Convívios Fraternos: Reavivar a chama

Guimarães, Braga, 04 out 2011 (Ecclesia) – Um grupo de jovens que fizeram um Convívio Fraterno há mais de cinco anos juntaram-se, no Seminário do Verbo Divino, em Guimarães para “reacender a chama” daquele encontro.

Promovido Movimento dos Convívios Fraternos da diocese de Braga, esta iniciativa – de 30 de setembro a 2 de outubro – pretendeu “reavivar a chama que se acendeu nos corações durante o Convívio, mas que o tempo, o desânimo, o comodismo e a falta da busca de Deus fizeram enfraquecer, e quase extinguir-se!” – realça um comunicado enviado à Agência ECCLESIA.

LFS

Programa Ecclesia do dia 14 de setembro 2011

Lisboa – UCP: Colóquio sobre «Dez anos após o 11 Setembro – Como é possível existir hoje diálogo inter-religioso?»; Publicações: Blasfémia – Condenada à morte por um copo de água; Conselho Permanente da Conferência Episcopal Portuguesa; Aveiro: Encontro de professores de Educação Moral e Religiosa Católica com D. António Francisco Santos; Encontro Nacional dos Convívios Fraternos;

https://www.youtube.com/watch?v=I8GkpVQPQwE

Algarve prepara participação no Encontro Nacional dos Convívios Fraternos

Realiza-se um vez mais em Fátima, nos próximos dias 11 e 12 de Setembro, o Encontro Nacional dos Convívios Fraternos.

A equipa dos Convívios Fraternos da Diocese do Algarve está a organizar a deslocação dos participantes algarvios ao encontro, sendo que a partida será feita de Faro, pelas 7h do dia 11 de Setembro, com passagem pelas 7.30h por Vale Paraíso (Ferreiras) para recolher os participantes do barlavento.

A organização relembra que a iniciativa “pretende juntar de todo o país, aqueles que já participaram num Convívio Fraterno” e que “é sempre um avivar e testemunhar da Fé dos convivas, um espaço rico em partilha e sobretudo o encontro com Deus, por Maria”.

Mia informações aqui.

Fórum do Movimento dos Convívios Fraternos de Braga

O Movimento Convívios Fraternos da diocese de Braga realiza, dias 19 e 20 de Junho, no Centro Cultural e Pastoral, o II Fórum com o mote «Tu fazes falta».

Este encontro será um espaço de reflexão sobre o Movimento e onde se pretende que cada jovem (re)descubra o seu papel na Igreja e no Movimento. No sentido de impulsionar e apoiar a reflexão, estará presente D. Manuel Linda, bispo auxiliar de Braga, que fará uma comunicação sobre a imagem paulina da Igreja enquanto Corpo Místico.

Programa
Sábado, 19 de Junho
09h30 – Acolhimento
10h00 – Oração
10h30 – “O Corpo Místico de Cristo” – reflexão com D. Manuel Linda
11h30 – Reflexão em grupos
12h30 – Almoço
14h30 – Apresentação das conclusões dos grupos
15h45 – Reflexão em grupos
16h45 – Pausa
17h30 – Plenário
19h00 – Oração
19h30 – Jantar
21h00 – Filme
23h00 – Breve Oração

Domingo, 20 de Junho
09h45 – Apresentação das Conclusões
10h30 – Preparação da Eucaristia
11h00 – Eucaristia

