Sociedade: Associação Portuguesa das Famílias Numerosas tem nova presidente

Lisboa, 01 abr 2015 (Ecclesia) – A advogada Rita Mendes Correia vai presidir à Associação Portuguesa das Famílias Numerosas (APFN) no triénio 2015-2018, anunciou a instituição.

A nova responsável, de 40 anos e grávida do quinto filho, sucede no cargo a Luís Cabral.

Da direção fazem ainda parte Francisco Vilhena da Cunha, Joana Sousa Pinto, Carlos Seixas da Fonseca, Maria Teresa Ribeiro, João Oliveira e Mafalda Calvão; Ana Cid Gonçalves continua a ser a secretária-geral da APFN.

OC

Portugal: Famílias Numerosas consideram que reforma do IRS «dá sinais positivos» às famílias

Lisboa, 23 out 2014 (Ecclesia) – A Associação Portuguesa de Famílias Numerosas divulgou um comunicado no qual se congratula “com a reforma do IRS” que, para além do rendimento dos sujeitos passivos, considera também o número de pessoas que vivem desse rendimento.

“A introdução do quociente familiar de 0,3 é uma medida positiva porque se têm em conta os dependentes na consideração da taxa de imposto, sobretudo se vier a cumprir a intensão expressa de alargar este número para 0,4 por dependente em 2016, e 0,5 em 2017”, explica a Associação Portuguesa de Famílias Numerosas (APFN).

O comunicado enviado à Agência ECCLESIA considera que a reforma do IRS dá “sinais positivos às famílias” porque “reflete” a sua realidade.

“É uma reforma ainda longe do que consideramos justo e desejável”, assinala a associação.

Para a Associação Portuguesa de Famílias Numerosas, esta reforma, para além de introduzir “mais justiça no sistema fiscal, pode ser um “primeiro passo” para a inversão da “tendência demográfica suicida” em Portugal onde se regista a “menor taxa de natalidade da Europa”, com 1.18 filhos por mulher, segundo dados de 2013.

No comunicado a APFN cita o inquérito à Fecundidade 2013, do Instituto Nacional de Estatísticas e da Fundação Francisco Manuel dos Santos, onde a “maioria” das inquiridas revelaram que teriam mais filhos se houvesse um “aumento real dos rendimentos das famílias com filhos”: “O que se consegue através de um sistema fiscal mais favorável”, alerta a associação.

Para a APFN se sinais idênticos forem dados noutras áreas, como saúde, educação, transportes, habitação, “a inversão dessa tendência poderá ser uma realidade”.

A Associação Portuguesa de Famílias Numerosas, que integra famílias com três ou mais filhos, e tem como lema ‘Apostar na Família é construir o Futuro’, criou um simulador para o novo IRS que pode ser consultado no seu sítio na internet.

CB

Portugal: Novas políticas públicas podem duplicar nascimentos

Lisboa, 03 jul 2014 (Ecclesia) – A Associação Portuguesa de Famílias Numerosas (APFN) analisou o «Inquérito à Fecundidade» do Instituto Nacional de Estatística (INE) e considera que “há potencial para uma duplicação dos nascimentos nos próximos três anos”.

“De acordo com os dados do INE publicados esta semana, cerca de 21% das mulheres e homens em idade fértil pensam ter um filho nos próximos três anos”, revela a APFN que considera que é possível aumentar a natalidade em Portugal.

Segundo o «Inquérito à Fecundidade», realizado pelo INE em 2013, existiam 2.259.353 mulheres e 2.522.419 homens em idade fértil em Portugal.

A APFN reclama por políticas públicas “adequadas às necessidades das famílias que querem ter filhos” para ser possível “atingir o índice de fecundidade de 2,1 e assegurar o retorno à sustentabilidade demográfica”.

Para a Associação Portuguesa de Famílias Numerosas se 21% dos inquiridos tiverem filhos nos próximos três anos “o número total de nascimentos estará próximo dos 500.000, cerca de 165.000 nascimentos por ano” ou seja “o dobro do atual número de nascimentos”.

“A APFN regozija-se com estes resultados e espera que, muito em breve, possam ser criadas condições para que esta intenção dos portugueses se revele possível”, escrevem no seu site.

