Lisboa: Fundação Betânia promove curso com Emma Ocaña

Lisboa, 17 mai 2017 (Ecclesia) – A Fundação Betânia promove, nos dias 27 e 28 deste mês, um curso orientado por Emma Ocaña sobre «Do medo que paralisa ao medo que desperta»

A iniciativa, a realizar no Centro Cultural Franciscano, em Lisboa, pretende dar uma visão integrada “da maturidade humana e da fé cristã”, lê-se numa nota enviada à Agência ECCLESIA.

Como o medo “é uma emoção que pode ser utilizada para manipular os mais fracos e os paralisar”, a teóloga e psicoterapeuta pretende ajudar a transformar o medo “num lugar de aprendizagem e sabedoria”, sublinha o comunicado.

Emma Ocaña é teóloga, psicoterapeuta individual e de grupo e professora jubilada de psicologia da religião pela Universidade Pontifícia de Comillas e pelo Instituto Superior de Ciências Religiosas e Catequéticas San Pío X de Madrid.

LFS

Igreja/Solidariedade: Fundação Betânia promove oração pelas «vítimas da violência e da barbárie»

Lisboa, 09 out 2015 (Ecclesia) – A Fundação Betânia promove hoje uma vigília de oração pela paz, na igreja do Coração de Jesus, em Lisboa.

Devido ao clamor das vítimas, a entidade organizadora e dinamizada por um grupo de “cristãos conscientes das inúmeras e complexas ameaças à paz” pretende alertar a sociedade para esta problemática, realça um comunicado enviado à Agência ECCLESIA.

A paz é um “bem supremo” que todas as religiões elegem simultaneamente como “horizonte de esperança e como dever de empenhamento, pessoal e colectivo, a que todos os homens e mulheres devem dedicar a sua atenção e cuidado”, sublinha a nota.

Para os cristãos, a paz é, também, “uma dádiva de Deus e um fruto maduro da justiça e da verdade que devem impregnar as relações entre os seres humanos e as suas instituições”, sem esquecer a relação harmoniosa com toda a criação.

Partindo da expressão bíblica «Que fizeste tu do teu irmão?», a Fundação Betânia realiza esta iniciativa em prol da paz, naquela igreja de Lisboa, das 21h30 às 23h00, e orar pelas “vítimas da violência e da barbárie e que elas encontrem o devido socorro nas suas necessidades”.

LFS

Programa Ecclesia do dia 10 de Março de 2011

Audiência de Bento XVI; Fundação Betânia: Encontro sobre «A Civilização e a Economia do Futuro – Reflectir para melhor agir»; Cursos Alpha; O Passado do Presente com D. Manuel Clemente

Programa Ecclesia do dia 6 de Outubro de 2010

Notícias: Semana Nacional da Educação Cristã; Associação Portuguesa de Escolas Católicas debate modelo alternativo de educação sexual nas escolas; Fundação Betânia organizou curso de formação para catequistas; Outubro na “Missão 2010” (Diocese do Porto); Bento XVI visitou a ilha da Sicília pela primeira vez; Missionários Scalabrinianos realizaram assembleia Europa-África em Portugal. (mais…)