Algarve: João Cabral faz balanço de 10 anos como leigo mandatado pelo Bispo

A completar 10 anos de experiência como leigo mandatado pelo Bispo diocesano para colaborar com o pároco nas paróquias de Aljezur, Bordeira e Odeceixe, na diocese do Algarve, João Cabral fez um balanço do que representou esta década de serviço à Igreja. Advogado de 39 anos, João Cabral que optou por não exercer a profissão, constata que, com a chegada de D. Manuel Madureira Dias ao Algarve, “implementou-se uma forte dinâmica e aposta nos leigos”. Como exemplo disso mesmo, para além da própria experiência pessoal que vive com o padre José Joaquim Campôa, actual pároco de Aljezur, Bordeira e Odeceixe, que inicialmente incluiu também Teresa Martins, João Cabral lembra ainda os casos dos casais Albino e Cláudia Martins, pioneiros, como leigos, neste modo de servir a Igreja algarvia, a trabalhar na paróquia de Cachopo, e Nelson e Ângela Farinha, que viveram também uma experiência parecida nas paróquias de Alte e Querença. “Na Diocese começava a viver-se uma mudança de atitudes e novos modos de ser Igreja”, para “regozijo e esperança” de uns e “desconfiança” de outros, recorda, certo de que “o Espírito Santo tentou «falar» ao Algarve, mas poucos perceberam que o rumo, no qual D. Manuel tentava apostar, poderia ser um caminho verdadeiramente válido para fazer face à escassez das vocações sacerdotais”, lamenta João Cabral, considerando que “no futuro, todos, em plena comunhão, poderiam participar numa Igreja mais descentralizada e menos hierarquizada”. Em relação à sua experiência pessoal, assegura que a mesma o tem feito “crescer a nível cristão, em todas as dimensões”. “Em 1999 lancei-me numa aventura, que para mim termina em Aljezur. Aqui encontrei o meu lugar e aqui servirei a Igreja, hoje com este sacerdote, amanhã com o que se seguir. A minha disponibilidade será sempre a mesma”, garante, adiantando que o projecto que o fez partir da sua cidade de Faro “ainda não se concretizou”. “Penso que só alguns passos foram dados. Ainda não estou a viver o meu ideal de Igreja. Sinto que Deus me chamou até Aljezur, para algo ainda mais nobre e bonito”, confessa, reconhecendo que ainda lhe falta “aprender muito e viver com mais intensidade o espírito cristão”. Hoje, João Cabral acredita que “chegou a hora de Aljezur dar um passo em frente”. “Há massa humana mais que suficiente para ser trabalhada”, afirma. Tendo crescido no seio de uma comunidade paroquial urbana, realça agora que “é mais interessante, mais prático e mais consequente trabalhar-se com pequenos grupos, numa paróquia do interior”. Reconhecendo o “grande apoio e carinho” por parte das comunidades cristãs do interior algarvio que serve, garante que “as gentes da Costa Vicentina sempre atentas, generosas e sedentas de Deus, mostraram que a Igreja tem ainda muitíssimo a dar-lhes”. “Era interessantíssimo apostar nestas novas formas de ser Igreja, romper desconfianças, muitas vezes infundadas. Temos tantos leigos, especialmente casais, que cresceram nos Convívios Fraternos e noutros movimentos e que só esperam por uma palavra para trabalharem numa entrega mais radical à Igreja”, refere, certo de que “está a chegar um novo tempo” à Igreja. “O Espírito Santo anda a dar sinais que algo tem de mudar nas nossas estruturas paroquiais”, considera, referindo-se à intervenção final do actual Bispo do Algarve, D. Manuel Quintas, nas Jornadas Paulinas. “Igreja do Algarve aposta nos teus leigos! Eles serão num futuro muito próximo um dos alicerces mais importantes nesta nossa Diocese. Serão eles com os poucos padres existentes as «personagens» fundamentais, para inverter uma certa descrença, não em Deus, não em Cristo, mas na Igreja estrutural e hierárquica”, exorta o leigo, afirmando haver, nos diversos movimentos e espiritualidades, “elementos fundamentais e necessários para uma eficaz e plena renovação estrutural” das paróquias algarvias. Como exemplo aponta o “desprendimento e alegria” do Caminho Neocatecumenal e a “simplicidade, humildade e paz de espírito” de Taizé. “Penso que as «velhas estruturas» das nossas paróquias e de alguns movimentos que trabalham no Algarve têm de se renovar para trazer um discurso mais apelativo e mais de acordo com a realidade concreta do nosso dia-a-dia”, considera, na certeza de que “o ano de 2009 será o ano da mudança, da renovação e da transformação”. Concretamente sobre a espiritualidade de Taizé, de que é conhecido simpatizante e responsável diocesano, afirma ter sido a responsável pelo crescimento dos jovens do concelho de Aljezur. “Taizé abriu-lhes os horizontes cristãos, culturais e humanos. Aproximou-os de Deus e da Igreja. Fê-los crescer nas suas personalidades e ajudou a paróquia de Aljezur a ter uma massa jovem como muitas não têm”, verifica. Reconhecendo de que, com esta experiência de 10 anos, encontrou o seu lugar na Igreja, tem esperança de ainda levar por diante o projecto social que tinha em mente em 1999 a equipa de que fazia parte: a construção de uma casa de acolhimento para crianças abandonadas. “Não está esquecido e os jovens de Aljezur têm um forte desejo de ajudar a concretizá-lo”, conclui. Folha de Domingo

