Programa Ecclesia do dia 11 de janeiro de 2012

Bento XVI: encontro com o corpo diplomático; Nomeação de D. Manuel Monteiro de Castro para Cardeal; Apresentação da Fundação Santa Rafaela Maria; Curso nacional da animadores da Acção Católica Rural.

Assembleia Nacional de Delegados da Acção Católica Rural

A Acção Católica Rural (ACR) realiza a 10 e 11 de Julho, no Porto, a 6.ª Assembleia Nacional de Delegados.

O encontro, que ocorre na Casa Diocesana de Vilar (antigo Seminário), conta com a presença de cerca de 150 delegados, representando os Grupos de Base das 14 dioceses onde o Movimento está implantado e as Equipas Diocesanas e Nacional.

A assembleia vai fazer o balanço do triénio 2007-2010, definir as linhas de força e estratégias para 2010-2013 e eleger a nova Equipa Executiva Nacional que vai coordenar o Movimento nesse período.

A ACR vai reflectir sobre o seu papel na Igreja e na sociedade actual, procurando perceber os traços definidores das realidades sociais.

O programa inclui a análise das características dos membros do Movimento e dos meios onde se inserem, com base em inquéritos realizados aos grupos e equipas, pelo que o encontro vai ser uma ocasião para os delegados conhecerem melhor a transformação que atinge a sociedade portuguesa.

As mudanças operadas na realidade em que a ACR se insere vão implicar a revisão da sua identidade, desafio que marcará a assembleia.

Além da leitura dos resultados dos inquéritos, que conta com a contribuição de duas sociólogas, está prevista uma intervenção de João César das Neves, intitulada «Leitura Prospectiva das Realidades Sociais e dos Desafios que se colocam à Igreja e ao Movimento», durante a qual vão ser apontadas novas linhas de rumo para a actuação da Igreja e da Acção Católica face ao actual quadro social.

A iniciativa constitui também uma ocasião de encontro e partilha entre todos os participantes, com as suas tradições e culturas.

Raquel Bernardino (ACR) / Agência Ecclesia

 

Acção Católica Rural ajuda a Madeira

A Acção Católica Rural (ACR) promove uma campanha de solidariedade para com a ACR da Madeira. Depois de uma análise exaustiva à situação vivida na Madeira, e tendo em conta a especificidade do Movimento – o trabalho no meio – decidiu a Equipa Nacional desafiar as suas Equipas Diocesanas e de Base, “numa acção concreta de apoio a uma das zonas mais afectadas, onde alguns dos nossos militantes moram – Serra d’ Água, Concelho da Ribeira Brava” – sublinha um comunicado da ACR enviado à Agência ECCLESIA.

A campanha irá conter diversas fases e tipos de apoio (financeiro e humano).
1. Divulgação da campanha nos diversos meios de comunicação social (nacionais, diocesanos e paroquiais), informando a conta bancária de apoio à ACR Madeira (Banco BPI – NIB 0010.0000.34951870002.90);
2. Envio de mensagens solidárias: acrmadeira@gmail.com; Presidente da ACR da Serra de Água: Jacinta da Silva, Sítio da Laje, 9350-309 Serra de Água, Telemóvel nº 964 287 186;
3. Realização de intercâmbios, proporcionando a presença de jovens madeirenses em Campos de Férias no Continente;
4. Outras sugestões (entre muitas outras a realizar em cada Diocese, pelas paróquias espalhadas por todo o país): Ofertório especial de uma Eucaristia, Rifas, Festas locais, Teatros ou Concertos a reverter a favor da Madeira.
No XI Encontro Nacional, a realizar na Diocese de Lamego, em 25 de Abril corrente, serão lançadas diversas iniciativas também:
* DVD, com imagens referentes ao X Encontro Nacional, realizado no ano transacto, na Madeira. A receita resultante da venda será enviada para os militantes de Serra d’ Agua (zona mais afectada, onde a ACR tem uma equipa de militantes e simpatizantes);
* Haverá barraquinhas, com venda de produtos regionais, das diversas Dioceses;
* Será feita uma adaptação de um tema musical, com a colaboração de todas as Dioceses, para ser cantada neste grande Encontro, em uníssono, pela Madeira e com a Madeira.

