Ação Católica: Juventude Agrária Rural promove formação de animadores

Lisboa, 23 out 2015 (Ecclesia) – A Juventude Agrária Católica Rural (JARC) agendou dois dias de formação de animadores para “militantes e não militantes”, entre hoje e 25 de outubro, na Casa do Oeste, em Ribamar da Lourinhã.

Num comunicado enviado à Agência ECCLESIA, o movimento informa que a formação de animadores é para jovens a partir dos 16 anos, inclusive, com o objetivo de “reencontrar, reaprender e reerguer a JARC”.

Em reencontrar pretendem “ir ao encontro” das pessoas e dos registos que fazem parte da história da Juventude Agrária Católica Rural para encontrarem “as origens, as razões, os valores” e a sua própria história.

Depois vão “reaprender” a partir do momento em que contactam com a história numa disponibilidade de “querer aprender sobre ela”.

“Não basta falar por alto do lema e dos objetivos da JARC, se não os sabemos aplicar no trabalho que desenvolvemos ao longo do ano, com os nossos grupos base”, alerta o comunicado.

Por fim, o movimento juvenil rural de ação católica quer reerguer-se, ao adquirir estas ferramentas, dando “continuidade” a um percurso e sendo “testemunho” para quem caminha e deseja caminhar com os militantes da Juventude Agrária Católica Rural.

A JARC destaca que “todos podem participar, militantes e não militantes”, na ação de formação em Ribamar da Lourinhã.

A Juventude Agrária Rural Católica é um movimento católico de âmbito internacional que tem como principal objetivo a evangelização dos mais novos e o desenvolvimento do meio rural.

CB

Mundo Rural: Jovens mostram produtos hortícolas e angariam fundos para campos de férias

Lisboa, 04 jul 2011 (Ecclesia) – A Juventude Agrária Rural Católica (JARC) da diocese de Lisboa promoveu, este domingo, uma feira rural em Santa Susana (S. João das Lampas, Sintra) para “mostrar produtos hortícolas e angariar fundos para diversas iniciativas”.

Em declarações à Agência ECCLESIA, Tânia Bruno, animadora diocesana da JARC, referiu que para além da “venda dos produtos vindos da terra”, os participantes mostraram também as suas habilidades “através da música e do teatro”.

A feira rural deu “um grande lucro” que será aplicado para ajudar alguns elementos da JARC que se deslocam cadeiras de rodas, bem como “para os campos de férias”.

Os produtos expostos foram oferecidos pelas pessoas da terra que, através “da sua boa vontade”, são uma “ajuda preciosa” para que este movimento possa executar as suas atividades anuais.

Sendo um meio rural, a maioria dos habitantes de Santa Susana trabalham “na terra” ou “têm uma hortinha em casa”, frisou Tânia Bruno.

A JARC utiliza o método da «Revisão de Vida» – Ver, Julgar e Agir – e tem elementos dos 9 aos 18 anos que após esta faixa etária se tornam animadores do movimento.

Depois de verem o que “está mal” e analisarem “à luz do evangelho” os acontecimentos, os membros deste movimento pretendem “dar respostas que afligem o mundo rural”.

Olhando para a sociedade portuguesa, Tânia Bruno considera que os governos “devem dar mais atenção ao mundo rural” porque “só assim se combate a desertificação”.

LFS

Acção Católica comemora bodas de diamante

No próximo fim-de-semana, 7 e 8 de Novembro, comemorar-se-á o 75º aniversário da Acção Católica no nosso país. As comemorações decorrerão no Porto, com representação de todas as Dioceses.

As bodas de diamante da Acção Católica em Portugal serão comemoradas com dois momentos distintos, integradores, complementares. No sábado, dia 7, está agendado um Forum Nacional dos Movimentos da Acção Católica, com as respectivas direcções e militantes, tendo como objectivo a partilha de projectos e desafios da sociedade e da Igreja de hoje.