Braga forma animadores de grupos para «segurar» jovens depois do Crisma

Aos poucos, o GPS está a instalar-se na Arquidiocese de Braga como um instrumento ou caminho viável para evitar que os jovens abandonem a Igreja após a celebração do Crisma. Sinal disso é a reunião de mais de meia centena de animadores de grupos de jovens que decorreu ontem no Centro Pastoral da Arquidiocese, com a presença do padre salesiano Rui Alberto, principal dinamizador deste projecto de pastoral juvenil. No início da tarde, o Arcebispo de Braga encontrou-se com os animadores, encorajando-os a prosseguir a formação iniciada, nalguns casos, há cerca de um ano, quando o GPS foi apresentado a jovens de Braga e de outras dioceses do Norte de Portugal. Por seu lado, o Departamento Arquidiocesano da Pastoral de Jovens convidou, no final da reunião de ontem, os grupos de jovens a terem uma maior participação nos «grandes momentos» da Igreja de Braga. Entretanto, os responsáveis deste sector da pastoral diocesana esperam que os párocos respondam ao inquérito relacionado com a existência de grupos de jovens, a sua ligação a movimentos eclesiais e o contacto dos animadores. Em ordem – explicou ao Diário do Minho o padre José Carlos Vilas Boas e Sá – a melhorar a organização da Pastoral Juvenil e a aproximação daquela estrutura às paróquias e arciprestados. A par da resposta àquele inquérito, enviado há cerca de três semanas, os párocos da Arquidiocese de Braga também foram convidados a sensibilizar os animadores dos grupos de jovens para a formação cujo calendário consta no programa anual, que também receberam e que ontem foi dado a conhecer a 53 animadores oriundos de 35 paróquias. Esse programa foi delineado no último Conselho Arquidiocesano da Pastoral de Jovens, realizado em meados de Setembro. “Doze formas diferentes de estar com Deus” (13 de Dezembro); Ceia de Reis, juntando o Departamento Arquidiocesano e as Equipas Arciprestais e os Movimentos (9 de Janeiro); celebração, a nível paroquial, do Dia Mundial da Juventude (5 de Abril); celebração do Dia Arquidiocesano da Pastoral Juvenil, em local a designar (26 de Abril); e Fátima Jovem 2009 (2 e 3 de Maio) – estas são algumas das actividades apontadas no plano pastoral aprovado em 20 de Setembro. Nesse plano consta também a realização da Noite UPS (22-23 de Maio), a peregrinação nocturna de jovens a São Bento da Porta Aberta (25-26 de Julho) e – o que é novidade – a Feira da Palavra (6 de Junho). E também o Dia Diocesano do Animador com tempo para a apresentação de um CD com músicas de mensagem, que será lançado em Portugal em Janeiro do próximo ano por um jovem salesiano. Este CD é uma adaptação de músicas originalmente cantadas em Itália. Durante a manhã, o padre Rui Alberto apresentou as grandes linhas do GPS, programa que engloba material diverso tanto em livro como na internet. À tarde, os animadores foram divididos em grupos de trabalho – nos quais esteve também presente D. Jorge Ortiga –, em ordem a concretizar as metodologias. Formação em duas modalidades No programa de actividades incluído no plano pastoral do Departamento Arquidiocesano da Pastoral de Jovens consta ainda as datas da formação de animadores, que pode ser feita em duas modalidades: um sábado por mês (31 de Janeiro, 28 de Fevereiro, 28 de Março, 18 de Abril e 30 de Maio) ou dois fins-de-semana (21-22 de Fevereiro e 28-29 de Março – neste caso, começa no sábado e termina ao fim da manhã de Domingo). São estas datas que os párocos devem ter em conta ao sensibilizar os animadores para a formação, inscrevendo- os ou motivando-os a fazê-lo. O Departamento Arquidiocesano da Pastoral de Jovens espera resposta até 15 de Dezembro. É com base nos dados recolhidos através dos inquéritos enviados aos párocos que o Departamento Arquidiocesano vai “trabalhar” neste e nos próximos anos. Um trabalho que pode ser resumido com três verbos: equipar, formar e actuar. No primeiro ano, pretende- se consolidar a relação com as equipas arciprestais, acompanhando-as de perto e empenhando-se junto dos assistentes e arciprestes para as formar, onde não existem; pretende-se também estreitar relações com os movimentos eclesiais com ligações à Pastoral Juvenil, como é o caso dos Jovens em Caminhada, Jovens Sem Fronteiras e Convívios Fraternos. Além do inquérito, que permitirá uma “radiografia” da evangelização dos jovens, o Departamento Arquidiocesano da Pastoral Juvenil está a recorrer também à internet e outros meios de comunicação social para tentar alcançar os seus objectivos. Entre os quais, a divulgação das suas actividades.

Porto: Pastoral familiar lança desafios às comunidades

Foi com um misto de alegria e esperança que o Secretariado Diocesano da Pastoral Familiar encerrou o seu Conselho que teve lugar no passado dia 4, nos espaços da Casa Diocesana de Vilar, e que foi presidido por D. João Miranda. De facto, a proposta apresentada pelo Secretariado no final dos trabalhos, aceite por todos e acarinhada por D. João, tem como objectivo a promoção do “acompanhamento dos casais novos”, uma área importante a evangelizar nas nossas comunidades. Será um trabalho a anunciar em próximas reuniões vicariais e a divulgar por correio e no site: http://pastoralfamiliarporto.planetaclix.pt. Arrancará em 2009, naturalmente com a indispensável envolvência dos párocos e dos leigos, tendo por base uma metodologia que preza a aproximação e o contacto e um esquema de reuniões de informação e formação a partir da exposição de temas práticos de reconhecido interesse para esse grupo de jovens famílias, seguida da reflexão da palavra de Deus e de um plenário. O Secretariado quer responder com o lançamento desta dinâmica evangelizadora aos apelos de D. Manuel Clemente, que apontou como lema para 2008/09 “Aprender a missão com S. Paulo”, de modo a que Missão de 2010: “Corresponsabilidade para a Nova Evangelização” possa ser sentida e vivida com intensidade. Foi também entendido em Conselho que o Jubileu dos casais, que temos vindo a celebrar desde 2002, no Dia Diocesano da Família – Dia da Santíssima Trindade – seja precedido, nas respectivas paróquias, de encontros de formação onde se reflicta e aprofunde a teologia do sacramento do matrimónio de modo a que os casais jubilados vivam com mais sentido a eucarística de acção de graças e a entrega de diplomas. O Conselho reuniu perto de 60 pessoas, representantes dos Movimentos (Convívios Fraternos, CPM, Cursos de Cristandade, Encontro Matrimonial, Escola de Pais Nacional, Focolares, Movimento Esperança e Vida e Tempo de Esperança) e das Equipas Vicariais e Paroquiais de Pastoral Familiar. Neste balanço de Conselho foram partilhadas as acções desenvolvidas, referidas algumas dificuldades na acção apostólica e apresentados os planos de acção para o ano pastoral de 2008/2009, verdadeiras manifestações de uma Igreja viva e actuante que motiva e mobiliza. D. João Miranda que, na oração inicial, comentou S. Paulo e a intuição que o mesmo teve de Cristo ao ponto de mudar radicalmente de caminho, tendo vivido duramente inúmeros obstáculos, contrariedades e sofrimentos na acção apostólica que cobriu o mundo do seu tempo, encerrou o Conselho com palavras de agradecimento pelo muito que foi feito e se deseja fazer, afirmando que as dificuldades devem ser encaradas como desafios à criatividade evangelizadora na certeza de a obra é sempre de Deus que se vai servindo dos homens de cada tempo. Com o apoio da Livraria da Fundação da Voz Portucalense, foi feita uma exposição de livros relacionados com a família e com S. Paulo, o que facilitou o contacto directo das pessoas com as diferentes obras editadas e permitiu algumas compras que vão contribuir para a formação a que o cristão se deve sentir motivado. Os nossos agradecimentos à Livraria por esta parceria.

