Solidariedade: Sociedade de São Vicente de Paulo abriu «Loja Social» na baixa portuense

Porto, 25 mai 2012 (Ecclesia) – A Sociedade de São Vicente de Paulo da Diocese do Porto abriu uma “Loja Social” na Baixa da cidade com o objetivo de acolher e ajudar os mais pobres.

O centro situado na sede diocesana da instituição católica, na Rua de Santa Catarina, inscreve-se também no roteiro de apoio aos sem abrigo, revela o jornal Voz Portucalense.

RJM

Conferência vicentina de Faro pede voluntários para responder à crise

A completar 80 anos de vida, a Conferência Beato Nuno de Santa Maria da Sociedade de São Vicente de Paulo, sedeada em Faro, apela publicamente à colaboração de mais voluntários por serem “cada vez menos, alguns de idade avançada” aqueles que ainda prestam a sua ajuda àquela associação e, consequentemente, aos mais pobres. O apelo, dirigido aos “verdadeiros cristãos, homens e mulheres de boa vontade, com pouca ou muita idade”, é ainda justificado por garantir a organização que está a aumentar o número dos que lhe pedem apoio. “Nesta hora de crise, Ele (Jesus) continua a dizer-nos a todos nós cristãos: «Dai-lhes vós mesmos de comer»”, lembram os responsáveis da Conferência Beato Nuno de Santa Maria com preocupação. “Nem todos poderão fazer tudo, mas todos podem fazer alguma coisa. Juntem-se a nós porque tememos não poder chegar a todos os que solicitam o nosso apoio. Esperamos a vinda de irmãos que colaborem connosco nesta nossa caminhada ao encontro dos com fome, da muita pobreza envergonhada, de idosos com reformas de miséria, dos doentes, dos desempregados, de muitas famílias sem recursos para viverem com o mínimo de dignidade”, explicita aquele núcleo da Sociedade de São Vicente de Paulo. A maior parte do seu trabalho, realizado com veículos particulares dos voluntários e sem qualquer custo para a associação, prende-se com a angariação de alimentos, particularmente em Olhão, que posteriormente são distribuídos domiciliariamente aos carenciados. A Conferência Beato Nuno de Santa Maria explica que o ano passado “foi possível dar uma resposta concreta” à crise económica que já começava a despontar e agradece a todos os que contribuíram. “Embora tivesse aumentado imenso o número daqueles que nos solicitaram apoio, a todos foi possível ajudar. Embora fossem muitas as dificuldades impostas pela Segurança Social no que se refere ao PCAAC – Programa Comunitário de Ajuda Alimentar a Carenciados, a todos demos resposta adequada, fazendo com que a mais de 100 famílias chegasse mais de 6 toneladas de alimentos, provenientes daquele apoio e do Banco Alimentar Contra a Fome”, complementam. Mas para além dos bens alimentares, a ajuda prestada foi ainda composta de outros complementos. “Como em anos anteriores, também distribuímos por muitas famílias pobres mais de 11 mil euros em dinheiro que serviu para as ajudar em pagamentos de rendas de casa e medicamentos”, informa ainda a Conferência Beato Nuno de Santa Maria. Olhando para o Relatório de Contas daquela organização facilmente se percebe que a sua principal fonte de rendimentos são os peditórios, complementados depois com as quotas de subscritores. Com menor peso, mas de igual significado há ainda os contributos particulares e as colectas.