A Acção Católica Rural (ACR) nos 75 anos da Acção Católica Portuguesa

A ACR participou intensa e entusiasticamente nas comemorações realizadas no Porto, nos passados dias 7 e 8.

Tendo assumido a iniciativa desde o início, o Movimento mobilizou-se, como um todo, para a participação comemorativa. Assim, na jornada de estudo, realizada no Sábado, dia 7, estiveram presentes 40 delegados das 14 dioceses onde o Movimento está implantado, incluindo a do Funchal.

Na Assembleia de Domingo foram mais de 250 os militantes e dirigentes que marcaram vincada presença nas celebrações  sendo de relevar, ainda, o trabalho que os 20 animadores  realizaram  com as 80 crianças e adolescentes.

Coube, também, ao numeroso grupo de jovens da ACR, a animação dos trabalhos e da Eucaristia de encerramento.

Mereceu particular destaque, pelo seu conteúdo, a comunicação da Presidente Nacional, Ângela Almeida, na abertura dos trabalhos de Domingo, do seguinte teor:

“A decisão da ACR, de propor aos outros Movimentos, a comemoração dos 75 anos da instituição da Acção Católica em Portugal foi tomada no plenário do nosso Conselho Nacional, realizado em Julho de 2008, tendo sido suscitada por numerosos apelos de dirigentes,  antigos e actuais e de Padres e Bispos com quem dialogámos.

No Seminário realizado pelo nosso Movimento em Novembro do ano passado, foi este tema amplamente debatido, no seguimento da intervenção aí efectuada pelo Senhor Bispo de Viseu, D. Ilídio Leandro.

Depois seguiram-se as diversas reuniões no âmbito do fórum dos Movimentos, ao longo dos meses passados, culminando com estas Jornadas comemorativas.

Gostaríamos que se tivesse ido mais longe, sobretudo na preparação destas Jornadas, dando voz e vez àqueles que são a verdadeira essência do trabalho realizado pela Acção Católica – os militantes de base, que no quotidiano, são a presença viva e actuante de Cristo e da Igreja no Mundo, ao serviço dos homens seus irmãos, sobretudo dos mais desfavorecidos, que sofrem as incidências de uma sociedade progressivamente mais desumanizada.

Sabemos que o Mundo mudou, e continua a mudar, cada vez mais depressa, e que as pessoas que nele vivem, protagonistas e sujeitos activos e passivos das transformações, também evoluem com as condições sociais, económicas, culturais e religiosas que as envolvem. Mas, quando se afirma que a Acção Católica está esgotada e ultrapassada, tem-se presente, apenas e só, o modelo de organização que a caracterizou, qual fato de vestir confeccionado no século passado e que já não se ajusta ao modelo.

Todavia, o essencial da Acção Católica permanece actual, exactamente por ser o cerne da Evangelização dos Meios, Ambientes e Pessoas, sem nunca se desadequar, porque tem a ver com princípios e valores fundamentais: formação sólida dos militantes (evangélica, cultural e cívica), leitura dos acontecimentos da vida e reflexão à luz dos critérios evangélicos, acção esclarecida e solidária nos acontecimentos e na história, iluminada pela Fé e pela força da Caridade.

A acção evangelizadora e transformadora dos militantes e dos grupos, enformada pela pedagogia dinamizadora da Revisão de Vida, visa exactamente a mudança qualitativa das pessoas, das estruturas e dos meios.  

Como se poderá dizer desta forma de ser Igreja que ela caiu em desuso e morreu com o tempo?

A não ser que se ache que este trabalho é demasiado exigente e incómodo, porque desinstala e questiona uma Igreja que se acomoda aos novos padrões de vida, que uma sociedade, sem ética e sem valores, pretende impor.

É necessário, isso sim, como em toda a Igreja, reformular a organização e as formas de actuação, que são a roupagem acessória dos Movimentos.

Contudo, diremos com o Papa Paulo VI, que a Acção Católica não foi ultrapassada, não é substituível, não está esgotada”.

Estas jornadas têm de demonstrá-lo!”

A ACR desafia as Dioceses onde está implantada a promover, também elas, jornadas comemorativas dos 75 anos da Acção Católica, com o propósito de  celebrar o passado e o presente, mas sobretudo de relançar o futuro.