Homilia de D. João Lavrador na Peregrinação Nacional de Jovens do Movimento dos Convívios Fraternos a Fátima

«Deus amou de tal maneira o mundo que entregou o Seu Filho único, para que todo o homem que acredita n’Ele não se perca, mas tenha a vida eterna» (Jo.3, 16). Caros jovens que fizestes a experiência tão rica do Convívio Fraterno, estas palavras que escutámos no Evangelho ligadas ao lema da vossa peregrinação, «Com Maria, viver a Verdade» ajudam-nos a aprofundar a consciência do chamamento que Jesus Cristo nos lança como seus discípulos e, de modo muito particular a vós jovens. Deus ama o mundo, isto é, Deus ama a obra criada por Ele, Deus ama sobretudo o ser humano, homem e mulher, criados à Sua imagem e semelhança. É com o mesmo sentimento de amor que Jesus Cristo nos convida a situarmo-nos no mundo. Porque só no amor, de quem se entrega totalmente, à maneira de Jesus Cristo, se pode penetrar na compreensão mais profunda da verdade de todo o ser, nomeadamente da verdade do ser humano, no reconhecimento da sua dignidade e da sua elevada vocação. É neste contexto do amor que cada um é chamado a analisar o que é bom, o que é verdadeiro e justo, o que convém, e a descobrir a presença vivificante e transformadora do Espírito de Deus e, também, a reconhecer o pecado e o mal que impedem que a criação se manifeste na liberdade dos filhos de Deus. É grande a interpelação que nos é feita, sobretudo a vós jovens, que fizestes a experiência apaixonante do amor de Deus nas vossas vida: estar no mundo, amando-o, não para se limitar a ser como o mundo, como recomenda o Apóstolo, mas para o transformar pela força do Evangelho. Detenhamo-nos um pouco, sempre com um olhar de amor lançado sobre o mundo dos homens e mulheres do nosso tempo, a analisar algumas características que nos proporcionam a possibilidade de sermos autênticos discípulos de Jesus Cristo, seja na auscultação do que o Espírito de Deus está a realizar no meio do mundo, seja nos obstáculos que hoje se colocam à verdadeira realização do ser humano e da sociedade, tal como Deus os pensou: exalta-se, em alguns sectores da cultura actual, de tal modo a liberdade individual que lhe são sacrificados a procura da verdade, do bem e do belo na sua mais profunda fundamentação; realça-se o amor como puro sentimento efémero, sensual e ocasional, sem se sublinhar a verdade do amor que nos constituiu à imagem e semelhança de Deus, que é Amor Inteligente e Livre, porque se dá inteira e permanentemente ao Outro; chega-se a exaltar como valor ético o que é do domínio do apetite subjectivo, pervertendo os princípios últimos que devem reger a natureza humana, como criatura, e como tal obediente e fiel ao Criador que imprimiu nela a orientação e sentido para sua plena realização; o relativismo e o pragmatismo tomaram conta da vida quotidiana e das grandes opções culturais, calando a voz da consciência e as exigências da razão humana que procura caminhar até à Verdade plena; o ser humano, mistério em si mesmo, que só à luz do mistério do Verbo encarnado se esclarece verdadeiramente (cfr. GS, 22), é, em tantas situações actuais, reduzido a um objecto social, económico, politico, psicológico…, numa palavra, pretende-se exaltar o homem como mero objecto material. Mas, em comunhão com todos os homens e mulheres, sentimos um grito a reclamar valores mais profundos e a libertação da amarras que nos oprimem e não nos deixam saborear a autêntica realização que só é possível na comunhão de vida com Deus. É neste contexto que os discípulos de Jesus Cristo, tal como o Mestre, devem proclamar que «Jesus Cristo é o Caminho, a Verdade e a Vida» (Jo. 14, 6) aberto a todo aquele que, acreditando n’Ele, tenha a vida eterna. Tal como afirma João Paulo II «só a liberdade que se submete à Verdade, conduz a pessoa humana ao seu verdadeiro bem. O bem da pessoa é estar na Verdade e praticar a Verdade» (VS, 84). Por isso, aponta como urgência pastoral da Igreja a descoberta do laço essencial entre a Verdade – Bem –Liberdade, perdido, em grande parte, pela cultura contemporânea, e, como