Dia Vicentino em Coimbra

A cidade de Coimbra acolherá, dia 26 de Outubro, as comemorações nacionais do Dia Vicentino. Esta iniciativa será no Salão da Igreja de S. José, naquela cidade. Sendo a Sociedade de São Vicente de Paulo uma associação católica internacional de leigos que “procura aliviar aqueles que sofrem, em espírito de justiça e de caridade, na ocorrência deste evento, o Conselho Central de Coimbra irá homenagear os membros com mais de 25 e 50 anos de dedicação fraterna aos outros” – sublinha um comunicado enviado à Agência ECCLESIA. A Sociedade procura não só aliviar a miséria, mas também descobrir e solucionar as suas causas. A sua ajuda visa todos os homens, sem distinção de religião, opinião, cor, origem ou convicção política. Programa 14H30 – Acolhimento e Abertura da Celebração do Dia Vicentino – Luís Subtil 14H45 – Oração (Pe. Amílcar Aleixo 15H00 – Conferência «As Conferências de São Vicente de Paulo e a Nova Evangelização» – Mons.Vítor Feytor Pinto 16H00 – Intervenção da Presidente do Conselho Central de Coimbra – triz Basto da Silva 16H15 – Entrega de Diplomas aos Irmãos e Irmãs com mais de 25 e 50 anos de acção vicentina Entrega de Diplomas aos Sacerdotes com mais de 25 anos como Conselheiros Espirituais 16H35 – Intervenção do Presidente do Conselho Nacional – Armando João Rocha 16H45 – Intervenção do bispo de Coimbra, D. Albino Mamede Cleto 17H00 – Eucaristia, presidida pelo Bispo de Coimbra e concelebrada por alguns sacerdotes 18H00 – Lanche Partilhado

Filhas da Caridade celebram aniversário no Funchal

Os 150 anos da fundação da Província Portuguesa das Filhas da Caridade de São Vicente de Paulo serão celebrados hoje na Sé do Funchal, com uma Eucaristia solene presidida por D. António Carrilho às 18 horas. No dia 27 celebra-se o dia litúrgico de São Vicente de Paulo, proclamado patrono universal das Obras de Caridade pelo Papa Leão XIII. A Família Vicentina é constituída por mais de duas centenas de Congregações, associações e Movimentos que têm S. Vicente de Paulo como inspirador das suas obras e carismas. Em Portugal, há vários ramos desta Família: Associação Internacional de Caridade, Congregação da Missão; Filhas da Caridade; Sociedade de São Vicente de Paulo; Juventude Mariana Vicentina; Associação da Medalha Milagrosa; e Colaboradores da Missão Vicentina que se dedicam às missões Populares, à Missão Ad Gentes e aos Seminários.

Filhas da Caridade celebram aniversário no Funchal

Os 150 anos da fundação da Província Portuguesa das Filhas da Caridade de São Vicente de Paulo serão celebrados no dia 27 deste mês, na Sé do Funchal, com uma Eucaristia solene presidida por D. António Carrilho às 18 horas. Nessa mesma data celebra-se o dia litúrgico de São Vicente de Paulo, proclamado patrono universal das Obras de Caridade pelo Papa Leão XIII. Entretanto, no próximo sábado realiza-se no Centro Pastoral Paulo VI, em Fátima, o IV Encontro Nacional da Família Vicentina. A Família Vicentina é constituída por mais de duas centenas de Congregações, associações e Movimentos que têm S. Vicente de Paulo como inspirador das suas obras e carismas. Em Portugal, há vários ramos desta Família: Associação Internacional de Caridade, Congregação da Missão; Filhas da Caridade; Sociedade de São Vicente de Paulo; Juventude Mariana Vicentina; Associação da Medalha Milagrosa; e Colaboradores da Missão Vicentina que se dedicam às missões Populares, à Missão Ad Gentes e aos Seminários.