Dia 8 de Novembro, terá lugar uma grande celebração comemorativa, uma festa alargada a mais pessoas, procurando envolver também antigos militantes ou simpatizantes da Acção Católica”.

Com a realização deste acto comemorativo pretende-se também relembrar o dinamismo de outros tempos, dar graças a Deus, e pedir-lhe que na renovação da sua igreja e dos seus carismas frutifique todo o esforço e bem-querer que foi, e ainda é, a Acção Católica em Portugal.

A Acção Católica é o nome dado ao conjunto de movimentos criados pela Igreja Católica no século XX, visando ampliar sua influência na sociedade, através da inclusão de sectores específicos do laicado e do fortalecimento da fé religiosa, com base na Doutrina Social da Igreja. Em Portugal foi fundada, em 1932, pelo cardeal Manuel Gonçalves Cerejeira.

Ao dirigir ao Cardeal Patriarca de Lisboa, a 10 de Novembro de 1933, a carta “Ex officiosis litteris”, relativa à constituição e critérios de actuação da Acção Católica Portuguesa (ACP), Pio XI lembrava que, embora “muitos fiéis ainda o ignorem, o apostolado é um dever necessário da vida cristã; e que a Acção Católica (AC) é a forma de apostolado que melhor se adapta às necessidades do tempo actual” (Cf. Moniz, Jorge Botelho – Presença da Acção Católica em Portugal. Boletim da Acção Católica Portuguesa. (1958) 287.).

De referir que, na actualidade, a Acção Católica é constituída pelos seguintes movimentos: ACI (Acção Católica Independente); ACR (Acção Católica Rural); JARC (Juventude Agrária e Rural Católica); JOC (Juventude Operária Católica); LOC/MTC (Liga Operária Católica / Movimento de Trabalhadores Cristãos); MAAC (Movimento de Apostolado de Adolescentes e Crianças) e MCE (Movimento Católico de Estudantes). 

Bodas de Diamante da Acção Católica

Nos dias 7 e 8 de Novembro próximo, comemorar-se-á o 75º Aniversário da Acção Católica, no Seminário do Vilar e no Colégio dos Órfãos, na diocese do Porto. As Comemorações são promovidas pelo Forum Nacional dos Movimentos da Acção Católica, constituído pelos seguintes movimentos: ACI (Acção Católica Independente); ACR (Acção Católica Rural); JARC (Juventude Agrária e Rural Católica); JOC (Juventude Operária Católica); LOC/MTC (Liga Operária Católica / Movimento de Trabalhadores Cristãos); MAAC (Movimento deApostolado de Adolescentes e Crianças) e MCE (Movimento Católico de Estudantes).

Programa
Sábado, dia 7 (Casa Diocesana do Vilar)
14h30 – Acolhimento
15h00 – Oração
15h15 – Abertura dos trabalhos do Fórum Nacional.
15h30 – Apresentação da Vida e Acção de cada Movimento Nacional da AC
17h30 – “Ser Igreja na actualidade” por Isabel Varanda, Professora da UCP
18h15 – Trabalho de grupos: “Os desafios para o futuro”
19h00 – Apresentação das conclusões
20h30 – Jantar
22h00 – Noite cultural

Domingo, dia 8 (Colégio dos Órfãos do Porto)
09h30 – Oração e Abertura das comemorações – D. Jorge Ortiga, Presidente da CEP
10h00 – Painel: Missão Laical e Evangelizadora da Acção Católica
Perspectiva Histórica – Paulo Fontes, Professor da UCP
Papel e Missão dos Leigos na Igreja e no Mundo, vinte anos depois da Christifideles Laici – D. Manuel Clemente, bispo do Porto
Debate
Moderadora – Glória Cardoso, da LOC/MTC e Coordenadora do Movimento de Trabalhadores Cristãos da Europa
10h00 às 13h00 – Os Movimentos de Crianças e Adolescentes terão um programa específico sobre a mesma temática.
14h30 – Partilha pelas crianças e adolescentes do trabalho efectuado durante a manhã
15h00 – “Actualidade dos Movimentos da AC para a Igreja e para a sociedade” – D. António Marcelino, bispo emérito de Aveiro
16h00 – Apresentação das Conclusões Finais
16h15 – Celebração da Eucaristia – D. Jorge Ortiga
17h30 – Encerramento