Equipa Nacional

Acção Católica Rural define objectivos para 2009/10

Minimizar os efeitos da crise e aprofundar o estudo sobre o chamamento que Deus dirige a todos os membros da Igreja são as prioridades estabelecidas pela Acção Católica Rural (ACR) para 2009/10.

A concretização destas orientações passará pela reflexão sobre "uma educação para os valores que privilegie estilos de vida sóbrios na perspectiva da partilha", a procura de soluções locais e a análise da contribuição que a Acção Católica oferece à Igreja.

Estas linhas de acção foram definidas no Conselho Nacional da ACR, que se reuniu em Bragança no passado fim-de-semana. O encontro contou com a presença de representantes de 14 dioceses.

Depois de avaliar o trabalho anual, a assembleia considerou ser fundamental "reencontrar o vigor da originalidade da Acção Católica" e "investir fortemente na redescoberta dos seus objectivos e metodologia.

Os participantes no Conselho decidiram igualmente estabelecer sinergias, apostar na formação bíblica e espiritual, captar adultos e criar novos grupos de crianças, adolescentes e jovens.

Os "novos rumos" que a ACR pretende tomar e a eleição de novos responsáveis serão assuntos a tratar na 8.ª Assembleia de Delegados, marcada para 2010.

A Acção Católica Rural é uma associação de leigos que dirige preferencialmente as suas actividades para os menos favorecidos, segundo o método da "revisão de vida". A ACR foi formada em 1976, a partir da fusão dos sectores masculino e feminino da Liga Agrária Católica, organismos que remontam à criação da Acção Católica Portuguesa (1933).

Festa da Família Rural

A Festa da Família Rural realizar-se-á, no próximo dia 24 deste mês, a tradicional Festa anual da Casa do Oeste (Patriarcado de Lisboa). Num comunicado enviado à Agência ECCLESIA sublinha-se que as razões para não faltar a esta iniciativa.
“Celebramos os 35 anos da Casa do Oeste”; “Vamos fazer a Bênção e lançamento da primeira pedra da ampliação das instalações – um novo desafio que nos convida a continuar o trabalho de tantos anos ao serviço das gentes do Oeste” e “queremos homenagear o esforço, dedicação e apreço que nos merecem os Assistentes Diocesanos dos Movimentos da Acção Católica Rural do Patriarcado de Lisboa”
Programa
10h00 – Recepção e boas vindas. Visita ás instalações.
10h30 – Colóquio sobre: “O enquadramento dos Movimentos da Acção Católica e a sua actualidade no novo contexto social e eclesial”, por António Matos Ferreira (Prof. da Universidade Católica).
13h00 – Almoço
14h30 – Sessão comemorativa dos 35 anos da Casa do Oeste. Amostragens retrospectivas dos Movimentos Rurais da Acção Católica (décadas de 60,70, 80, 90 e 2000)… com a presença de muitos dos seus protagonistas: assistentes diocesanos, presidentes e dirigentes livres.
16h30 – Bênção da 1ª pedra das obras de ampliação da Casa do Oeste e Celebração da Eucaristia.
18h00 – Hora do adeus