IV Encontro Nacional da Família Vicentina

O IV Encontro Nacional da Família Vicentina realiza-se hoje (dia 20 de Setembro). Este acontecimento terá lugar no Centro Pastoral Paulo VI, em Fátima, começando às 10h00 e terminando pelas 17h30. O dia tem um programa abrangente e diversificado, animado pelos vários Ramos que compõem esta Família. O tema ‘Com Vicente de Paulo, abrir caminhos na Igreja e no mundo’ dará tónica a toda a dinâmica do Encontro (imagem, encenação, oração, celebração e envio), A SSVP e as Filhas da Caridade, de forma mais visível e concreta, apresentarão o seu carisma e a sua acção nos nossos tempos. O Encontro terminará com a Eucaristia presidida pelo Bispo emérito de Portalegre e Castelo Branco, D. Augusto César Ferreira da Silva. A Família Vicentina é constituída por mais de 2 centenas de Congregações, associações e movimentos que tiveram São Vicente de Paulo como fundador, ou o têm como inspirador das suas obras ou carismas. Em Portugal esta Família é formada por 7 Ramos apresentados por ordem da fundação: Associação Internacional de Caridade – AIC (1617); Congregação da Missão – CM (1625); Filhas da Caridade – FC (1633); Sociedade de São Vicente de Paulo – SSVP (1842); Juventude Mariana Vicentina – JMV (1847); Associação da Medalha Milagrosa – AMM (1909) e Colaboradores da Missão Vicentina – CMV (1996). Este grupo nasceu em Portugal e dedica-se às Missões Populares, à Missão Ad Gentes e aos Seminários. São Vicente de Paulo, celebrado liturgicamente a 27 de Setembro foi proclamado pelo Papa Leão XIII patrono universal das Obras de Caridade.

Família Vicentina reúne-se em Fátima

A família vicentina vai reunir-se em Fátima para um dia dedicado ao carisma desta congregação. O Centro Pastoral Paulo VI vai acolher, Sábado, dia 20 de Setembro, o “Dia da Família Vicentina” que integra a realização de diversas actividades, entre elas palestras, encenações e apresentação de testemunhos, terminando com a celebração da Eucaristia, presidida pelo Bispo da Diocese de Leiria-Fátima, D. António Marto. A Família Vicentina é constituída por várias associações que despertam o espírito de São Vicente de Paulo em prol do serviço à Caridade. Em Portugal, esta «família» é constituída por sete ramos: Associação Internacional de Caridade (1617), Congregação da Missão (1625), Filhas da Caridade (1633), Sociedade de São Vicente de Paulo (1842), Juventude Mariana Vicentina (1847), Associação da Medalha Milagrosa e Colaboradores da Missão Vicentina (1996).

Testemunho de jovem animou Conferências Vicentinas de Braga

A falta de jovens nas Conferências Vicentinas voltou a ser referida numa reunião da Sociedade de São Vicente de Paulo, ontem em Braga, que terminou com a intervenção de Helena Rocha – um testemunho que confirmou o afastamento da juventude, mas também evidenciou o protagonismo que ela pode ter na assistência às pessoas mais desfavorecidas. Em Braga, tal como em todo o país, é reduzida a participação de jovens nas Conferências Vicentinas, reconheceu Helena Rocha, que em fins de Janeiro participou em Fátima numa reunião de jovens da Sociedade de São Vicente de Paulo. Neste encontro, que Helena Rocha considerou «pioneiro», debateu-se a formação que os jovens vicentinos têm e a que devem ter, formas de divulgar a Sociedade de São Vicente de Paulo (o que é, o que faz…) e a criação de um sítio na internet, actualizado. «Os jovens têm que atrair os jovens», disse, em jeito de apelo, aquela vicentina de Gualtar, confiante no rejuvenescimento das Conferências Vicentinas. A mesma confiança foi antes manifestada por Manuel Joaquim Palha, que preside ao Conselho de Zona de Braga há poucas semanas. Segundo este dirigente, há jovens com espírito vicentino, mas precisam de ser convocados para as actividades da Sociedade de São Vicente de Paulo. Nesse sentido, sugeriu Helena Rocha, urge actualizar os contactos de quem já pertence às Conferências Vicentinas, constituindo-se assim uma base para atrair mais juventude. Na sua intervenção, Manuel Palha chamou a atenção para os «problemas gravíssimos» que afectam cada vez mais as pessoas e famílias portuguesas. Para piorar a situação, «há muitos oportunismos», o que exige das Conferências Vicentinas maiores cuidados. Ainda segundo aquele dirigente, compete a estas instituições da Igreja «ajudar as pessoas a fazer a gestão dos próprios consumos», pois há «gastos que não são admissíveis». Na abertura da Assembleia Geral da Quaresma das Conferências Vicentinas de Braga, como é designado o encontro ontem realizado no Centro Cultural e Pastoral da Arquidiocese, Manuela Almerinda Marques recordou o lema da Peregrinação de 2008 a Fátima da Sociedade de São Vicente de Paulo: “Viver em verdade”. «A verdade torna-nos bons e a bondade é verdadeira. Não tenhamos medo de afirmar a verdade, sempre que estejam em causa valores que conduzam à justiça, paz, solidariedade, caridade e perdão recíprocos », disse a presidente do Conselho Central. «Enquanto a verdade não for considerada um valor humano essencial, a justiça não cumprirá a sua verdadeira missão. O Senhor chama os seus discípulos a construir a unidade na caridade e na verdade», acrescentou Manuela Almerinda Marques, dirigindo-se à cerca de meia centena de vicentinos e vicentinas ontem reunidos em Braga – quase todos com muitos anos de missão –, a quem também disse: «Devemos dar não tanto algo do que possuímos, mas darmo- -nos a nós próprios. Se assim fizermos, estamos a testemunhar que não é a riqueza material que dita as leis da existência, mas o amor». A peregrinação nacional a Fátima da Sociedade de São Vicente de Paulo realiza-se, este ano, nos dias 19 e 20 de Abril. A fim de melhor identificar os vicentinos da Arquidiocese de Braga, ontem foi sugerido – e aceite – a elaboração de um estandarte. Antes, o cónego António Macedo apresentou uma meditação sobre a Quaresma e a Páscoa, baseando- -se na Mensagem do Arcebispo Primaz publicada na Quarta- feira de Cinzas e que tem como título: “O dar-se como compromisso”. Uma proposta que, explicou aquele sacerdote, resume bem a missão das Conferências Vicentinas.

