Vatican Media

Cidade do Vaticano, 07 jan 2019 (Ecclesia) – O Papa sublinhou hoje que o cristianismo vive de ações “concretas” e não de “palavras bonitas”, durante a Missa que celebrou na Casa de Santa Marta, onde reside desde o início do seu pontificado.

Na homilia da celebração, publicada pelo portal ‘Vatican News’, Francisco referiu que tal como Cristo se tornou presente no mundo, “nascido de uma mulher concreta”, protagonista de “uma vida” e de “uma morte concreta”, mensageiro de uma mensagem de amor “concreta”, o cristianismo deve ter na intervenção palpável no mundo o seu principal “critério”.

“Quando a disciplina da Igreja está nesta tal concretude ela ajuda a crescer, apontou o Papa argentino, que deu aqui como exemplo os santos.

Homens e mulheres que se têm destacado ao longo da História como “os campeões da concretude”, e que dão força às pessoas para “caminhar”, “discernir” aquilo que Deus quer e afastar as “fantasias” dos “falsos profetas”.

“Há tantas pessoas, sacerdotes, religiosas, leigos, que têm essa capacidade de nos ajudar a ver o que está a acontecer no nosso íntimo, para não errar. Jesus teve que fazer isso no início da sua vida”, disse Francisco, em alusão à passagem bíblica das tentações no deserto.

“Cristo rejeitou o diabo com a Palavra de Deus. Se com Jesus aconteceu aquilo, também connosco deve passar-se o mesmo. Não tenhamos medo”, completou o Papa.

JCP

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