Advento com Maria: Servas de Nossa Senhora de Fátima – Emissão 15-12-2016

Nesta caminhada de Advento para melhor preparar o natal que chega trazemos à antena quem durante todo o ano tem os olhos postos em Maria, a senhora do Advento.

A irmã Rosária Monteiro é serva de N. Sra. de Fátima há mais de quatro anos e aqui partilha como começou e se deixou levar para ajudar os outros e fazer a paz.

Advento com Maria: Servas de Nossa Senhora de Fátima – Emissão 13-12-2016

Alinhamos neste tempo de espera até ao nascimento do Menino e fomos ao encontro de quem entrega a sua vida a exemplo de Maria.

A irmã Sandra Bartolomeu é serva de N Sra de Fatima há mais de 3 anos. Aqui explica como foi cativada e a sua caminhada diária com Maria, a senhora do Advento.

Vida Consagrada: Servas de Nossa Senhora de Fátima celebram 75 anos da aprovação canónica

Lisboa, 14 out 2014 (Ecclesia) – D. Joaquim Mendes, bispo auxiliar de Lisboa, presidiu ao encerramento das celebrações dos 75 anos da aprovação canónica da Congregação das Servas de Nossa Senhora de Fátima.

“Celebrar 75 anos da aprovação da Congregação é celebrar a obra de Deus, a sua fidelidade na fidelidade da Fundadora e das Irmãs que ao longo destes 75 anos acolheram o carisma, o viveram como uma experiência do Espírito, o conservaram, transmitiram, aprofundaram e desenvolveram em plena sintonia com a Igreja até hoje”, assinalou, numa homilia enviada à Agência ECCLESIA..

O bispo auxiliar de Lisboa citou as palavras do Papa Francisco, no número 13, da Exortação Apostólica “A Alegria do Evangelho” e disse que “a memória é uma dimensão da fé”, por isso, celebrar o jubileu da aprovação canónica é “fazer memória”.

Uma memória que começou a ser trilhada em 1939 pela fundadora da Congregação das Servas de Nossa Senhora de Fátima, Luiza Andaluz, em Santarém, com 25 irmãs e que foi “continuada no tempo por outras irmãs que se foram sucedendo”, destacou na celebração, esta sexta-feira.

“Fazer memória não é deter-se no passado, mas abrir-se ao futuro, numa fidelidade criativa à história que o Senhor quer continuar a fazer com a Congregação”, acrescentou o prelado na homilia publicada no sítio online do Patriarcado de Lisboa.

O bispo auxiliar de Lisboa, padre Salesiano de formação, recordou que este jubileu na vida das irmãs antecede o ano dedicado à vida Consagrada, que foi convocado pelo Papa Francisco e realiza-se entre novembro de 2014 e fevereiro de 2016.

“Nele, o Papa indica por onde deve ir esta abertura ao futuro e os caminhos a percorrer para uma fidelidade criativa”, explicou D. Joaquim Mendes que destaca que “trata-se de reescrever a história, de continuar a renovação proposta pelo Concílio Vaticano à Vida Consagrada”.

No encerramento da celebração jubilar dos 75 anos da aprovação canónica da congregação as religiosas também celebraram os 50 anos de vida consagrada de oito irmãs e os 25 de outra.

As freiras da Congregação das Servas de Nossa Senhora de Fátima para além de Portugal também estão presentes na Bélgica, no Luxemburgo, na Guiné-Bissau, em Angola, Moçambique e Brasil.

CB/OC

Nova geral das Servas de Nossa Senhora de Fátima

O XV Capítulo Geral da Congregação das Servas de Nossa Senhora de Fátima, a decorrer de 16 a 31 de Julho, elegeu como responsável máxima da congregação a Ir. Lucília Gaspar.

A reunião magna, a decorrer em Fátima, pode ser acompanhada no blogue do Capítulo.