Acção Católica Rural reuniu centenas no Funchal

Acção Católica Rural reuniu centenas no Funchal A Acção Católica “não está esgotada” quanto aos seus princípios e realizações, disseram responsáveis nacionais pela ACR (Acção Católica Rural), a propósito do grande encontro realizado ontem no Funchal, com a “partilha de experiências e intercâmbio de iniciativas” pelas dioceses presentes. A importância deste acontecimento foi também realçado pelo Bispo do Funchal, D. António Carrilho, durante a homilia da celebração eucarística a que presidiu, tendo deixado uma palavra de apreço pelo trabalho feito pela diocese neste domínio. “Congratulo-me pelo reconhecimento da capacidade e competência da equipa diocesana para acolher este encontro”, disse. E manifestou ainda “a esperança que esta vinda de delegados deixe um novo estímulo em todos os militantes da ACR” entre nós. Na sua mensagem, D. António Carrilho apelou ao dinamismo apostólico baseado em três palavras -chave: “acreditar, viver e anunciar”, para que a ACR, (a celebrar 75 anos na Igreja em Portugal), possa “renovar-se” sempre, com “projectos”, e apontar “caminhos de esperança, apesar dos problemas e dificuldades”. A Acção Católica Rural (ACR) “está actualmente activa em 15 dioceses, com grupos de crianças, adolescentes, jovens e adultos. Estamos num momento forte de revitalização, como se pode conferir através deste encontro”, explicou Ângela Almeida, presidente nacional da ACR, para quem a Acção Católica tem ainda hoje razão de existir. O objectivo é que, “em cada diocese, nas paróquias, nas equipas de base, se criem projectos motivadores para que a mensagem do Evangelho possa chegar a todo o lado, ao ambiente familiar, profissional, social, através do método de revisão de vida.” Para Ângela Almeida, militante da ACR há 25 anos, os desafios para o futuro apontam para “a necessidade de se continuar a acreditar que é possível criar grupos, equipas que partilhem, momentos de olhar o outro com a atenção devida, não ficar apático neste mundo adverso de comunhão e solidariedade, e trabalhar em comunhão profunda com toda a Igreja”. O assistente nacional do Movimento, o Pe. Querubim Silva, considerou que contrariamente ao que se diz, “estes Movimentos são residuais”, ilustrando a “pujança e a capacidade de actualização permanente da ACR”. “Ao longo dos seus 75 anos, este Movimento de leigos no nosso país foi aquele que mais facilmente suportou a crise e fez a transição, precisamente pelo investimento realizado com todas as gerações de militantes”. “Mesmo neste momento de crise, a Acção Católica continua a ter um valor pedagógico muito importante que a Igreja não pode deixar de acolher e propor. Numa palavra, a ACR não está esgotada, é sempre actual, e tem respostas interessantes para o nosso tempo”. Redacção/Jornal da Madeira

X Encontro nacional de jovens da ACR

O Funchal acolhe este Sábado o X Encontro nacional de jovens da ACR. Um dos objectivos da iniciativa “é incutir valores e deixar pistas para campanhas futuras nas comunidades locais”, disse o padre Querubim Silva, assistente nacional deste Movimento da Acção Católica que está a celebrar 75 anos de existência na Igreja em Portugal. Com tão significativa presença de membros neste encontro prova-se também que “o futuro está garantido e que a ACR conseguiu fazer a transição para as novas gerações”, disse ao Jornal da Madeira. “A elevada percentagem de jovens a nível diocesano, inclusive estão a surgir grupos de crianças, dá à ACR uma especial vitalidade e é sinal de esperança, de evidente compromisso nas tarefas sociais e eclesiais”, acrescentou. Na diocese do Funchal, reconheceu ainda o Pe. Querubim, “a Acção Católica Rural (ACR) trabalha bastante bem, tem aqui uma grande tradição, os membros mais antigos não depuseram as armas e o Movimento tem rejuvenescido”. A mesma opinião é partilhada por Roger Madureira, director da Revista Mundo Rural. Ao JM expressou a sua confiança num futuro cada vez mais promissor para a ACR, com a colaboração particular dos jovens. Por seu lado, José Manuel Gouveia, responsável pela ACR na nossa diocese, este encontro nacional no Funchal “é o reconhecimento pelo trabalho aqui realizado, uma motivação para trabalharmos mais e melhor”. O encontro vai decorrer na Escola Bartolomeu Perestrelo, estando ainda prevista a presença o Bispo do Funchal para a celebração de uma Missa.