tal, oferecer ao homem a possibilidade de redescobri-lo. «A pergunta de Pilatos “Que é a verdade?” emerge também da desoladora perplexidade de um homem que frequentemente já não sabe quem é, donde vem e para onde vai» (VS, 84). Como consequência, conclui «é, assim, que não raro assistimos à tremenda derrocada da pessoa humana em situações de progressiva autodestruição» (VS, 84). Convida-nos, então, a colocarmos o nosso olhar em Jesus Cristo: «A Igreja olha cada dia com amor incansável para Cristo, plenamente consciente de que só n’Ele está a resposta verdadeira e definitiva ao problema moral. De modo particular, em Jesus crucificado, ela encontra a resposta à questão que hoje atormenta tantos homens: como pode a obediência às normas morais universais e imutáveis respeitar a unicidade e irrepetibilidade da pessoa e não atentar contra a sua liberdade e dignidade?(VS 85). Tal como S. Paulo que, ao anunciar a Cruz de Cristo, pregou o Evangelho que foi considerado loucura para os gentios e escândalo para os Judeus, mas é manifestação da sabedoria de Deus para os eleitos, a Igreja vive e proclama a Cristo crucificado como Aquele que revela o sentido autêntico da liberdade, vive-o em plenitude no dom total de si mesmo e chama os discípulos a tomar parte na sua própria liberdade. Todos vós, Jovens Convivas, experimentastes a Verdade de Jesus Cristo Vivo, Amigo e Libertador. É inesquecível a alegria que provocou o encontro amoroso com Ele. Permitam-me que vos convide, neste Santuário, amparados pela mão de Nossa Senhora, contemplando o seu coração Imaculado, porque cheio do Amor do Senhor que a conduziu pelos caminhos da verdade de Deus ao encontro da verdade do homem, a renovardes a mesma experiência de Jesus Cristo actuante nas vossas vidas «Ele que sendo Deus, despojou-se a si próprio, tomando a condição de servo, ficando semelhante aos homens», como afirma S. Paulo, na 2ª Leitura da Eucaristia de hoje; a vos comprometerdes em alimentar esta paixão amorosa por Jesus Cristo, inseridos na experiência de Igreja, em Comunidade, crescendo sempre pessoal e comunitariamente, fazendo verdadeira experiência de grupo apostólico, que tem no seu olhar a evangelização do mundo e o rejuvenescimento da Igreja, e, para tal, colocardes como exigência pessoal uma formação cristã sólida. Neste Santuário de Fátima somos conduzidos pela mão materna de Nossa Senhora, convidando-nos a sermos jovens do nosso tempo, em conversão permanente ao Seu Filho. Não tenhais medo de propordes a vós mesmos e aos outros jovens o caminho da conversão como o único capaz de orientar para o homem novo que todos ansiais e a humanidade tanto espera. Colocai o vosso olhar em Jesus Cristo sempre jovem que ama os jovens com uma ternura incalculável e deixai-vos cativar pelas palavras de Maria que nos segreda: «Fazei o que Ele vos disser» (Jo. 2,5). Amar o mundo, tal como Jesus, é participar activamente nas estruturas da sociedade, oferecendo aos jovens, aos adultos, às crianças e aos idosos a esperança que brota do Evangelho. Todos lamentamos o deficit de participação pública dos cristãos. Por fidelidade à fé cristã, sede vós jovens os primeiros a incentivar os fiéis leigos das vossas comunidades cristãs a esta participação Termino com as palavras que Paulo VI vos dirigiu no final do Concilio Vaticano II: «É em nome deste Deus e do seu Filho Jesus que vos exortamos a alargar os vossos corações a todo o mundo, a escutar o apelo dos vossos irmãos e a por corajosamente ao seu serviço as vossas energias juvenis. Lutai contra todo o egoísmo. Recusai dar livre curso aos instintos da violência e do ódio, que geram as guerras e o seu cortejo de misérias. Sede generosos, puros, respeitadores, sinceros. E construí com entusiasmo um mundo melhor que o dos vossos antepassados. A Igreja olha-vos com confiança e amor». Que Nossa Senhora de Fátima que neste lugar veio interpelar os homens a reconduzirem o seu coração para Deus, nos ensine os caminhos da verdade, do amor, do bem, da beleza, da justiça e da paz. + João Lavrador, Bispo Auxiliar do Porto