Braga recebeu presidente das Conferências Vicentinas

O presidente da Sociedade de São Vicente de Paulo (SSVP) em Portugal está a percorrer todas as dioceses, para apelar à unidade e formação dos vicentinos. Sexta-feira, Armando Rocha esteve em Braga para participar na Assembleia da Imaculada Conceição do Conselho Central bracarense da SSVP. Esta reunião ficou marcada pela tomada de posse das novas direcções dos Conselhos de Zona de Braga e do Vale do Pelho (Vila Nova de Famalicão). E também pelas intervenções do padre Paulo Terroso e do cónego António Macedo, assistente diocesano da SSVP, sobre a Exortação Apostólica do Papa Bento XVI acerca da Eucaristia. Na sua intervenção, a presidente do Conselho Central de Braga da SSVP disse que esta rede de solidariedade, criada há quase duzentos anos em França por Frederico Ozanam, «tem cada vez mais razão de existir», porque «nestes dias difíceis que todos vivemos » há pessoas «mais carenciadas, mais humildes, mais marginalizadas». «Para dar os nós desta rede – alertou Manuela Almerinda Marques –, teremos de despir- nos de algumas das nossas pequenas fraquezas, teremos de encontrar força, sabedoria, mas também humildade e compaixão para estarmos à altura dos desafios» lançados pela causa vicentina. Na reunião estiveram presentes cerca de uma centena de pessoas, um número que poderia ser maior, segundo aquela dirigente, se não coincidisse com muitas festas de Natal organizadas pelas Conferências Vicentinas, a base da SSVP. Na sua digressão pelo país, Armando Rocha está também a alertar estes grupos de pessoas dedicadas à ajuda e formação de pessoas carenciadas para a nova forma de funcionamento da Sociedade de São Vicente de Paulo. Com personalidade jurídica desde o início do ano, altura em que tomou posse da direcção nacional, a SSVP vê-se agora confrontada com outros procedimentos contabilísticos e fiscais. Nesta deslocação a Braga, a primeira desde que foi eleito, Armando Rocha disse que os vicentinos devem estar unidos e em permanente formação, «para servir melhor os pobres». Em declarações ao Diário do Minho no final do encontro, o sucessor de Manuel Silva Torres (que exerceu o cargo em vários mandatos) reconheceu que é difícil erradicar a pobreza, mas – acrescentou – «pelo menos, podemos reduzi-la». Armando Rocha revelou que, por iniciativa de um dos vice-presidentes da SSVP, vai haver em todas as dioceses encontros para sensibilizar os jovens para o carisma e actuação dos vicentinos. «Vamos iniciar um trabalho em todas as dioceses para captar jovens para as Conferências Vicentinas, ou então criando Conferências Vicentinas só para jovens», explicou.

