D. Manuel Clemente presidiu à Missa em honra de Santo António e à procissão pelas ruas de Alfama

Lisboa, 14 jun 2018 (Ecclesia) – O cardeal-patriarca de Lisboa presidiu à Missa e à procissão em honra de Santo António, esta quarta-feira, e afirmou, na alocução final, junto à Sé, que Portugal tem de ser uma “Pátria de acolhimento e de integração”.

D. Manuel Clemente lembrou que Santo António “também foi náufrago”, quando saiu do Norte de África para Portugal e o mar levou-o até Itália, onde “foi acolhido”.

“Isto é um sinal do que havemos de ser como Pátria de acolhimento e integração de tantos povos que aqui chegam e daqueles que, com Santo António formam a cidade de Lisboa”, afirmou.

Para o cardeal-patriarca, Lisboa tem de ser uma cidade tem de ser “de acolhimento, de fraternidade e de paz”.

D. Manuel Clemente sublinhou que Santo António é “um símbolo” da nacionalidade portuguesa e um “estímulo” do que Portugal deve ser no mundo.

A celebração em honra de Santo António decorreu na igreja edificada no local onde nasceu, na colina da Sé de Lisboa, com missas a todas as horas desde as 7h00 até às 12h00, quando foi celebrada a Missa Solene, presidida por D. Manuel Clemente.

A procissão em honra de Santo António teve início às 17h00 e percorreu as ruas do Bairro de Alfama, em Lisboa; a medida que passava pelas igrejas das diferentes paróquias dessa região, incorporavam-se os andores dos respetivos patronos.

Participaram na festa em honra de Santo António milhares de pessoas que, entre outras manifestações de populares, levaram para suas casas o “Pão de Santo António”, distribuído a cerca de 80 mil pessoas.

PR

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