convívios Fraternos, a partir das 20h00, num encontro que começa com o testemunho de João Delicado, depois há renovação de compromissos dos convivas (21h30) e Eucaristia, a partir das 22h00.

O movimento juvenil católico está a comemorar 50 anos da sua fundação e a Cruz Peregrina está a percorrer todas as dioceses de Portugal onde se encontra implementado.

Os Convívios Fraternos nasceram a 17 de maio de 1968 em Castelo Branco, da visão pastoral do padre Valente de Matos com o propósito de responder às necessidades e anseios espirituais dos jovens, a encontrarem-se com Cristo e assumir a sua responsabilidade e vocação na Igreja.

A proposta do movimento destina-se a jovens com 17 anos ou mais que vivem três dias de retiro que os convida a uma reflexão séria.

Em 2016, na peregrinação nacional do movimento, o padre Valente de Matos recordou que as primeiras experiências de um Convívio Fraterno foram feitas “em maio e outubro de 1968, em Castelo Branco para militares, tendo o movimento retomado a sua atividade aberta a todos os jovens em 1971, em Lamego”.

“Após a interrupção de dois anos, o 3º Convívio Animação realizou-se em 1975 em Braga. Os primeiros 7 encontros nacionais foram feitos alternadamente nas dioceses onde se implantaram os convívios”, desenvolveu à ‘Voz da Fátima’.

A Conferência Episcopal Portuguesa aprovou os estatutos dos Convívios Fraternos a 1 de março de 2010.

CB

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