O novo governo geral tem a seguinte constituição:

Superiora Geral: Ir. Lucília Gaspar

Assistente Geral: Ir. Mafalda Leitão

Conselheira para a Formação: Ir. Maria Isabel Rodrigues

Secretária Geral: Ir. Hermínia Cunha

Ecónoma Geral: Ir. Maria do Carmo Leitão

As Servas de Nossa Senhora de Fátima foram fundadas em 1923 por Luiza Andaluz, em Santarém.

Institutos de Vida Consagrada reuniram na Guarda

Realizou-se no passado sábado, 2 de Maio, no Centro Apostólico D. João de Oliveira Matos, na Guarda, a primeira Assembleia Vocacional promovida pelo Secretariado Diocesano de Pastoral Vocacional da Diocese da Guarda. Era destinada a todos os Institutos de Vida Consagrada da Diocese, quer femininos quer masculinos, e contou a presença de nove Institutos: Irmãs Hospitaleiras do Sagrado Coração de Jesus, Irmãs Dominicanas de Santa Catarina de Sena, Filhas da Caridade de S. Vicente de Paulo, Instituto de Sta. Doroteia, Irmãs de S. João Baptista e de Maria Rainha, Irmãs Franciscanas de Nossa Senhora das Vitórias, Religiosas do Sagrado Coração de Maria, Servas de Nossa Senhora de Fátima e Liga dos Servos de Jesus. Iniciou-se a manhã com uma oração vocacional. Depois, o Padre Hélder Lopes, responsável pelo SDPV da Guarda, explicou, fundamentado nas “Bases da Pastoral Vocacional” elaboradas pela Conferência Episcopal Portuguesa, o que é Pastoral Vocacional e para que servem estruturas paroquiais, diocesanas e nacionais de Pastoral Vocacional, como por exemplo, o Secretariado Diocesano de Pastoral Vocacional. Depois de feita uma reflexão conjunta, os presentes iniciaram o processo para uma publicação com a identificação de cada Instituto de Vida Consagrada presente na Diocese, e acordaram formas de promover uma programação e calendarização de actividades vocacionais conjuntas, assim como, formas de divulgação das actividades que cada um promove a nível diocesano ou a nível nacional. A avaliação final global foi positiva e, por isso, decidiu-se continuar este tipo de iniciativa, na Diocese. A próxima Assembleia Vocacional realizar-se-á no final de Setembro.

Leigos e consagrados reflectem sobre liturgia na Quaresma

Um encontro de espiritualidade litúrgica juntou em Fátima leigos e consagrados da Congregação das Servas de Nossa Senhora de Fátima. O encontro tinha como objectivo aprofundar e actualizar a formação da Congregação, numa dimensão que lhes é específica, segundo explica um comunicado enviado à Agência ECCLESIA. O encontro abriu com um tema de fundo «A Liturgia enquanto fonte de espiritualidade», da responsabilidade do Cónego Luís Manuel Pereira da Silva, do Patriarcado de Lisboa. Ao longo dos dois dias, seguiram-se os ensaios temáticos sobre «o canto litúrgico da Quaresma» e «o canto litúrgico da Páscoa» da responsabilidade de Alberto Medina de Seiça e de Marco Daniel Duarte que, “além do seu trabalho profissional, são também professores, respectivamente, nas Escolas de Música Sacra de Coimbra e da Guarda”. “Particularmente ricos de beleza e de tranquila interioridade foram os momentos celebrativos, cuidadosamente preparados, nomeadamente a celebração mariana, a celebração da Eucaristia, hora de Laudes, de Vésperas e de Completas”. O comunicado manifesta ainda a “vontade expressa dos participantes repetirem encontros semelhantes”.