 

 

Workshop Europeu sobre «aprendizagem ao longo da vida»

No ano 2000, a Comissão Europeia realizou um seminário, (Lifelong Learning). Neste seminário a comissão formalizou noções sobre esta aprendizagem. Mas quais são as atuais práticas de Aprendizagem ao Longo da Vida, na Europa? Quais foram os mecanismos implementados? Quais são as ligações entre essa prática e o diferente sistema educacional Europeu? O workshop europeu organizado pelo MRJC – França que vai decorrer de 21 a 24 de Agosto, em Angers tem como objectivo responder a todas estas questões! Todos os movimentos do MIJARC estão convidados a participar. Para mais informações contactar o Secretariado Nacional da JARC.

Novas tarefas pastorais dos bispos de Lisboa

Com a eleição dum novo bispo auxiliar para o Patriarcado de Lisboa, D. Joaquim Mendes, – será ordenado dia 30 de Março – foram redefinidas as Tarefas Pastorais do Cardeal Patriarca e dos bispos auxiliares, relativas às Áreas Territorial, da Acção Pastoral e do Acompanhamento dos Movimentos de Leigos. Pastoral Territorial D. Tomaz Silva Nunes – acompanha as Vigararias do Termo Oriental: VIII, IX e X. D. Carlos Azevedo – acompanha as Vigararias do Termo Ocidental: V, VI e VII. D. Anacleto Oliveira – acompanha as Vigararias do Oeste: XI, XII, XIII, XVI e XV. D. Joaquim Mendes – acompanha as Vigararias da Cidade de Lisboa: I, II, III e IV. Área da Acção Pastoral Cardeal Patriarca – além da presidência dos Conselhos Episcopal, Presbiteral, Pastoral e dos Assuntos Económicos, tem a responsabilidade directa dos assuntos referentes ao Clero, aos Seminários e aos Serviços de Coordenação Pastoral. D. Tomaz Silva Nunes – acompanha o Departamento da Pastoral Sócio-Caritativa e a Comissão Diocesana da Escola Católica.. D. Carlos Azevedo – acompanha os Departamentos da Evangelização e da Comunicação e da Cultura. D. Anacleto Oliveira – acompanha os Departamentos da Liturgia, da Formação e das Relações Ecuménicas e do Diálogo Inter-Religioso. D. Joaquim Mendes – acompanha o Departamento da Animação Comunitária Movimentos de leigos no Patriarcado de Lisboa Cardeal Patriarca: Associação Cristã de Empresários e Gestores – ACEGE, Associação dos Farmacêuticos Católicos, Associação dos Juristas Católicos, Associação dos Médicos Católicos, Associação dos Professores Católicos, Caminho Neo-Catecumenal, Comunidade Emanuel, Comunidade de St. Egídio, Equipas de Nossa Senhora, Graal, Guarda Portuguesa do Papa, Movimento Comunhão e Libertação, Movimento da Família do Sacerdote, Movimento dos Focolares, Movimento por um Mundo Melhor, União Noelista Portuguesa. D. Tomaz Silva Nunes: Arautos do Evangelho, Associação Católica de Enfermeiros e Profissionais de Saúde, Associação de Doentes Crónicos Católicos, Associação de Formação de Pais, Casais de Santa Maria, Centro de Preparação para o Matrimónio, Corpo Nacional de Escutas, Encontros Matrimoniais, Fraternidade de Nuno Álvares (Seniores – CNE), Leigos para o Desenvolvimento, Liga Intensificadora da Acção Missionária, Mateus 25, Movimento de Defesa da Vida, Movimento Esperança e Vida, Movimento por um Lar Cristão, Movimento Vida Ascendente, Obra de Santa Zita, Serviço de Entreajuda e Documentação Conjugal, Sociedade de S. Vicente de Paulo. D. Carlos Azevedo: Associação Histórico-Cultural Amigos de S. João de Brito, Comunidade Cristã de Aliança “A Boa Nova”, Equipas de Jovens de Nossa Senhora, Instituição Teresiana, Instituto Padre António Vieira, Legião de Maria, Mambré Movimento Eclesial, Movimento Católico de Estudantes (MCE), Movimento Encontros Jovens Shalom. D. Anacleto Oliveira: Acção Católica dos Meios Sociais Independentes (ACI), Acção Católica Rural, Cursilhos de Cristandade, Juventude Agrária e Rural Católica (JARC) e A.C. dos Mais Novos (ACN), Juventude Operária Católica (JOC), Liga Operária Católica, Movimento de Educadores Católicos. D. Joaquim Mendes: Apostolado da Oração, Associação Católica Internacional ao serviço da Juventude Feminina (ACISJF), Associação dos Cooperadores Salesianos, Associação dos Psicólogos Católicos, Casais Missionários da Fraternidade Verbum Dei, Centro de Difusão da Mensagem de Fátima, Comunidades de Vida Cristã, Juventude Alegria de Maria, Liga Eucarística, Movimento Apostólico de Schönstatt, Movimento dos Apóstolos do Imaculado Coração de Maria, Movimento Famílias de Nazaré, Movimento “Fons Vitae”, Movimento Mariano de Oração e Reparação, Movimento da Mensagem de Fátima, Oficinas de Oração e Vida, Renovamento Carismático Católico, Vinha de Raquel.