Jovens testemunham fé em Fátima

Três grandes grupos de peregrinos realizaram este Domingo a sua peregrinação a Fátima: o Movimento Nacional dos Convívios Fraternos, a Associação Nacional de Coxos e a Federação Portuguesa dos Dadores Benévolos de Sangue, que este ano realizou a sua 11ª peregrinação a este Santuário. No total, registaram-se no Serviço de Peregrinos do Santuário como participantes na Eucaristia Dominical deste dia 14 de Setembro outros 28 grupos de peregrinos oriundos de dez países, incluindo Portugal. Recentemente ordenado Bispo, em 29 de Junho deste ano, na Sé Nova de Coimbra, D. João Lavrador, Bispo Auxiliar do Porto, dirigiu-se sobretudo aos jovens, e muito em particular aos jovens Convivas que integram o Movimento dos Convívios Fraternos, movimento fundado em 1968 que realizou este ano o seu 35º Encontro/Peregrinação Nacional em Fátima. “É grande a interpelação que nos é feita, sobretudo a vós jovens, que fizestes a experiência apaixonante do amor de Deus nas vossas vidas: estar no mundo, amando-o, não para se limitar a ser como o mundo mas, como recomenda o Apóstolo, para o transformar pela força do Evangelho”, exortou D. João Lavrador que se seguida disse ser possivel que cada homem e mulher deste tempo actue como discípulo de Jesus Cristo. Num chamamento para cada um olhe para o mundo com o olhar de Jesus Cristo, e em Cristo, D. João Lavrador pediu aos jovens para que analisem o mundo e experimentem “a verdade de Jesus Cristo”, proclamando à sociedade que “Jesus Cristo é o Caminho, a Verdade e Vida”. “Permitam-se que vos convide, neste santuário, amparados pela mão de Nossa Senhora, contemplando o seu Coração Imaculado, porque cheio do Amor do Senhor que a conduziu pelos caminhos da verdade de Deus ao encontro da verdade do homem, a renovardes a mesma experiência de Jesus Cristo actuante nas vossas vidas ‘Ele que sendo Deus, despojou-se a si próprio, tomando a condição de servo, ficando semelhante aos homens’, como afirma S. Paulo”, disse D. João Lavrador. Na sua interpelação aos jovens, o Prelado disse-lhes também: “Neste Santuário de Fátima somos conduzidos pela mão materna de Nossa Senhora, convidando-nos a sermos jovens do nosso tempo, em conversão permanente ao Seu Filho. Não tenhais medo de propordes a vós mesmos e aos outros jovens o caminho da conversão como o único capaz de orientar para o homem novo que todos ansiais e a humanidade espera”. “Amar o mundo, tal como Jesus, é participar nas estruturas da sociedade, oferecendo aos jovens, aos adultos, às crianças e aos idosos a esperança que brota do Evangelho. Todos lamentamos o deficit de participação pública dos cristãos. Por fidelidade à fé cristã, sede vós jovens os primeiros a incentivar os fiéis leigos das vossas comunidades cristãs a essa participação”, acrescentou D. João Lavrador. Após o momento da comunhão, um grupo de Convivas apresentou um jogo cénico em frente do altar do Recinto de Oração. De forma original, com um tema musical inédito, os jovens, diocese a diocese, e também com representantes vindos de outros países, sublinharam o compromisso e o anseio pela busca da Verdade, e o apoio em Jesus Cristo, representado por uma cruz grande, branca, colocada no centro da representação. O momento foi ocasião para que todos os Convivas presentes no Santuário e as suas famílias renovassem os seus votos de consagração a Nossa Senhora de Fátima. Após a consagração, o Padre Virgílio Antunes, director do Serviço de Peregrinos e Reitor nomeado para o Santuário de Fátima, que entra em funções no próximo dia 25 de Setembro, dirigiu-se aos jovens Convivas dizendo-lhes: “O Santuário de Fátima tem sempre muito gosto em acolher-vos. A vós e a todos os outros jovens que queiram aqui e com Nossa Senhora encontrar tranquilidade e paz para as vossas vidas”. Este movimento dos Convivas nacional já habituou Fátima à sua alegria e dinamismo, e sobretudo ao sentimento de júbilo acente na esperança renovada do sinal de fé aqui deixado pelos jovens Convivas. A cidade acolhe, sempre em Setembro, o testemunho e a fé de jovens representantes de todas as dioceses de Portugal. As ruas e o Santuário de Fátima recebem novo colorido, isto porque uma marca distintiva deste movimento, ao jeito de arco-iris de tamanho nacional, é que cada diocese é representada por uma cor diferente. É também de destacar nesta Eucaristia que a animação musical esteve a cargo de um coro de Dakar, Senegal, que também animou a Eucaristia Internacional Aniversária de 13 de Setembro. Esta Eucaristia, presidida por D. João Lavrador, foi concelebrada pelo bispo irlandês D. John Magge e por 55 sacerdotes. D. Magge, que cumprirá no próximo dia 24 de Setembro 72 anos de idade, é actualmente bispo de Cloyne, na Irlanda. No Vaticano, trabalhou na Congregação para a Evangelização dos Povos, e, depois, desempenhou as funções de Cerimoniário e Secretário dos Papas Paulo VI, João Paulo I e João Paulo II. LeopolDina Simões, Sala de Imprensa do Santuário de Fátima

Convívios Fraternos debatem contributo do Movimento para as Vocações e para a Missão dos Leigos