ACR aposta nas dinâmicas de grupo

Como o grupo tem que funcionar é “fundamental o crescimento em grupo dentro do meio rural” – frisou à Agência ECCLESIA Isabel Almeida, responsável do sector juvenil e dos adolescentes da Acção Católica Rural (ACR). Cerca de 70 elementos da ACR congregaram-se no Curso Nacional de Animadores subordinado ao tema: «Crescer com e em Grupo». Realizado nos dias 10 e 11 deste mês, em Albergaria – diocese de Aveiro -, este iniciativa contou como formadores a Equipa de Nacional e um professor de EMRC da zona de Braga e teve como pano de fundo a lógica de dinâmicas de grupo e as questões relacionadas com a afectividade. Actualmente, a questão do meio rural está “esbatida e misturada com os meios urbanos” – afirmou Isabel Almeida. E acrescenta: “os jovens são cada vez mais influenciados pelo meio urbano”. As ligações entre os dois meios “são profundas”. A acção Católica Rural vai para além do ruralismo. O rural é “muito mais que o agrário” – sublinha Isabel Almeida. Como os grupos da ACR funcionam no meio rural, “tentamos ajudar as pessoas a pensarem sobre a sua posição no grupo”. A ACR deve estar “cada vez mais preparada para um meio rural muito influenciado por meios urbanos”. «Grupo: Local Privilegiado para o Crescimento Humano»; «Sexualidade e Fé»; «Perspectiva Cristã da Sexualidade» e «Pedagogia Humana» foram alguns temas tratados por estes militantes da Acção Católica Rural. Depois do período áureo, a ACR está a revitalizar-se. “Nos últimos tempos temos assistido a uma percentagem elevada do número de jovens no movimento” – disse a responsável. Apesar de estar a celebrar os seus 75 anos de vida, a Acção Católica é “muito actual” e “continua a responder aos anseios do ser humano e às necessidades do mundo concreto”. E completa: “mais do que responder, o mundo actual precisa de movimento como a ACR” Ainda no âmbito das comemorações das Bodas de Diamante da Acção Católica, Isabel Almeida anunciou que a ACR irá celebrar esta efeméride na Madeira. De 1 a 3 de Maio, os militantes deste organismo irão reflectir sobre: «viajar com S. Paulo»

ACR reflecte sobre os desequilíbrios económico-financeiros

A Acção Católica Rural (ACR) realiza este fim-de-semana, 15 e 16 de Novembro, um seminário sobre os «desequilíbrios económico-financeiros e a visão de S. Paulo sobre estas questões». Esta iniciativa será em Aveiro, Casa diocesana, e contará com a presença de Acácio Catarino que falará sobre «Desequilíbrios económico-financeiros pessoais e familiares» e «O trabalho na vida das pessoas e comunidades». O segundo dia contará com a presença de Adelino Cunha que abordará «Liderança e Motivação para a Acção segundo Jesus Cristo» e Júlio Franclim Pacheco reflectirá sobre «Paradigmas de Paulo e Militância Cristã». Em comunicado enviado à Agência ECCLESIA, a equipa da ACR refere que na manhã do dia 16 o bispo de Viseu, D. Ilídio Leandro, estará presente para assinalar o dia em que se comemoram os 75 anos de Acção Católica. Notícias Relacionadas >> Dossier sobre a Acção Católica Portuguesa

Programação religiosa nos media

Programa Ecclesia (De Segunda a Sexta, às 18h30, na RTP2) Quinta-feira, dia 13 – Informação e a rubrica O Passado do Presente; Sexta-feira , dia 14 – Entrevista. A análise da Liturgia da Palavra Dominical pelo Pe. Joaquim Carreira das Neves e Maria Armanda Saint-Maurice. Segunda-feira, dia 17 – Entrevista. 75 anos da Acção Católica Rural. Memória de um movimento de dinamização laical pelo historiador Paulo Fontes. Terça-feira, dia 18 – Informação e rubricas “Cem por um” e “Nos passos de S. Paulo” Quarta-feira, dia 19 – Informação e rubricas “Agendado” e “A Magia da Vida” 70 X 7 (na RTP2 , às 09h30) Domingo, dia 16 de Novembro Reportagem – João XXIII: o Papa que convocou a Igreja Católica para a renovação. RTP, RTP2 e RTPi Domingo, dia 16 de Novembro 09h00 – Eucaristia dominical TVI Domingo, dia 16 de Novembro 11H00 – Transmissão directa da Missa da igreja paroquial de Santa Maria do Pombeiro de Ribavizela (Felgueiras). 12h15 – Oitavo Dia Rádio Renascença Renascença Domingo: 10h00-O Dia do Senhor; 11h00-Eucaristia; 23h30-Ventos e Marés; Segunda a Sexta: 6h57-Sementes de reflexão; 7h55-Oração da Manhã; 11h00-Cristo ontem, hoje e sempre; 12h00-Angelus; 18h30-Terço; 23h57-Meditando; Sábado: 23h30-Terra Prometida. Rádio Sim Domingo: 10h00-O Dia do Senhor; 11h00-Eucaristia; Segunda a Sexta: 6h45 – Palavras de Vida; 7h50-Bom Dia; 18h30-Terço; 19h00-20h00-Respostas do Pe. Vitor Feytor Pinto; 23h50-Boa noite; Sexta: 23h00-Ser Igreja. RDP – RDPI e Antena 1 7h00 – Programa “Toda a Gente é Pessoa; 8h00-Missa