«Crise de militância» assola juventude agrária

Actualmente, a Juventude Agrária e Rural Católica (JARC) está a atravessar uma «crise de militância», efeito causado por tantas crises que assolam a sociedade actual. A indicação é dada por Sofia Martins, animadora deste movimento na diocese de Lisboa, durante um encontro nacional, que juntou, em Braga, 19 animadores, durante este fim-de–semana, subordinado ao tema geral do movimento “Geração (à) rasca”. O objectivo essencial do encontro era «dar formação aos animadores mais jovens» a partir do método, usado pelos Movimentos da Acção Católica, de revisão de vida (ver, julgar e agir), refere Vera Vieira, animadora da equipa nacional. Para esta responsável, militante do grupo de base de Castelo de Neiva, Viana doCastelo, era necessário dar aos novos animadores «dinâmicas de trabalho mais atractivas» e, nesse sentido, «pedimos a antigos militantes, para falarem aos novos animadores contando a sua experiência de vida em relação ao método de revisão de vida». Durante a formação que terminou ontem, os animadores, analisaram, também, temáticas ligadas aos valores e contravalores dos jovens actuais. Em dois grupos de trabalho debateram questões ligadas à sexualidade e ao alcoolismo na juventude. Este trabalho vai levar à organização de algumas campanhas de sensibilização que os grupos de base poderão projectar, em estreita colaboração e ligação com as paróquias onde se inserem. As dioceses de Braga e Viana do Castelo, juntamente com a de Lisboa, são as que mais militantes abarcam, referem as animadores nacionais, em declarações ao Diário do Minho. Em Braga, existem seis grupos de base do movimento e em Viana do Castelo há dois. «Os grupos de base são a força do nosso movimento» defende Vera Vieira, esclarecendo que toda a estrutura hierárquica do movimento existe como suporte a estes grupos. Nos próximos encontros quer diocesanos quer nacionais, vai ser estabelecido o plano de actividades para 2008. «Porque somos apoiados pelo Instituto Português da Juventude há a necessidade de estabelecer as actividades e de nos regularmos pelo ano civil», afirma Vera Vieira. A JARC é um movimento da Acção Católica dos jovens no meio rural. Actua, como associação de leigos, em colaboração directa com a hierarquia da Igreja, na evangelização dos jovens e na preparação de adolescentes para a futura militância, no organismo que se chama Acção Católica para os mais Novos (ACN). A nível nacional a JARC, incluindo a ACN, conta com cerca de 500 militantes até aos 25 anos. A grande actividade nacional do movimento, refere Sofia Martins, é a realização dos campos de formação e de férias, habitualmente, no período de férias e a “festa nacional”, que reúne todos os militantes, pelos meses de Abril ou Maio.