Fundação Betânia

Fundação Betânia

Fundação Betânia http://www.fundacao-betania.org/ Celebrando o seu 5º aniversário neste mês de Maio, o sítio da Fundação Betânia é a minha sugestão desta semana. Esta fundação, coordenada pela presidente da Comissão Nacional Justiça e Paz, Drª. Manuela Silva, tem como grandes objectivos: “suscitar a procura de novos alicerces culturais e espirituais”, “criar espaços de beleza, de interioridade e de comunhão que incentivem o encontro mais fundo de cada pessoa consigo própria, com os outros, com a natureza e com o Absoluto” e ainda “catalizar formas de vivenciar e testemunhar estilos de vida fraterna… na fidelidade ao Amor”. Logo ao digitarmos o endereço, aparece-nos o écrã de boas-vindas (welcome screen) com alguns destaques aos quais podemos logo aceder. Depois, ao clicarmos no logotipo da fundação, entramos então no sítio propriamente dito. A estrutura deste espaço virtual é tudo menos ortodoxa, no sentido que os menus laterais ou superiores a que nos habituámos dão lugar a opções mais ou menos espalhadas pelo nosso monitor. Destaco aqui somente aqueles que acho mais reveladores e que demonstram o porquê da existência de um lugar assim no ciberespaço. No item “escrito do mês”, como o nome indica, podemos ler o que a Drª. Manuela Silva tem para partilhar com os leitores a cada mês que passa. Este espaço conta já com mais de meia centena de reflexões que nos podem ajudar a fazer “caminhada de construção de Humanidade e de busca da dimensão espiritual da vida” a outro espaço intitulado “Ler a Bíblia” encontramos mensalmente o estudo de um texto bíblico que pode servir para aprofundamento pessoal da Bíblia e também como elemento de animação da reflexão em grupo ao cargo da teóloga Nicoletta Crosti. Na opção “publicações”, encontramos todos os cadernos Betânia, publicados anualmente e que versam sempre temáticas bastante interessantes. Do lado direito, temos mais algumas opções, todas elas com elevada qualidade versando diversos temas. A título de exemplo, encontramos um texto escrito pelo teólogo espanhol Juan Massiá, que por si só já dá para aferir o nível de exigência das reflexões. Destaco ainda a opção “notas de leitura”, onde é sugerido um livro. Por último, refiro somente o blogue “ouvido do vento”, onde “é possível interagir de maneira espontânea e com fácil acesso, comentando, desenvolvendo e perspectivando os temas abordados e propondo outros por iniciativa de quem os visita”. Este sítio não vive somente deste ou daquele item. Acima de tudo, oferece oportunidades profundamente ricas de reflexão e de conhecimento partilhado. Certamente esta minha sugestão pode tornar-se uma visita regular para podermos crescer enquanto pessoas. CLASSIFICAÇÃO (0-5 estrelas): 3 *** A MANTER: Qualidade dos textos; Regularidade das actualizações; Design atraente; A MUDAR: Possibilidade de assinatura de newsletter / RSS para acompanharmos as publicações no sítio; Estrutura pouco clara e acessível (less user friendly); Pouco amigável; Fernando Cassola Marques fernandocassola@gmail.com 08.Maio.2008