ACR aprofunda S. Paulo

A Acção Católica Rural (ACR) da diocese do Funchal realizará o seu conselho diocesano, 9 de Novembro, onde será lançada a a temática para o novo ano que versará sobre S. Paulo. Nos primeiros meses “vamos aprofundar a vida deste apóstolo, até ao início das viagens missionárias” – sublinha um comunicado enviado à Agência ECCLESIA. Para além deste ponto, os militantes da ACR farão um relato das actividades e acções no meio, realizadas durante o ano apostólico 2007-2008. Como a 2 de Maio do próximo ano se realizará o Encontro Nacional de Jovens e Adolescentes, este servirá também para fazer “o estudo das viagens apostólicas, sendo que, em cada cidade ou região em que o Apóstolo fundou comunidades, uma Diocese será convidada a fazer uma síntese, previamente preparada, da Carta enviada a cada uma destas comunidades” – sublinha-se. Para ajudar na preparação do Encontro Nacional, este Conselho Diocesano conta com a presença de Isabel Almeida e o Luís Gomes, responsáveis nacionais de Jovens, Adolescentes e Crianças da Acção Católica Rural.

ACR realiza Escola de Animadores Inter-Diocesana

No seguimento do plano de actividades da ACR – Acção Católica Rural, vai realizar-se, no dia 8 de Novembro de 2008, na Casa Nossa Senhora do Carmo, em Fátima, uma Escola de Animadores Inter-Diocesana, abrangendo as Dioceses de Coimbra, Leiria-Fátima, Lisboa, Portalegre-Castelo Branco, e Santarém. A segunda parte da Escola será em 15 de Fevereiro de 2009, também em Fátima. A temática a desenvolver nesta primeira escola será “Jesus Cristo, o modelo do animador!”. Para inscrições, ou outras informações: mundorural@iol.pt

Comunicado final do Conselho Nacional da Acção Católica Rural (ACR)

Reunidos em Conselho Nacional, os representantes de 13 Dioceses do Continente e Ilhas em que a ACR está implantada (Aveiro, Braga, Bragança, Coimbra, Funchal, Guarda, Lamego, Leiria-Fátima, Portalegre-Castelo Branco, Porto, Santarém, Viana do Castelo e Viseu), fizeram a avaliação do trabalho do ano do Movimento e projectaram o futuro, à luz das linhas de força da V Assembleia Nacional de Delegados. – O primeiro momento forte deste Conselho consistiu na releitura da identidade do Movimento a partir do Magistério Conciliar, sublinhando-se a união vital com Jesus Cristo e a condição de fermento no seio das realidades temporais. – O segundo momento de grande intensidade consistiu no relato da experiência vivida por algumas Equipas Diocesanas que se conseguiram renovar, na sua constituição e funcionamento, logrando mais coesão, mais vida e participação empenhada. A expansão concretizou-se no início de actividade de cerca de duas dezenas de novos grupos, nos diversos níveis etários. Foi também notório um esforço formativo consolidado, na maioria das Dioceses. É, pois, manifesto que a ACR não está esgotada, não está ultrapassada, não é substituível. Continua a estar no coração da Igreja e a ter diante de si um mundo a trabalhar. – Após quatro anos de experiência, o programa chamado Dioceses de proximidade, isto é, de inter-ajuda entre Dioceses vizinhas, tem-se revelado uma das formas privilegiadas de revitalização, de criação de espírito de participação e de dinamismo da ACR. Com base nas experiências positivas, o Conselho reiterou o compromisso de continuar a investir nesta forma de cooperação, reformulados os círculos de vizinhança. – Das prioridades definidas para o triénio 2007-2010, foram eleitas para o programa de 2008-2009: – Investir em projectos de acção nos diversos contextos, sobretudo no contexto social; – Continuar o apoio intenso às Equipas Diocesanas para relançamento do Movimento; – Consolidar o trabalho de lançamento de novos grupos de crianças, adolescentes e jovens e a captação de militantes adultos, garantindo assim o presente e o futuro do Movimento; – Prosseguir o forte investimento na formação contínua dos militantes; – Suscitar e apoiar o trabalho dos grupos e dos militantes em projectos de acção, inclusive a partir dos G.A.R.A. (Grupos de Análise, Reflexão e Acção) para realizarem projectos que respondam a necessidades do meio e sejam aliciantes para os seus membros. – Foi reconhecida a urgência de o Movimento continuar a dar o seu contributo no desenvolvimento das temáticas ligadas à Ecologia e Ambiente, Desequilíbrios económicos, pessoais e familiares (Gestão individual e familiar dos rendimentos, Consumismo, Crise financeira,…), Educação e Cidadania. Na perspectiva eclesial, aproveitando o Ano Paulino e o Sínodo da Palavra, o Movimento entende poder dar uma cooperação na reflexão dos desafios que estes acontecimentos lançam ao aprofundamento da Comunhão Eclesial. – Foram debatidos processos organizativos do Movimento – filiação, símbolos, identificação… -, que serão moldados definitivamente na sequência da aprovação dos novos Estatutos. – A ACR reafirma o seu propósito prosseguir o trabalho de SONHAR, DESENHAR e, sobretudo, ajudar a CONSTRUIR o futuro! A Equipa Nacional