ISCRA: Uma escola para servir as pessoas e as comunidades

Direcção, Conselho Científico e Conselho Administrativo do Instituto Superior de Ciências Religiosas de Aveiro (ISCRA) tomaram posse a 9 de Setembro. O Pe. Querubim Silva sucede à Ir. Deolinda Serralheiro como director da escola da Diocese. A Direcção para o triénio 2008-2011 é ainda constituída por Ir. Rosa Machado e Luís Silva. O Conselho Científico é presidido por Jorge Arroteia, enquanto o Conselho Administrativo tem como presidente Joaquim Marques. Na cerimónia de tomada de posse, que decorreu no Seminário de Santa Joana, onde tem sede o ISCRA, D. António Francisco manifestou agradecimento à direcção cessante e “gratidão e confiança” aos membros dos novos órgãos. “Sei que não lhes peço trabalho fácil, é delicada a missão”, disse. O Bispo de Aveiro, que é também presidente do ISCRA, afirmou que a reestruturação dos órgãos directivos sucede após “judiciosas e oportunas reflexões que ajudaram a compreender quanto ao ISCRA se deve e a ele se pede”. Sugestões e propostas do Bispo de Aveiro Num discurso seguido com muita atenção pelos membros dos órgãos directivos, pelos funcionários e por alguns professores, D. António Francisco concretizou dez “propostas e orientações” para a escola de teologia e ciências religiosas da Diocese. Referiu, em primeiro lugar, que “os alunos são a razão de ser” da escola, “são os melhores mensageiros”, pelo que é necessário estar “atento às suas expectativas e propostas”. Lembrou, por outro lado, que a escola nasceu, há 19 anos, da “urgência pastoral de formar pessoas e comunidades”. Por isso, “cumpre-nos ir às fontes de onde nasce o carisma inspirador”. Na mesma linha, salientou que o ISCRA “é uma instituição diocesana, não apenas por ter Aveiro no nome”, e preconizou diálogo e abertura entre a escola e outras instituições da Diocese. O ISCRA deve “olhar, amar e servir” a Diocese, tal como esta (organismos, paróquias, pessoas…) deve ter atitudes recíprocas. No capítulo das relações institucionais, o Bispo de Aveiro recordou que o ISCRA está ligado a uma escola de Madrid (“continuaremos o caminho feito, consolidando-o”), que é necessário reatar o caminho de reconhecimento público no quadro do ensino superior português e que é importante “merecer e solicitar” a aprovação da Conferência Episcopal Portuguesa. Só a partir desse reconhecimento será possível a homologação do instituto pelos organismos do Vaticano – algo que dará uma credibilidade acrescida ao ISCRA. Sublinhou ainda a “acção colaborante e fraterna”, necessária, com a Universidade Católica Portuguesa (aspecto igualmente sublinhado nas breves palavras do presidente do Conselho Pedagógico). D. António Francisco revelou ainda que estão a ser preparados novos estatutos e pediu “capacidade criativa” para que as dificuldades financeiras não cerceiem a actividade da escola e notou que os antigos alunos podem ser protagonistas da divulgação do instituto (“se existiu para eles, contribuam para que exista para outros”). Numa última nota, o Bispo de Aveiro manifestou o desejo de que a biblioteca do ISCRA venha a estar “aberta do Seminário, aos padres, à cidade e à Diocese” e exortou à colaboração com as outras instituições, nomeadamente a Universidade de Aveiro (UA), ainda que o instituto seja pequeno em relação ao “número de alunos, possibilidades e prestígio” da UA. O Pe. Querubim Silva, falando novamente como director do ISCRA (já o fora nos primeiros anos do Instituto), agradeceu aos outros membros da direcção por terem aceitado o convite e assumiu as sugestões de D. António Francisco. Para o futuro da escola, prometeu “sonhar com ambição”, “desenhar com realismo” e “construir com humildade”. [Dando] “passos que não sejam altos no abismo, procuraremos caminhos que enriqueçam o ISCRA”, afirmou. A Ir. Deolinda Serralheiro, que durante os últimos nove anos esteve à frente dos destinos do ISCRA, deixará a Diocese de Aveiro no final de Outubro para assumir novos trabalhos na Casa Geral das Servas de Nossa Senhora de Fátima (SNSF), em Lisboa. Espera-a a redacção de documentos oficiais das SNSF e a supervisão de uma escola que a congregação está a implementar na Guiné-Bissau. Continuará, no entanto, ligada ao ISCRA como membro do Conselho Científico e no acompanhamento de teses de licenciatura. Na sessão, usando da palavra, afirmou: “Senti que Deus muito me ajudou na direcção desta instituição que muito amo”.