A esperança como forma de vida

Dar lugar à esperança no mundo a que pertencemos. Ser esperança, ter olhares de esperança e assumir essa postura de vida. A Fundação Betânia, através dos encontros de reflexão, quis enaltecer esta virtude fundamental quer para a realização humana, como para a construção do viver colectivo Manuela Silva, Presidente do Conselho de Administração da Fundação Betânia, recorda à Agência ECCLESIA que, na génese da escolha está o autor francês Charles Péguy, que escreveu um poema de exaltação da esperança como virtude. «La petite espérance» personifica a irmã mais nova que leva pela mão as outras duas irmãs – a caridade e a fé. A escolha desta expressão prende-se com a importância de mostrar a esperança como uma virtude a que se dá menos importância, “fala-se mais do amor e da fé”, mas na realidade “é a esperança que conduz a fé e o amor”, adverte Manuel Silva. A realidade que se apresenta dá conta de um mundo que vive frustrado, decepcionado e temeroso – facto compreensível face às grandes transformações e convulsões pelas quais passamos, nota a Presidente da Fundação. Mas porque também os cristãos vivem actualmente o tempo litúrgico do advento, naturalmente o tempo da esperança, a reflexão sobre um olhar positivo merecia espaço. O encontro foi orientado por Artur Morão, antigo professor na Universidade Católica actualmente a leccionar Filosofia no ensino secundário é possuidor de uma vasta espiritualidade e capacidade simples de comunicação, aliada a uma grande cultura, resultando num contributo “muito positivo para a reflexão proposta”. A Encíclica Spe salvi (Salvos na esperança) foi instrumento recorrente no encontro. Após leitura e meditação, Manuela Silva aponta a importância dos conteúdos da Encíclica, acrescentando que todas as comunidades e cristãos deveriam aprofundar e perceber as ressonâncias que a palavra do Papa tem nas situações concretas da vida. O documento faz uma reflexão teológica “fundamental na formação enquanto cristãos”, mas também porque se centra numa análise do mundo “que nos compete fazer”. Especificamente em Portugal, tal reflexão ganha maior importância, nos contextos sociais e eclesiais. Manuela Silva aponta uma sociedade “muito deprimida”, quando se descura o que “de positivo está à nossa volta, que é muito” – a paz, viver com os bens materiais necessários, com progresso económico e científico, ou seja, um mundo cheio de desafios e potencialidades. Manuela Silva não rejeita os muitos problemas que existem por resolver, “mas não é com depressão que eles se resolvem”, antes “vivendo na realidade concreta, sempre no horizonte da esperança”, procurando as soluções para as dificuldades e percebendo o que “está ao nosso alcance”. As pessoas são também elas sinais de esperança, mas a atitude interior de aprofundamento sob a forma de estar na vida confere a positividade, caso contrário “passamos pelos sinais de esperança sem dar por eles”. A Fundação Betânia surge como um espaço privilegiado para o encontro pessoal, com o outro, com o mundo. Espaços de silêncio e interioridade confrontam a pessoa com o que existe de “mais essencial na vida humana”, apresenta Manuela Silva. A Fundação Betânia, a par dos encontros mensais que propõe, acolhe também quem opte por viver um tempo de silêncio e contacto com a natureza. O site na Internet é também um meio privilegiado de comunicação. Recentemente foi inaugurado um espaço virtual “Ler a Bíblia”, orientado por uma teóloga habitual colaboradora da Fundação, Nicoletta Crosti. A par desta novidade, novos conteúdos em espaços habituais como as sugestões de leitura, numa forma de dar cumprimento aos objectivos de reflexão, de interioridade, de cultivo da espiritualidade, evidenciado num testemunho de vida fraterna.

O perdão nas tradições hebraica e cristã

“O milagre do perdão na tradição hebraica e na tradição cristã” é o tema de um encontro de reflexão com a teóloga Nicoletta Crosti, promovido pela Fundação Betânia. Este momento de debate terá lugar a 8 de Setembro, envolvendo várias questões centradas no perdão: “Que lugar para o perdão na nossa vida de mulheres e homens de fé? Há limites para o perdão? O perdão é incondicional? Que relação existe entre perdoar e amar? Que nos dizem as Escrituras?” A iniciativa decorre na sede Fundação: Travessa Deolinda Catarino, nº 5, em Azóia, Colares. Inscrições em http://www.fundacao-betania.org/inscricao_NC.htm A Fundação tem como objectivos suscitar a procura de novos alicerces culturais e espirituais, que conduzam à realização harmoniosa do ser humano, na sua globalidade, e abram caminho a modos de vida e a relações sociais orientadas segundo o primado do amor. As actividades pretendem “catalisar formas de vivenciar e testemunhar estilos de vida fraterna, inspirados pela primazia do Ser, a simplicidade, a gratuidade, a disponibilidade e uma atitude contemplativa activa na fidelidade ao Amor”.