Acção Católica Rural não está ultrapassada

O Conselho Nacional da Acção Católica Rural (ACR), reunido na diocese de Portalegre- -Castelo Branco, nos passados dias 11 a 13, considerou, em comunicado final, que «é manifesto que a ACR não está esgotada, não está ultrapassada, não é substituível; continua a estar no coração da Igreja e a ter diante de si um mundo a trabalhar». Esta conclusão foi resultado do «relato da experiência vivida por algumas Equipas Diocesanas que se conseguiram renovar, na sua constituição e fundamento, logrando mais coesão, mais vida e participação empenhada; a expansão concretizou-se no início de actividade de cerca de duas de- zenas de novos grupos, nos diversos níveis etários; foi também notório um esforço formativo consolidado na maioria das dioceses», afirma o comunicado, a respeito do «segundo momento de grande intensidade » do Conselho. «O primeiro momento forte deste Conselho consistiu na releitura da identidade do movimento a partir do Magistério conciliar, sublinhando-se a união vital com Jesus Cristo e a condição de fermento no seio das realidades temporais », acrescenta. O comunicado da ACR dá também conta que, «após quatro anos de experiência, o programa chamado “dioceses de proximidade”, isto é, de inter-ajuda entre dioceses vizinhas, tem-se revelado uma das formas privilegiadas de revitalização, de criação de espírito de participação e de dinamismo da ACR; com base nas experiências positivas, o Conselho reiterou o compromisso de continuar a investir nesta forma de cooperação, reformulados os círculos de vizinhança». Das prioridades definidas para o triénio 2007-2010, foram eleitas para o programa de 2008-2009: «investir em projectos de acção nos diversos contextos, sobretudo no contexto social; continuar o apoio intenso às Equipas Diocesanas para relançamento do movimento; consolidar o trabalho de lançamento de novos grupos de crianças, adolescentes e jovens e a captação de militantes adultos, garantindo assim o presente e o futuro do movimento; prosseguir o forte investimento na formação contínua dos militantes; suscitar e apoiar o trabalho dos grupos e dos militantes em projectos de acção, inclusive a partir dos Grupos de Análise, Reflexão e Acção (GARA), para realizarem projectos que respondam a necessidades do meio e sejam aliciantes para os seus membros». O Conselho reconheceu «a urgência de o movimento continuar a dar o seu contributo no desenvolvimento das temáticas ligadas à ecologia e ambiente, desequilíbrios económicos, pessoais e familiares (gestão individual e familiar dos rendimentos, consumismo, crise financeira, …), educação e cidadania. Na perspectiva eclesial, aproveitando o Ano Paulino e o Sínodo dos Bispos sobre a Palavra de Deus, o movimento entende poder dar uma cooperação na reflexão dos desafios que estes acontecimentos lançam ao aprofundamento da comunhão eclesial». O comunicado do Conselho Nacional da ACR termina, afirmando que «foram debatidos processos organizativos do movimento – filiação, símbolos, identificação… –, que serão moldados definitivamente na sequência da aprovação dos novos estatutos » e que «a ACR reafirma o seu propósito de prosseguir o trabalho de sonhar, desenhar e, sobretudo, ajudar a construir o futuro». Neste Conselho Nacional participaram representantes de 13 dioceses do Continente e Ilhas em que a ACR está implantada (Aveiro, Braga, Bragança- Miranda, Coimbra, Funchal, Guarda, Lamego, Leiria-Fátima, Portalegre-Castelo Branco, Porto, Santarém, Viana do Castelo e Viseu), tendo os participantes feito a avaliação do trabalho do ano do movimento e projectado o futuro, à luz das linhas de força da V Assembleia Nacional de Delegados. Sampaio Viana