Conclui-se este Sábado, em Fátima, o II Congresso do Movimento dos Convívios Fraternos, com a presença de cerca de 80 congressistas de todo o País e com os contributos de 4 Bispos da Igreja Portuguesa. Na sequência das conclusões do primeiro dia de Congresso em que se debateram formas de reformar e reforçar a Acção Pastoral do Movimento no dia-a-dia após os Encontros dos Convívios Fraternos e de cujos debates deverão resultar propostas de intervenção concretas para ajudar os jovens a manter e a fazer crescer a sua Fé, em todos os Ambientes com que têm contacto, a começar na Família, passando pela Paróquia, pela Profissão e pelo seu lugar na Sociedade, os Congressistas abordaram desta feita as questões ligadas aos contributos dados pelo Movimento à Pastoral Vocacional e ao empenhamento dos seus membros na sua Missão, como leigos, na Igreja. De acordo com o Pe. Valente de Matos, Fundador do Movimento “Durante 40 anos, o Movimento dos Convívios Fraternos não só enriqueceu a Igreja com tantos casais extraordinários que,, como verdadeiras Igrejas Domésticas, testemunham Jesus Cristo, como deu à Igreja inúmeras vocações sacerdotais e religiosas, hoje comprometidas na Construção do Reino de Deus. É pois chegado o momento de partilhar experiências e de reflectir, com consciência de Igreja, sobre as respostas que os Convívios Fraternos podem e devem dar, primeiro à Evangelização dos seus jovens e casais após o convívio e em seguida à Evangelização e apostolado junto dos outros jovens e casais afastados da Casa do Pai” No segundo dia o Congresso contou com as intervenções dos Bispos D. António Francisco, Bispo de Aveiro, sobre o “Contributo dos Convívios Fraternos à Pastoral Vocacional” e de D. Ilídio Leandro, Bispo de Viseu, sobre “A Missão dos Leigos na Igreja de hoje”. Na sua intervenção, D. António Francisco lembrou que o Movimento dos Convívios Fraternos se propõe a “desenvolver a vocação apostólica e missionária, de modo a comprometer na Evangelização do meio em que se vive, e a aceitar o chamamento de Deus na vida Sacerdotal ou na vida Consagrada”. Neste contexto, salientou a importância dos Movimentos e em particular dos Convívios Fraternos, como um lugar de descoberta e desenvolvimento da Vocação, a juntar a outros como a Família, a Comunidade, os Párocos, a Escola e a Universidade, sendo que aqueles se constituem como um campo fértil e inesgotável de graça vocacional. Em jeito de Conclusão afirmou que “só num ambiente espiritualmente trabalhado é que florescem as Vocações. Sem santidade dos chamados não se ouve o chamamento e sem Santidade vocacional não há vocação” e pediu aos jovens dos Convívios Fraternos, dinamismo apostólico, autenticidade de vida cristã, coerência do testemunho e exemplo de vida e atenção à vos de Deus. D. Ilídio Leandro, que esteve presente no Congresso em representação da Comissão Episcopal Portuguesa, na sua intervenção salientou o facto de que “é necessário anunciar sem ter medo ou vergonha de ser descoberto” e, recorrendo ao Concílio Vaticano II, nomeadamente aos Documentos “Gaudium et Spes” e “Lumen Gentium”, e à Encíclica “Vocação e Missão dos Leigos na Igreja e no Mundo” de João Paulo II, referiu-se à necessidade do jovens serem “profetas e mensageiros de Jesus Cristo” e de ser necessário fazer uma aposta clara na formação dos Leigos Jovens e Adultos. Respondendo aos desafios lançados pela intervenção de D. Ilídio Leandro, os congressistas discutiram posteriormente as formas de concretizar a necessidade de formar os Leigos, os sectores onde seria prioritário fazê-lo e a forma como a Eucaristia de Domingo deve ter consequências e levada para a Vida e para o Mundo, lugar privilegiado da acção apostólica dos Leigos. Para finalizar o dia de trabalho, teve posteriormente lugar a intervenção de. Benjamim Ferreira, Coordenador do Secretariado Nacional do Apostolado dos Leigos e da Família, que definiu as linhas de acção deste organismo e que deu, por essa via, um importante contributo para o alcançar dos objectivos do Congresso.

II Congresso do Movimento dos Convívios Fraternos aborda «crise de valores»