Net Rádio Católica cumpre segundo aniversário

A NRC – Net Rádio Católica cumpre no dia 28 de Maio o seu 2.º aniversário. Este ano o evento será celebrado em Fátima na Casa de Missão das Servas de Nossa Senhora de Fátima. A celebração tem lugar a partir das 16h, contando com uma Eucaristia presidida pelo Pe. João Paulo Vaz. Esta celebração, e testemunhos do 2.º aniversário serão transmitidos em directo na Net Rádio Católica. Depois da Eucaristia terá lugar o anúncio das novas e actuais parcerias que estão a apoiar a Net Rádio Católica e,qual a visão e missão da actual equipa que gere o projecto. Mais informações em www.netradiocatolica.com

Número de religiosas em Portugal desceu 23,5 por cento desde 1992

O número de religiosas dos institutos portugueses tem vindo a decrescer na última década e meia, em resultado da forte inserção da mulher no mercado laboral e da possibilidade de viver a religião sem abdicar de constituir família. As estatísticas facultadas pela Conferência dos Institutos Religiosos de Portugal (CIRP) são claras: em 1992 o total de religiosas era de 7.995, tendo decrescido para 7.566 em 1996, depois para 6.797 (2002), em seguida para 6.539 (2004) e cifrando-se em 6.105 em 2006, o que equivale a uma quebra de 23,5 por cento em 16 anos. Estes dados referem-se apenas às congregações de vida activa, ou seja, «àquelas em que as irmãs estão em contacto com o mundo exterior, trabalhando em colégios, hospitais ou paróquias», esclareceu Cidália Costa, do secretariado geral da Conferência dos Institutos Religiosos de Portugal, à Agência Lusa. «É o caso das Irmãs Doroteias, das Missionárias Combonianas, das Irmãs Hospitaleiras do Sagrado Coração de Jesus, das Servas de Nossa Senhora de Fátima, das Irmãs da Apresentação de Maria ou da Companhia de Santa Teresa de Jesus», exemplificou. Excluídas destas estatísticas – por não haver informação recolhida – estão as congregações em regime de isolamento ou clausura, «aquelas em que as irmãs vivem em mosteiros tendo por actividade principal a oração e sem qualquer contacto com o exterior, como acontecia com a Irmã Lúcia», acrescentou a responsável, indicando alguns institutos femininos nesta situação: as Clarissas, as Monjas Carmelitas Descalças, a Ordem da Visitação, as Monjas Beneditinas, as Irmãs Concepcionistas ou as Monjas Dominicanas. O declínio do número total de religiosas é acompanhado da redução do número de formandas que se verifica desde 1996 e apenas foi ligeiramente contrariado em 2006. Entre postulantes (que estão na primeira fase de formação, com a duração de um a dois anos), noviças (que frequentam os dois anos seguintes) e juniores (que estão na terceira fase, que dura de seis a nove anos e tem lugar após serem feitos os votos temporários), o total de formandas era de 660 em 1996 e situava-se nos 235 uma década depois, reflectindo uma queda de 64,4 por cento. Decréscimo também nos institutos masculinos Nos institutos masculinos de vida activa, entre 1992 e 2006 o total de religiosos desceu cerca de 23 por cento (de 2.182 para 1.682) e o número de formandos baixou 65 por cento (de 560 para 195). Os valores mínimos foram registados em 2005, com apenas 227 formandas e 186 formandos, mas a ligeiríssima subida que ocorreu entre esse ano e o seguinte não anima a Irmã Matilde de Jesus Faneca, superior provincial da Congregação das Irmãs de São José de Cluny e vice-presidente da Conferência dos Institutos Religiosos. «A verdade é que as vocações estão a declinar e a pequena subida de 2006 não é suficiente para contrariar essa tendência, até porque, muito provavelmente, deveu-se à entrada de formandos estrangeiros nas congregações portuguesas», reconheceu. A responsável da CIRP convocou o exemplo do Internoviciados de Braga, um centro de estudos com programas para os noviços e noviças dos vários institutos religiosos que «vai fechar em 2009 por falta de formandos». «Este ano, metade dos formandos que lá estão nem são portugueses. Vêm dos Países Africanos de Língua Oficial Portuguesa, de Timor-Leste e de outros países», assinalou. Helena Vilaça, investigadora na área da Sociologia das Religiões com incidência no Pluralismo Religioso, reiterou a possibilidade de o pequeno aumento de formandos em 2006 se dever aos Países Africanos da Língua Oficial Portuguesa e «à Europa de Leste, cujas comunidades têm uma grande proximidade com a Igreja Católica e estabelecem uma colaboração que pode levar à integração de alguns elementos nos institutos religiosos portugueses». Membro do Departamento de Sociologia da Faculdade de Letras da Universidade do Porto, participa no estudo “A Igreja Católica face aos novos desafios éticos, sociais e políticos nos países da Europa Ocidental de tradição católica”, que compara Portugal, Espanha, Bélgica, França e Itália. «Os números referentes aos anos entre 1989 e 2004, inclusive, mostram que, efectivamente, o número de religiosas em Portugal tem vindo a descer, embora essa diminuição seja mais lenta e menos acentuada aqui do que nos outros países estudados», contou à Lusa. Avançando razões que podem explicar a tendência, Helena Vilaça recordou que, no passado, «as mulheres iam para um convento como alternativa à pobreza ou a um casamento forçado, ou seja, não era necessariamente uma questão de vocação mas de condicionantes sociais». «Agora, o cenário é completamente diferente por vários motivos, como o facto de, a partir de 25 de Abril de 1974, as mulheres terem entrado em força no mercado de trabalho e terem passado a intervir mais activamente em diversas esferas sociais, sendo a religião apenas uma delas», afirmou. Além disso, «hoje existem formas de a mulher poder viver a religiosidade sem ter de abdicar de constituir família, podendo participar nas missas como leitora, cantar no coro da igreja ou dar catequese», acrescentou.