Programação Religiosa nos Media

Programa Ecclesia (De Segunda a Sexta-feira às 18h30, na RTP2) Quinta, dia 19 – Informação e a rubrica O Passado do Presente. Sexta, dia 20 – Entrevista. A análise da Liturgia da Palavra Dominical pela Biblista Irmã Luísa Almendra e Teólogo Frei José Nunes. Segunda, dia 23 – Entrevista. Acção Católica Rural: dinamismos evangelizadores do movimento, nomeadamente os que passam pelo Mundo Rural, a revista mensal que publicam. Terça-feira, dia 24 – Informação e Grande Reportagem: projectos da Vida Religiosa. Quarta-feira, dia 25 – Informação e rubrica Ano Paulino. 70 X 7 (na RTP2 , às 09h30) Domingo, dia 22 de Junho Reportagem – Peregrinação a Santiago de Compostela do Externato S. Vicente de Paulo: reflexos de 8 dias de caminhada na história de um grupo de alunos, pais e professores. RTP, RTP2 e RTPi Domingo, dia 22 de Junho 09h00 – Eucaristia dominical TVI Domingo, dia 22 de Junho 11h00 – Transmissão directa da Missa Dominical da igreja paroquial da Sagrada Família de Miratejo (Larangeiro, Diocese de Setúbal). 12h15 – Oitavo Dia Rádio Renascença Domingo: 10:00h – O Dia do Senhor; 11h00 – Eucaristia; 23h00 – Ventos e Marés (informação religiosa). Segunda a sexta-feira: 18h30 – Terço; Sábados: 23h00 – Terra Prometida RDP – RDPI e Antena 1 7h00 horas – Programa “Toda a Gente é Pessoa; 8h00 – Missa da igreja de S. João de Brito.

ACR de Braga promove sarau para promover revista «Mundo Rural»

A Acção Católica Rural (ACR) de Braga vai realizar hoje (14 de Junho) um Sarau a nível diocesano denominado “Um Outro Olhar” que contará com a presença da maioria das suas equipas de base bem como outros elementos a nível nacional, diocesano e paroquial. Segundo comunicado enviado à Agência ECCLESIA, este sarau resulta de um ano de trabalho dedicado à reflexão aprofundada sobre os meios de comunicação social e tem como objectivo principal a divulgação e promoção da Revista da ACR: Mundo Rural. Esta actividade realizar-se-á no salão paroquial de Fradelos, Vila Nova de Famalicão, na Diocese de Braga a partir das 20:30h. Trata-se de um serão cultural e de convívio. No mesmo espaço existirão exposições temáticas: história da revista, concurso para capa de revista, exposição de revistas caseiras, entre outras. Neste local serão, também, servidos petiscos e iguarias regionais. Contará com a participação de variadas apresentações de diversos grupos que serão avaliadas em concurso, bem como a participação de grupos culturais da localidade. Será pois um momento de festa, de convívio e de renovação permitindo um novo e outro olhar sobre a comunicação social e, sobretudo, na revalorização da revista Mundo Rural.

Página 1 de 512345