Vicentinos realizam espectáculo solidário

O Conselho Central da Sociedade de São Vicente de Paulo, na Diocese do Funchal, organiza um espectáculo de Natal, amanhã, no Colégio de Santa Teresinha. Neste evento artístico, que se iniciará às 20 horas, actuarão a Banda do Caniço e Eiras, Grupo de Folclore de Gaula, “Cantares dos Canhas”, fadista Mónica Pinto, cantor João Luís Mendonça, grupo “Só Rir”, palhaços “Pipocas e Laranjinha”, faquir Xamir, grupo de jovens do Caniço, grupo teatral da Conferência Vicentina dos Canhas e Carvalhal, grupo musical “Reis Magos” e Tuna d´Elas. As receitas deste espectáculo reverterão para os carenciados apoiados pelas Conferências de São Vicente de Paulo na Madeira e Porto Santo.

Dia Diocesano dos Leigos no Funchal

Pela primeira vez vai realizar-se, na Diocese do Funchal, a Jornada Diocesana do Apostolado dos Leigos, que decorre hoje a partir das 09h30 no Convento de Santa Clara. Nesta iniciativa pastoral serão também apresentados os Secretariados Diocesanos, o novo Gabinete de Informação assim como os Departamentos e Sectores, com a presença dos seus responsáveis e membros. Entretanto amanhã realiza-se a peregrinação ao monumento a Cristo Rei, no Garajau, com saída da Igreja do Caniço às 15 horas, sendo celebrada a Eucaristia junto àquele monumento, sendo presidida por D. António Carrilho. Este peregrinação é organizada pelo Conselho Central do Funchal da Sociedade de São Vicente de Paulo. São vários os movimentos que exercem a sua actividade na Diocese do Funchal, cada qual com um carisma diferente mas todos unidos no mesmo ideal: a divulgação da mensagem de Cristo. São eles: Acção Católica dos Meios Independentes (A.C.I.); Acção Católica Rural; Acção Católica dos Enfermeiros e Profissionais de Saúde; Associação dos Cooperadores Salesianos; Associação Portuguesa dos Centros de Preparação para o Matrimónio; Associação de Professores Católicos; Convívios Fraternos; Corpo Nacional de Escutas; Cursilhos de Cristandade; Equipas de Nossa Senhora; Legião de Maria; Liga Eucarístia; Liga Operária Católica; Movimento de Apoio à Grávida; Movimento de Apostolado das Crianças (MAC); Movimento dos Jovens Cristãos da Madeira; Movimento dos Estudantes Católicos Madeirenses; Movimento da Mensagem de Fátima; Movimento dos Educadores Católicos; Movimento Esperança e Vida (MEV); Caminho Neocatecumenal; Obra de Santa Zita; Renovamento Carismático; Sociedade de São Vicente de Paulo; Associação Católica Internacional ao Serviço da Juventude Feminina; ACI; Equipas Jovens de Nossa Senhora; Filhas de Maria; Movimento de Defesa da Vida; Movimento dos Trabalhadores Cristãos; Oficinas de Oração e Vida; Movimento dos Focolares e Movimento Apostólico de Schoenstatt. Há ainda os Institutos Seculares, a Companhia Missionária do Coração de Jesus, os Cooperadoras da Família (Obra de Santa Zita)e as Servas do Apostolados.