D. António Marto saúda nomeação do seu sucessor

Caros Diocesanos de Viseu, “Anuncio-vos uma grande alegria: temos Bispo!” É com profunda alegria que vos posso anunciar a nomeação pelo Santo Padre, neste dia 10 de Junho de 2006, do nosso caríssimo Pe. Dr. Ilídio Pinto Leandro para Bispo da querida diocese de Viseu. Já exprimi ao Santo Padre, em nome pessoal e da Diocese, a grande gratidão por este gesto de tão grande benevolência e particular estima, que honra a própria Diocese e o seu presbitério e reconhece as esplêndidas qualidades humanas e sacerdotais do Pe. Ilídio. Ele desempenhou com toda a dedicação ministérios delicados e empenhativos, desde pároco em diversas comunidades a director espiritual do Seminário Maior e presidente do Secretariado do Clero, como colaborador próximo do Bispo. Quero-lhe exprimir toda a gratidão e os melhores votos de felicidade para o ministério episcopal. Posso partir tranquilo e satisfeito. A Diocese não fica órfã, pois é confiada a um pastor generoso e promissor. Peço-vos que acompanheis com a oração este passo importante da vida do Pe.Ilídio. A seu pedido terei a alegria de presidir à sua ordenação episcopal, às 16.30 h, no dia 23 de Julho próximo, aniversário da Dedicação da Igreja Catedral de Viseu. Grato a Deus pela abundância dos seus dons e ao Pe. Ilídio por ser instrumento dócil da Providência, saúdo-vos e felicito-vos com grande alegria do coração, confiando-vos à intercessão da Virgem Maria e de S.Teotónio. Viseu, 10 de Junho de 2006 +António Marto, Administrador Apostólico de Viseu Notas biográficas do novo Bispo de Viseu Ilídio Pinto Leandro nasceu em Pindelo dos Milagres, concelho de S.Pedro do Sul, a 14 de Dezembro de 1950, filho de António Pinto Leandro e de Custódia do Vale. Após frequentar e concluir o Curso de Teologia no Seminário Maior de Viseu, foi ordenado sacerdote em 25 de Dezembro de 1973. Em Junho de 1991, terminou a licenciatura em Teologia Moral, na Academia Alfonsiana, em Roma. Entre as inúmeras actividades pastorais, destacam-se: 1974 – 1975: Prefeito e Professor no Seminário Menor – Fornos de Algodres 1975 – 1982: Prefeito e Professor no Seminário Maior – Viseu 1978 – 1982: Assistente do Agrupamento 102 do CNE e Assistente Adjunto da Região de Viseu 1983 – 1989: Pároco em Torredeita (assumindo, durante algum tempo, Boaldeia, Farminhão e Caparrosa) – Assistente Diocesano da JARC 1986 – 2005: Assistente de Equipas de Nossa Senhora 1989 – 1991: Licenciatura em Teologia Moral – Roma 1992 – 1998: Fundador e Director da Pastoral do Ensino Superior – Viseu (PESV) Director Espiritual do Seminário Maior de Viseu; Presidente do Secretariado Diocesano da Pastoral da Juventude; Capelão e Professor no Centro de Viseu da UCP 1998 – 2005: Pároco em Canas de Senhorim 1999 – 2000: Director do Departamento Nacional da Pastoral da Juventude 1992 – Professor no Instituto Superior de Teologia – Viseu 2001 – Professor no Instituto Superior de Ciências Religiosas de Aveiro 2004 – Presidente do Secretariado Diocesano do Clero 2005 – Pároco em São Salvador, Viseu 2006- Cónego do Cabido da Sé