CB/OC

Portugal: Famílias numerosas contestam FMI

Lisboa, 16 jan 2013 (Ecclesia) – A Associação Portuguesa de Famílias Numerosas (APFN) manifestou-se em comunicado contra as questões levantadas pelo recente relatório do Fundo Monetário Internacional (FMI) sobre a reforma do Estado relativamente aos “benefícios pecuniários” aos agregados familiares em Portugal.

O documento intitulado ‘Este país não é para ter filhos? Relatório do FMI: Estaremos a falar do mesmo?’ questiona as afirmações dos técnicos do FMI, segundo os quais “se Portugal quer envolver-se em políticas para aumentar a fertilidade, seria bom que visasse outras direções, diferentes de benefícios em dinheiro para famílias”.

Nas considerações apresentadas, destaca a APFN, são dados como exemplo a Suécia e a França afirmando-se que o impacto dos benefícios pecuniários é “pequeno e de duração temporária”.

Os técnicos do FMI aludem a dados internacionais “bastante desencorajadores quanto ao papel dos benefícios monetários no aumento da fertilidade”.

A associação portuguesa destaca, a este respeito, que “quer a Suécia quer a França tiveram há vários anos também um problema de fertilidade que resolveram combater energicamente e com resultados, mantendo ainda ativas muitas dessas medidas”.

Neste contexto, é feita a comparação do valor pago às famílias, em abonos, em Portugal, Suécia e França, sendo que em território luso “só recebem as famílias com rendimento de referência mensal abaixo de 628,83 euros e o valor varia com a idade e o escalão”.

A Suécia chega a conceder abonos no valor de 941 euros a quem tenha 5 filhos, valor que em Portugal se fica pelos 175 euros (618 em França).

“Tendo em conta o contexto que todos conhecemos das condições das famílias com filhos em Portugal propomos ao FMI que refaça a sua pergunta para: ‘Será que a penalização das famílias com filhos promove a redução dos nascimentos?’”, referem os responsáveis da Associação Portuguesa de Famílias Numerosas.

OC

Natalidade: Associação Portuguesa de Famílias Numerosas manifesta preocupação

Lisboa, 30 dez 2011 (Ecclesia) – A Associação Portuguesa de Famílias Numerosas (APFN) manifestou esta quinta-feira, em comunicado, a sua preocupação com a “adoção de medidas antinatalistas” no país, pedindo ao Governo que “desenvolva políticas que combatam a acentuada queda da natalidade”.

“Portugal só será um país rico e recuperado da crise se tiver gente e para haver gente temos que salvaguardar as famílias que desejam ter filhos”, refere a APFN.

A associação pede ainda ao Governo que considere o rendimento ‘per capita’ para “a definição de todos os escalões de rendimento, à semelhança do adotado para a atribuição das bolsas de estudo”.

“A adoção desta medida, da maior justiça, terá um ínfimo impacto nos diversos orçamentos estatais uma vez que, como já se sabe do Censos de 2011, são cada vez em menor número o número de famílias com dois ou mais filhos, sendo residual as que têm quatro ou mais, razão pela qual o País está a caminho do colapso”, assinala o comunicado.

A edição de hoje do Diário de Notícias’ revelava que o ano de 2011 foi o pior de sempre em Portugal no que toca ao número de nascimentos, apontando para um total de 97 112 crianças, menos 4269 do que em 2009.

Os números avançados pelo jornal têm por base o número dos ‘testes do pezinho’, que abrange todos os bebés nascidos no país.

RR/OC

Évora: Encontro sobre a família e a profissão

Lisboa, 27 abr 2011 (Ecclesia) – O III encontro da família da diocese de Évora será subordinado ao tema «A Família e a Profissão» e realiza-se na escola salesiana daquela cidade a 1 de maio.

Organizado pelo Departamento da Pastoral da Família, esta iniciativa contará com o contributo de Leonor e Fernando Ribeiro e Castro, presidente da APFN, (Associação Portuguesa de Famílias Numerosas) que falarão sobre o tema central.