Jornada da Cruz e Ícone da Jornada Mundial da Juventude visitam regiões remotas da Austrália

A cruz e o ícone da Jornada Mundial da Juventude – JMJ – andam num périplo pela Austrália desde o dia 1 de Julho de 2007. A contagem decrescente para o encontro entre os jovens e Bento XVI, assinala 251 dias. A diocese de Wilcannia-Forbes, do tamanho da França, recebeu a cruz e o ícone no dia 29 de Outubro, e ali permaneceu até 6 de Novembro. A região é uma das mais remotas do país, pois fica localizada depois da cadeia montanhosa da costa leste do país, caracterizadas pelo clima desértico e pequenos arbustos. A 5 de Novembro, Wilcannia, cidade com 650 habitantes, recebeu em festa os símbolos que acompanham as JMJ. A cidade, um importante entreposto fluvial para o comércio de lã no final do século XIX, é atravessada pelo Rio Darling, o mais longo da Austrália. A maioria dos seus habitantes é da tribo Barkindji de indígenas. Actualmente está a ser realizado um trabalho de resgate da cultura e da língua desse povo nas escolas da região. As crianças aprendem a língua materno, para além do inglês, perto da natureza, nas proximidades do rio. Denise Gersbach, coordenadora da JMJ08 em Wilcannia-Forbes, ofereceu-se para ajudar a sua diocese na caminhada da Cruz e do Ícone assim que soube da possibilidade da passagem dos símbolos. A coordenadora explicou à Agência Zenit, que viveu “momentos comoventes nesses dias”, relembrando um rapaz numa cadeira de rodas que assistia à passagem da cruz e que pode tocá-la. A primeira vez que o padre Chris Ryan viu a Cruz da JMJ foi em 1992, quando tinha 12 anos e o símbolo, na altura, caminhava pela Austrália a caminho de Manila, nas Filipinas. O sacerdote explica que jamais esperava poder vir a coordenar a jornada da Cruz, “fiquei muito entusiasmado pela oportunidade”. Entrega da Cruz e do Ícone De Wilcannia, os símbolos da fé católica que viajam pela Austrália, foram para a cidade de Broken Hill, local onde fica a catedral da diocese. A cidade de 20 mil habitantes, foi, durante muitos anos, uma terra de grande exploração mineira de prata e zinco. A Cruz e o Ícone de Nossa Senhora foram levados em procissão pelas ruas da cidade. Durante a manhã do dia 6, decorreu a oração das laudes com a comunidade local diante dos sinais da JMJ08 entre esculturas de pedra no topo de uma montanha no meio do deserto. Para a jovem Pialyn Selosa, a presença da cruz ajuda os católicos a ver como Jesus venceu a morte. “É um símbolo muito significativo para a nossa fé cristã”, disse. A Cruz e o Ícone foram entregues depois para a Arquidiocese de Adelaide numa missa celebrada na noite do dia 6. De lá, ela vai passar ainda por outras 14 dioceses antes de chegar a Sydney para acolher os peregrinos e o Papa. História da Cruz e do Ícone A Cruz da Jornada foi entregue pelo Papa João Paulo II aos jovens em 1984, para ser um sinal do amor de Cristo pela humanidade, sendo transportada desde a primeira JMJ em 1985. Em 2003, o Papa entregou aos jovens o Ícone de Maria para acompanhar a cruz. Os símbolos foram já carregados por vários jovens de todo mundo e visitou locais muito significativos, como o Ground Zero, em Nova Yorque, onde ficavam as torres gémeas do World Trade Center, destruídas em 11 de Setembro de 2001, e no Ruanda, local de um dos mais terríveis genocídios da actualidade. Em cada local a cruz levou a mensagem de Cristo de paz, esperança e reconciliação. Cada pessoa que se encontra com a Cruz e o Ícone da Jornada, na Austrália, recebe uma pequena cruz, que será entregue aos peregrinos durante a JMJ08. Essas lembranças são feitas pelos voluntários da Sociedade de São Vicente de Paulo do estado de New South Wales, no sudeste australiano, que até hoje contabilizam cerca de 500 mil cruzes. Mais informações sobre a história da Cruz e do Ícone da Jornada podem ser encontradas no site oficial www.wyd2008.org Com Zenit