Combate ao trabalho infantil em debate

A CNASTI – Confederação Nacional de Acção Sobre Trabalho Infantil -, vai promover um debate sobre “10 Anos de união de vontades no combate ao trabalho infantil”. A Presidente da Comissão Executiva, Teresa Costa, refere em nota de imprensa enviada à Agência ECCLESIA que com “esta iniciativa, a CNASTI pretende assinalar o seu 10.º Aniversário, embora, de forma não oficial esta confederação tenha iniciado a sua actividade nos finais dos anos 80”. Este Seminário terá dois momentos distintos: um 1.º Painel sobre o tema “10 Anos de união de vontades no combate ao trabalho infantil”, onde contará com intervenções dos associados colectivos da CNASTI e um 2.º Painel sobre “Exploração infantil – Novas formas de intervenção”, que contará com as intervenções do Prof. Doutor Manuel Sarmento – Associado Individual da CNASTI e da Dra. Joaquina Cadete – PETI (Programa para a Prevenção e Eliminação da Exploração do Trabalho Infantil). Programa Dia 30 de Outubro de 2004, entre as 10.00h e as 17.00h, no Auditório do Sindicato dos Professores do Norte – Braga, Largo Carlos Amarante, Shoping Santa Cruz, 6.º Andar. Início – 10.00 h 1.º Painel: “10 Anos de união de vontades no combate ao trabalho infantil” Intervenções dos Associados colectivos da CNASTI: ACR – Acção Católica Rural ALF – Associação de Ludotecas de Famalicão ALP – Associação de Ludotecas do Porto AML – Associação de Moradores das Lameiras APP – Associação “Os Pioneiros de Portugal” CGTP-IN – Confederação Geral dos Trabalhadores Português – Intersindical Nacional CONFAP – Confederação Nacional das Associações de Pais IAC – Instituto de Apoio à Criança JARC – Juventude Agrária e Rural Católica JOC – Juventude Operária Católica LOC/MTC – Liga Operária Católica / Movimento de Trabalhadores Cristãos UGT – União Geral de Trabalhadores Moderador: Dr. Alberto Campinho – Juiz Desembargador Jubilado Debate 2.º Painel: “Exploração infantil – Novas formas de intervenção” Intervenções de: Prof. Doutor Manuel Sarmento – Associado Individual da CNASTI Dra. Joaquina Cadete – PETI (Programa para a Prevenção e Eliminação da Exploração do Trabalho Infantil) Moderador: Dr. João Lobo Debate Final – 17.00 h

Festa nacional da JARC

Festa nacional da JARC A Juventude Agrária Rural Católica (JARC) realizou a sua Festa Nacional, dia 11 de Maio, em Óbidos, para festejar mais um ano de trabalho. Este encontro “não pretendia ser de avaliação” mas “de convívio” – disse à Agência ECCLESIA Henrique Gomes, elemento da JARC. Uma actividade, congregou mais de 150 participantes de todo o país, que deu a conhecer “a vila medieval de Óbidos” através “de um peddy paper”. Para além deste objectivo “pretendíamos também cativar a juventude de Óbidos para o nosso Movimento” porque “não existe naquela localidade nenhum grupo da JARC” – referiu Henrique Gomes. A nível nacional, salienta este elemento da JARC, estamos “a funcionar bem em três dioceses: Lisboa, Braga e Viana do Castelo” mas “queremos alargar o nosso grupo e aumentar o número de militantes”. Em relação ao lema para este ano, Henrique Gomes sublinha que a Juventude Agrária Rural Católica está empenhada nas “questões do ambiente”. Na zona Oeste da diocese de Lisboa “estamos a sensibilizar as pessoas para a reciclagem e para a utilização dos ecopontos”. Nas dioceses do Norte, os militantes da JARC estão preocupados com a “poluição industrial” e num futuro próximo “farão uma campanha de limpeza de um rio” – concluiu este elemento da JARC.