“Queremos – de uma maneira muito especial – motivar as Famílias a trazerem os seus Filhos para esta tarde de estudo e convívio” – revelam os responsáveis do Departamento em nota de imprensa.

LFS

APFN acusa Governo de contribuir para a diminuição da natalidade

A Associação Portuguesa de Famílias Numerosas (APFN) acusou hoje o Governo de contribuir para a diminuição da natalidade ao prosseguir com os cortes nos apoios sociais e com as medidas constantes no Orçamento do Estado para 2011.

“Não existe, neste momento, nas actuais políticas, qualquer preocupação de equidade no tratamento das famílias com filhos, em especial das famílias numerosas”, pode-se ler em comunicado divulgado pela associação, que classifica as novas regras e montantes atribuídos no âmbito dos apoios sociais como “mais um claríssimo atentado às famílias com filhos”.

Para a APFN, os agregados familiares com filhos são os que apresentam maiores índices de pobreza e os que mais são afectados pela actual crise económica e financeira, sendo estas famílias mais susceptíveis às alterações nos rendimentos, motivados por salários reduzidos, desemprego e doença.

Redacção/Lusa

Famílias Numerosas: Esperança para a Europa

Sob o lema «Famílias Numerosas: Esperança para a Europa», realiza-se de 31 de Julho a 2 de Agosto, em Rimini (Itália), o V Congresso Europeu de Famílias Numerosas com a presença algumas portuguesas.

O I Congresso Europeu realizou-se, em 2002, em Madrid, onde foi lançado o desafio de se criar uma Confederação Europeia, desafio esse que foi concretizado durante o II Congresso, em Lisboa, em 2004. Desde essa data, a ELFAC (European Large Families Confederation) tem realizado o seu Congresso Europeu de dois em dois anos, organizados pelas diferentes associações ou federações nacionais (Budapeste, Barcelona e, agora, Rimini).

A ELFAC (e a APFN, a que pertence) espera que “a realização de mais este Congresso, desta vez organizado pela dinâmica, jovem e imaginativa ANFN (a associação italiana) contribua para acordar os políticos europeus para a realidade bem ilustrada no logo deste Congresso e que a ELFAC, a nível europeu, e os seus membros ao nível nacional, não se cansam de alertar: as famílias numerosas, objecto de um fortíssimo ataque por parte de vários estados, designadamente Portugal, não só não são um problema, como, na realidade, são a solução para o cada vez mais rigoroso Inverno Demográfico que vai assolar, em força, na Europa” – lê-se no comunicado.

Mínimo absoluto de nascimentos resulta de política «desastrosa e suicida» do poder central

A Associação Portuguesa de Famílias Numerosas (APFN) considera que o novo mínimo absoluto de nascimentos em Portugal – pouco mais de cem mil em 2009 – resulta de uma politica “desastrosa e suicida” do Governo e do Parlamento, “que se têm entretido com ‘causas fracturantes’ na esperança de distrair os portugueses dos verdadeiros problemas que enfrentam no seu dia-a-dia e que comprometem seriamente a sustentabilidade do país”.

A diferença entre os nascimentos ocorridos o ano passado – 100.026 – e o “índice sintético de natalidade” necessário para a renovação das gerações foi de 60 mil bebés, refere um comunicado da APFN.

No documento acusa-se o Instituto Nacional de Estatística de continuar “a fazer projecções surrealistas, assumindo que a taxa de natalidade vai aumentar”. De acordo com a Associação de Famílias Numerosas, as projecções de “população residente” elaboradas por aquele Organismo estão “sistematicamente erradas”.

Para a APFN, “em vez de se celebrar” o centenário da República, “dever-se-á aproveitar a oportunidade para se reflectir sobre o negro futuro que se abate sobre nós e os nossos descendentes (a ‘morte lenta’, conforme qualificação por organismos internacionais) e a forma de o (ainda) evitar”.

Os dados referidos pela Associação de Famílias Numerosas baseiam-se nos rastreios efectuados em 2009 no Instituto de Genética Médica Jacinto de Magalhães, no Porto, que centraliza as análises das amostras de sangue recolhidas através da picada no calcanhar dos recém-nascidos.

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