Deolinda Serralheiro recebe o Prémio Inovação e Desenvolvimento

A Ir. Deolinda Serralheiro recebeu na passada quinta-feira o Prémio Inovação e Desenvolvimento, atribuído pela primeira vez pelo Secretariado Nacional da Educação Cristã (SNEC). Na cerimónia que decorreu em Fátima, integrada no fórum de apresentação do programa dos novos manuais de Educação Moral e Religiosa Católica (EMRC), D. Tomaz Nunes, bispo que tutela o SNEC, referiu que o prémio pretende “sinalizar o contributo que foi dado do domínio dos manuais de EMRC pela Ir. Deolinda”. O bispo auxiliar de Lisboa considerou os programas em uso nas duas últimas décadas “um marco na história” e agradeceu a Deolinda Serralheiro o trabalho desenvolvido por ela e pela equipa que coordenou. A Ir. Deolinda Serralheiro, natural da Benedita, é religiosa das Servas de Nossa Senhora de Fátima, vivendo desde há uma década na comunidade de S. Bernardo (Aveiro). A sua tese de doutoramento, numa universidade canadiana, versa precisamente o ensino religioso nas escolas públicas portuguesas. Na diocese de Aveiro, entre outras funções, a Ir. Deolinda dirige o Instituto Superior de Ciências Religiosas de Aveiro (ISCRA).