Saber perdoar, caminho de maturidade

A sabedoria de perdoar e perdoar-se foi tema do último curso organizado pela Fundação Betânia. Ao longo dos últimos 10 anos a Fundação tem organizado cursos que visam a maturidade espiritual e humana, nomeadamente, através do aprofundamento de vários temas que proporcionem um crescimento interior. Este último, que teve lugar no passado fim de semana, foi orientado por Emma Ocaña, teóloga e psicoterapeuta que trabalha na área do acompanhamento espiritual e psicológico, e que contribui habitualmente para estas iniciativas. Aberto a todos, a participação encontrou eco junto de pessoas que procuram “um aprofundamento da sua vida espiritual acente na realidade do seu corpo e na relação que estabelecem com os outros”, explica à Agência ECCLESIA, Manuela Silva, Presidente da Fundação Betânia. Cerca de 35 pessoas puderam reflectir sobre o exercício do perdão, mas também “participar em exercícios de relaxamento, meditação e concentração destinados a uma interiorização” do seu próprio trajecto de vida. Esta é uma temática que se relaciona com a maturidade humana. “A capacidade de lidar com o que é externo à pessoa, mas também com as suas frustrações e quebras de relação, é uma forma de pacificação”, elucida. O perdoar é mais do um acto racional, mas implica um processo interior. “Não se trata de esquecer ou desculpar, mas de contextualizar e compreender”, com vista a um maior equilíbrio pessoal e um processo mais amplo. Esta linha orientadora serve de fio condutor ao que a Fundação Betânia pretende promover: formas de alicerçar, cultural e espiritualmente, o homem, na sua globalidade, “abrindo caminho para relações sociais e modos de vida orientadas segundo o primado do amor”, através de espaços de interioridade e comunhão, que proporcionem “encontro mais fundo de cada pessoa consigo própria, com os outros, com a natureza e com o Absoluto”. A década de organização destes cursos anuais, mostra precisamente a preocupação de temas que possam contribuir para “uma vida que não fique na superficialidade dos objectivos diários de cada pessoa, mas viver ao nível do «eu profundo», onde os diferentes «eus» convergem”, sublinha Manuela Silva. Estas iniciativas contam “sempre com uma grande procura”, facto que acaba por condicionar as inscrições. No entanto o público “acaba por ser muito vasto”. Os materiais que têm servido de base a estes cursos, estão disponíveis para consulta e download no site da Fundação Betânia. Este último, estará on line em breve. A conferir em www.fundacao-betania.org

Mulheres debatem contributo feminino para diálogo inter-religioso

Mulheres activas em diferentes cultos vão debater hoje o contributo feminino para o diálogo inter-religioso, destacando a sua especial capacidade para «aproximar as semelhanças, respeitando as diferenças». A iniciativa de organizar um colóquio sobre “O diálogo inter-religioso e as mulheres” partiu do movimento “Nós Somos Igreja”, um grupo de católicos leigos que tem defendido reformas na estrutura hierárquica da Igreja. Em declarações à agência Lusa, Piedade Pinto Correia, membro do movimento, sublinhou o carácter «muito actual» do ecumenismo e da necessidade de um bom convívio entre as várias crenças religiosas, «num mundo onde o radicalismo é cada vez mais evidente». Eva Michel, pastora da Igreja Evangélica Presbiteriana, que também vai intervir no colóquio, considera que as mulheres têm um papel importante na «criação de laços afectivos» entre as diferentes comunidades religiosas. «Fala-se muito em ecumenismo, mas ainda há uma vasta ignorância. O que se vê limita-se aos encontros a nível dos líderes espirituais, que acabam por falar mais dos dogmas e das regras da fé», lamentou. As mulheres não se encontram geralmente nestes altos cargos, mas isso «não as deve desanimar, porque assim podem falar mais da sua experiência religiosa pessoal». Será sobretudo sobre a sua experiência pes-soal de “direitos e deveres iguais” na comunidade Bahá’i (religião com raízes no islamismo) que Maria da Piedade Antunes irá falar hoje à tarde, no Centro Nacional de Cultura. No colóquio, com moderação a cargo de Manuela Silva (Fundação Betânia), está ainda prevista a intervenção de Alfreda Ferreira da Fonseca (Igreja Católica), e Faranaze (Comunidade Ismaelita-Muçulmana).