Começou esta Quinta-feira, em Fátima, o II Congresso do Movimento dos Convívios Fraternos, que decorre até 13 de Setembro, no Seminário do Verbo Divino, com a presença de cerca de 80 congressistas de todo o País. Esta numerosa participação espelha a importância que este Movimento tem hoje em dia para a Igreja em Portugal, no Brasil, Angola e Moçambique e entre as comunidades portuguesas do Luxemburgo, Suiça e França, bem como para a Sociedade em geral. No primeiro Congresso, realizado em 2006, concluiu-se que o Convívio Fraterno (dentro do respeito pelas suas linhas gerais e dinâmica) continua a ser um meio apostólico válido e com capacidade para dar resposta aos problemas e angustias dos jovens de hoje e os entusiasmar por Jesus Cristo. No entanto, segundo, o Pe. Valente de Matos, Fundador do Movimento “sente-se hoje nos jovens uma grande crise de valores, um grande afastamento de Deus e consequentemente da Igreja. A afirmação de que a Sociedade de Amanhã será o que for a Juventude de Hoje, dá-nos a certeza de que a renovação e vitalidade da Igreja de amanhã passam pela Evangelização dos jovens de hoje. Este problema, inevitavelmente, deve alertar, responsabilizar e preocupar todos os responsáveis da Igreja. O Pe. Valente de Matos termina referindo: “Todos sentimos, perante o êxodo dos jovens da Igreja, nesta Sociedade consumista e ateia, uma necessidade urgente de lhes anunciar Jesus Cristo e, como nos afirma o Concílio Vaticano II, “são os jovens os predilectos obreiros desse trabalho de Evangelização” (AA12)” Neste primeiro dia o Congresso contou com as intervenções dos Bispos D. António Rafael, Bispo Emérito de Bragança-Miranda, sobre “Os Convívios Fraternos como resposta à Pastoral Juvenil e da Família” e de D. Manuel Clemente, Bispo do Porto, sobre “Novos Desafios à Evangelização dos Jovens de Hoje”. Na sua intervenção, D. António Rafael referiu-se à necessidade de propor novos ritmos aos Jovens nas suas Famílias, Paróquias e Ambientes e de Reforçar os seus Compromissos de Fé, no Domingo, que deve ser o aspecto central da Fé dos Jovens, a par com a Reconciliação e uma Direcção Espiritual adequada. D. Manuel Clemente baseou a sua intervenção no encontro que o Papa Bento XVI teve com o clero de Bressanone em 6 de Agosto de 2008, mais propriamente na resposta que deu a um seminarista que o interpelou acerca de como manter a sua diocese jovem e aberta ao Espírito Santo. Com base nestas intervenções os Congressistas debateram formas de reformar e reforçar a Acção Pastoral do Movimento no dia-a-dia após os Encontros dos Convívios Fraternos. Destes debates deverão resultar propostas de intervenção concretas para ajudar os jovens a manter e a fazer crescer a sua Fé, em todos os Ambientes com que têm contacto, a começar na Família, passando pela Paróquia, pela Profissão e pelo seu lugar na Sociedade.

Programação religiosa nos Media

Programa Ecclesia (De Segunda a Sexta-feira às 18h30, na RTP2) Quinta, dia 11 – Informação e a rubrica O Passado do Presente. Sexta, dia 12 – Entrevista. A análise da Liturgia da Palavra Dominical pelo Pe. Joaquim Carreira das Neves e Maria Armanda Saint-Maurice. Segunda, dia 15 – Entrevista. Início do Ano Escolar. A presença do religioso no ensino e o contributo das escolas particulares e cooperativas. Terça-feira, dia 16 – Informação e Grande Reportagem: projectos da Vida Religiosa. Quarta-feira, dia 17 – Informação 70 X 7 (na RTP2 , às 09h30) Domingo, dia 14 de Setembro Reportagem – Congresso Missionário Narional: perspectivas e desafios para a missão protagonizada pela Igreja Católica em Portugal RTP, RTP2 e RTPi Domingo, dia 14 de Setembro 09h00 – Eucaristia dominical TVI Domingo, dia 14 de Setembro 11H00 – Transmissão directa da Missa do Santuário de Fátima no encerramento do 35º Encontro Nacional do Movimento Juvenil Convívios Fraternos. 12h15 – Oitavo Dia – Em directo de Fátima do encerramento do 35º Encontro Nacional do Movimento Juvenil Convívios Fraternos. Rádio Renascença Domingo: 10:00h – O Dia do Senhor; 11h00 – Eucaristia; 23h00 – Ventos e Marés (informação religiosa). Segunda a sexta-feira: 18h30 – Terço; Sábados: 23h00 – Terra Prometida RDPI e Antena 1 7h00 horas – Programa “Toda a Gente é Pessoa; 8h00 – Missa da igreja de S. João de Brito.

II Congresso do movimento Convívios Fraternos

O movimento de jovens e casais «Convívios Fraternos» vai realizar o II Congresso, cujo lema será «Vai pelo mundo mostrar a tua herança». Nos dias 11, 12 e 13 de Setembro, no Seminário do Verbo Divino, em Fátima, os representantes das diversas dioceses onde o movimento se encontra a trabalhar, bem como dos seus assistentes diocesanos estarão reunidos repensar a acção pastoral do movimento em Igreja. Num comunicado enviado à Agência ECCLESIA, a organização afirma que o Congresso será um momento “necessário e importante” para reflectir sobre “a preocupação central nos Convívios Fraternos e preocupação geral da pastoral da Igreja”. Temas como a pastoral da Juventude, a evangelização dos jovens de hoje e a contribuição do movimento na acção de Igreja são assuntos para reflectir. “O movimento «Convívios Fraternos» apresenta a verdade que é Cristo em união íntima com a Igreja. Somos Igreja, e como escreveu João Paulo II, é a eucaristia que faz a Igreja e a Igreja que faz a Eucaristia. Por isso também é centro e cume na pastoral desenvolvida pelo movimento”. O movimento «Convívios Fraternos» encontra-se representado em todas as dioceses do país (excepto Açores) e está também junto de algumas comunidades migrantes, nomeadamente França, Luxemburgo e Suíça. O movimento também já foi introduzido em países de língua oficial portuguesa, nomeadamente Moçambique, Brasil e Angola. O congresso antecede a peregrinação anual a Fátima do movimento, e será “uma excelente oportunidade de enriquecimento colectivo e de afinação de critérios pastorais e de actuação no processo de evangelização”.