Servas de Nossa Senhora de Fátima celebram 80 anos

A Congregação das Servas de Nossa Senhora de Fátima celebra, este ano, os 80 anos da sua fundação. Foi precisamente a 13 de Maio de 1923 que Luiza Andaluz, fundadora desta Congregação, se reuniu, em Fátima, com o grupo das suas primeiras colaboradoras, para, desde o início, consagrarem a Congregação nascente à maternal protecção da Virgem do Rosário. De Fátima, este primeiro grupo de senhoras seguiu para Santarém, onde iniciou, a 15 de Outubro desse mesmo ano, na casa natal de Luiza Andaluz, o projecto de vida em comum, para darem continuidade à missão que desenvolviam desde há longa data. Olhando para o itinerário da vida de Luiza Andaluz, facilmente descobrimos o rumo que a norteava: “Passar fazendo o bem à imitação do Mestre divino, tornar felizes os que nos rodeiam, que doce programa de vida” (Luiza Andaluz, Pensamentos). Descobrimos ainda a linha orientadora do seu peregrinar terreno e o motor que acciona tal actividade: a fé e o amor a Deus, que no seu coração ardiam permanentemente. Esta paixão por Deus foi crescendo nela e desenvolvendo-se nas duas facetas essenciais da vida cristã: a comunhão com Deus e o serviço dos irmãos, com uma característica profundamente eclesial, ou seja, toda a sua acção será desenvolvida na comunhão da Igreja. – Ao celebrarmos os 80 anos de vida da Congregação, queremos voltar ao ardor evangélico que levou Luiza Andaluz e as primeiras Irmãs a entregarem todas as suas energias para dilatar o Reino de Deus. É mesmo providencial que, nesta celebração dos 80 anos, a Congregação dê início à preparação oficial do XIII Capítulo Geral que se realizará em Julho de 2004. – Este duplo acontecimento – celebração dos 80 anos e abertura do ano capitular – será celebrado em Santarém, na Casa Madre Luiza Andaluz, Casa Mãe da Congregação, no dia 27 de Setembro, de 2003, por ser a data mais apropriada para todas as Irmãs, no início deste ano pastoral e, ao mesmo tempo, mais próxima do dia 15 de Outubro, em que, nesse mesmo local se deu início à vida comunitária, em 1923. Ir. Rosária Cardoso Martins

Família Andaluz

Família Andaluz Em espírito de peregrinação, a Família Andaluz foi a Fátima, dia 25 de Abril, para reflectir sobre a realidade familiar. Ao todo estiveram cerca de 120 Servas de Nossa Senhora de Fátima (das 240 irmãs) e muitas centenas de leigos “que nos ajudam na nossa pastoral” – realçou à Agência ECCLESIA a Irmã Inês Senra, Superiora Geral daquela Congregação. Os participantes recolheram conteúdos de três casais que transmitiram “o seu testemunho de vida”. No fundo situaram-se na dimensão do “humano e transcendente” porque “o crescimento não passa somente pelos aspectos reais”. Dimensões que devem ser “incutidas nos filhos” porque a “vida dos pais fala aos filhos da verdade de vida que são chamados a viver”.