Fundação Betânia promove encontros de oração

Entre a serra de Sintra e o mar do cabo da Roca, dois pequenos eremitérios disponíveis para quem procura o silêncio e a oração a descoberta do Ser e tempo de gratuidade para saborear o dom da vida. É o local onde se situa a Fundação Betânia, Azoia/Colares, que promove encontros de oração, “encontros onde procuramos aprofundar temas”. O próximo será dia 27 deste mês e terá como tema “A oração como encontro que re-cria a esperança – disse à Agência ECCLESIA Manuela Silva, Presidente da Fundação. “Um tempo de reflexão, meditação pessoal e oração comunitária” – três momentos fundamentais do encontro, a realizar no Tempo Litúrgico do Advento. Na altura da Quaresma e do Pentecostes haverá outros – referiu Manuela Silva. Os encontros passados têm tido “uma boa adesão” apesar do espaço não ter capacidade para muitas pessoas (cerca de 25 pessoas). “Pretendemos promover uma maior interioridade” – frisou. Criada por Escritura pública, em Outubro de 1990, a Fundação Betânia tem como objectivos “suscitar a procura de novos alicerces culturais e espirituais, que conduzam à realização harmoniosa do ser humano, na sua globalidade, e abram caminho a modos de vida e a relações sociais orientadas segundo o primado do amor” – sublinhou. No fundo pretende criar espaços de “beleza, de interioridade e de comunhão, que incentivem o encontro mais fundo de cada pessoa consigo própria, com os outros, com a natureza e com o Absoluto”. Como estão em contacto com a natureza, os participantes tem oportunidade de diminuir “o déficit de contacto com esta, sobretudo para as pessoas que vivem nas grandes cidades”. Um factor “reequilibrante” porque “há um grande déficit de oração” – salienta Manuela Silva. Encontros de formação, na perspectiva de um desenvolvimento pessoal, “aberto à descoberta do Ser e da dimensão relacional da vida humana”.

Fundação Betânia promove encontros de oração

Entre a serra de Sintra e o mar do cabo da Roca, dois pequenos eremitérios disponíveis para quem procura o silêncio e a oração a descoberta do Ser e tempo de gratuidade para saborear o dom da vida. É o local onde se situa a Fundação Betânia, Azoia/Colares, que promove encontros de oração, “encontros onde procuramos aprofundar temas”. O próximo será dia 27 deste mês e terá como tema “A oração como encontro que re-cria a esperança – disse à Agência ECCLESIA Manuela Silva, Presidente da Fundação. “Um tempo de reflexão, meditação pessoal e oração comunitária” – três momentos fundamentais do encontro, a realizar no Tempo Litúrgico do Advento. Na altura da Quaresma e do Pentecostes haverá outros – referiu Manuela Silva. Os encontros passados têm tido “uma boa adesão” apesar do espaço não ter capacidade para muitas pessoas (cerca de 25 pessoas). “Pretendemos promover uma maior interioridade” – frisou. Criada por Escritura pública, em Outubro de 1990, a Fundação Betânia tem como objectivos “suscitar a procura de novos alicerces culturais e espirituais, que conduzam à realização harmoniosa do ser humano, na sua globalidade, e abram caminho a modos de vida e a relações sociais orientadas segundo o primado do amor” – sublinhou. No fundo pretende criar espaços de “beleza, de interioridade e de comunhão, que incentivem o encontro mais fundo de cada pessoa consigo própria, com os outros, com a natureza e com o Absoluto”. Como estão em contacto com a natureza, os participantes tem oportunidade de diminuir “o déficit de contacto com esta, sobretudo para as pessoas que vivem nas grandes cidades”. Um factor “reequilibrante” porque “há um grande déficit de oração” – salienta Manuela Silva. Encontros de formação, na perspectiva de um desenvolvimento pessoal, “aberto à descoberta do Ser e da dimensão relacional da vida humana”.