Notícias da diocese de Beja

Pontifical do aniversário da Dedicação da Catedral Em Junho de 1937, D. José do Patrocínio Dias acabava as obras de remodelação da igreja de Santiago, transformado-a em igreja catedral. Só a 30 e 31 de Maio de 1946 é que viria a ser dedicada (sagrada) como igreja catedral, durante as festas do jubileu episcopal de D. José, que foram celebradas em Beja com grandiosidade, trazendo à cidade episcopal muitas figuras ilustres da Igreja, do governo e da sociedade. Por isso o dia 31 de Maio ficou como solenidade da dedicação da Sé de Beja, com pontifical presidido pelo bispo. À noite, no Centro Pastoral de Beja, reuniu o clero residente na cidade episcopal, na sequência dos encontros realizados ao longo do ano, em ordem a uma melhor coordenação do trabalho de conjunto. Desta vez falou-se da pastoral dos bairros periféricos, onde reside grande parte da população. O bispo tomou parte neste encontro, pois a evangelização dessas zonas da cidade vai exigir a sua intervenção. Audiências de avaliação com serviços e movimentos Aproxima-se o final do ano pastoral e também do plano trienal da programação da pastoral diocesana. Estão a decorrer encontros de avaliação com os movimentos e serviços mais importantes da diocese, em ordem a uma nova planificação. Agradece-se sugestões dos colaboradores. Departamento do Património de Beja recebe prémio internacional No dia 3 de Junho o nosso Departamento do Património recebeu o prémio “Europa Nostra” da União Europeia, dotado com 10.00 euros, que foi entregue em Bergen, na Noruega, o que muito nos alegra e que merecerá crónica pormenorizada em Pedra Angular. Notícias de Beja e o bispo com toda a diocese congratulam-se com esta distinção e felicitam os membros do Departamento. Crismas na Póvoa de S. Miguel No dia 5 de Junho, ao fim da tarde, a igreja da Póva de S. Miguel, uma das mais típicas aldeias das margens da lagoa de Alqueva, foi pequena para acolher a comunidade que veio celebrar a sua fé e participar na celebração da missa dominical e do sacramento do Crisma, sacramento que há muitos anos não era administrado nesta terra. Com a vinda das Servas de Nossa Senhora de Fátima para a Amareleja reorganizou-se a catequese de crianças e adultos e nota-se o crescimento da prática religiosa. Foram oito os membros da comunidade que receberam o dom do Espírito Santo e de quem se espera um forte contributo para a vitalidade da Igreja. Como no mesmo dia houve primeiras comunhões na Amareleja, com cerimónias na igreja de manhã e de tarde, cheguei antes do pároco e aproveitei para conhecer melhor os crismandos e catequistas. Depois da celebração na igreja, a família de uma das crismadas serviu um lanche a quem desejou participar. Agenda dos próximos dias No dia 10 de Junho, inauguração da igreja do Cavaleiro, lugar de S. Teotónio. No dia 11 de Junho, o bispo vai participar na festa de Santo António de Vale do Poço, um lugar da margem esquerda do Guadiana, na fronteira entre Serpa e Mértola, cumprindo assim uma promessa da altura da visita pastoral, por não ter podido estar presente na bênção da capela, quando foi inaugurada há dois anos atrás. No mesmo dia 11, às 18,00 horas, vai ser reaberta ao culto a igreja paroquial de Vila Alva, após obras profundas de restauro, a expensas do IPPAR. No dia 12, Crismas em Sines e em Melides. No dia 16 de Junho, em Beja, reunião do Conselho Presbiteral. À noite do dia 16, reunião do SCAP. No dia 17, avaliação da escola de ministérios e último dia de aulas. No dia 18 de Junho, em Beja, reunião do Conselho Pastoral. Também no dia 18, às 18,00 horas, Crismas em Alcaria da Serra, concelho de Vidigueira. No dia 19, crismas em Ermidas e de 20 a 23 de Junho, em Fátima, jornadas dos bispos e assembleia extraordinária da Conferência episcopal. No dia 25 de Junho, de manhã, comemoração do décimo aniversário da capela de Amoreiras Gare e, às 18,00 horas, reabertura da igreja de S. João dos Caldeireiros, concelho de Mértola, após profundas obras de restauro. No dia 26, de manhã, serviço nas paróquias da Salvada e Cabeça Gorda e, de tarde, crismas na paróquia de Nossa Senhora das Neves. No dia 27 começa a última ronda de reuniões arciprestais do ano pastoral. D. António Vitalino, Bispo de Beja

Servas de Nossa Senhora de Fátima intensificaram a oração

As comunidades das Servas de Nossa Senhora de Fátima “intensificaram a oração nestes dias por João Paulo II” – disse à Agência ECCLESIA a Irmã Inês Senra, Superior Geral da Servas de Nossa Senhora de Fátima. João Paulo II quando esteve em Fátima pernoitou na Casa do Carmo e “nós estamos inseridas naquilo que o Santuário de Fátima promover”. Ao funeral “não irá nenhuma delegação portuguesa” mas “temos lá uma irmã (está a fazer a positio da beatificação da nossa fundadora) e pedi-lhe para ela nos representar em Roma”.