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    <title>Agência Ecclesia</title>
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    <description>Agência de Notícias da Igreja Católica em Portugal</description>
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    <copyright>Copyright 2009 Agência Ecclesia</copyright>

    <lastBuildDate>2010-3-16 1:14:6</lastBuildDate>
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      <title>Ag&#234;ncia Ecclesia</title>
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      <title>Música antiga, uma utopia ou uma conquista?</title>
      <link>http://www.agencia.ecclesia.pt/cgi-bin/noticia.pl?id=78353</link>
      <description> O antigo Secret&#225;rio de Estado da Cultura e director-adjunto do Servi&#231;o de M&#250;sica da Funda&#231;&#227;o Calouste Gulbenkian &#233; um dos melhores conhecedores do panorama musical portugu&#234;s &#8212; e internacional. Investigador de renome e comunicador ex&#237;mio, Rui Vieira Nery encontra-se ligado, desde a g&#233;nese, ao Festival Terras sem Sombra de M&#250;sica Sacra do Baixo Alentejo, que tem nele um observador muito atento. Em edi&#231;&#245;es anteriores j&#225; tra&#231;ou as coordenadas de grandes correntes da m&#250;sica do mundo. Agora, em Beja, ir&#225; explorar o di&#225;logo entre as sonoridades do passado e as viv&#234;ncias est&#233;ticas, nem sempre as mais profundas, dos dias de hoje. Pensado como uma pequena "hist&#243;ria da m&#250;sica" em que cada um das suas edi&#231;&#245;es constitui um novo cap&#237;tulo desse magno livro, o Festival Terras sem Sombra de M&#250;sica Sacra apresenta todos os anos uma confer&#234;ncia de fundo, destinada a servir de enquadramento &#224; programa&#231;&#227;o da respectiva temporada. "A M&#250;sica Antiga e a M&#225;quina do Tempo: Redescoberta, Releitura, Reinven&#231;&#227;o" &#233; o tema que ir&#225; ser desenvolvido por Rui Vieira Nery, professor da Universidade de &#201;vora, a 20 de Mar&#231;o, pelas 17.30 horas, na igreja de Nossa Senhora dos Prazeres, em Beja, um dos espa&#231;os cl&#225;ssicos do Festival.Rui Vieira Nery nasceu em Lisboa em 1957. Iniciou os estudos musicais na Academia de M&#250;sica de Santa Cec&#237;lia e prosseguiu-os no Conservat&#243;rio Nacional de Lisboa. &#201; Licenciado em Hist&#243;ria pela Faculdade de Letras de Lisboa (1980) e doutor em Musicologia pela Universidade do Texas em Austin (1990), que frequentou como Fulbright Scholar e bolseiro da Funda&#231;&#227;o Calouste. De 1985 a 2000 ensinou no Departamento de Ci&#234;ncias Musicais da Universidade Nova de Lisboa e de 1992 a 2007 foi Director-Adjunto do Servi&#231;o de M&#250;sica da Funda&#231;&#227;o Calouste Gulbenkian. &#201; actualmente Professor Associado do Departamento de Artes da Universidade de &#201;vora, investigador do Instituto de Etnomusicologia &#8212; Centro de Estudos de M&#250;sica e Dan&#231;a e Director do Programa Gulbenkian "Educa&#231;&#227;o para a Cultura".Como music&#243;logo, &#233; autor de diversos estudos sobre Hist&#243;ria da M&#250;sica Portuguesa, dois dos quais receberam o Pr&#233;mio de Ensa&#237;smo Musical do Conselho Portugu&#234;s da M&#250;sica (1984 e 1992), bem como de largo n&#250;mero de artigos cient&#237;ficos publicados em revistas e obras colectivas especializadas, tanto portuguesas como internacionais. Exerce tamb&#233;m uma actividade intensa como conferencista, no plano nacional como em v&#225;rios pa&#237;ses da Europa, nos Estados Unidos e no Brasil. Os seus temas de investiga&#231;&#227;o incluem a problem&#225;tica do Maneirismo e do Barroco na M&#250;sica Ib&#233;rica e Latino-Americana e os processos de interpenetra&#231;&#227;o cultural na M&#250;sica Portuguesa, do vilancico &#224; modinha e ao fado. &#201; autor de "Para uma Hist&#243;ria do Fado" (2004), dos cap&#237;tulos sobre Portugal, Espanha e Am&#233;rica Latina na "History of Baroque Music", de George Buelow (Indiana University Press, 2004), e da colec&#231;&#227;o de ensaios "Pensar Am&#225;lia" (2009).Entre Outubro de 1995 e Outubro de 1997 desempenhou as fun&#231;&#245;es de Secret&#225;rio de Estado da Cultura no XIII Governo Constitucional. Foi condecorado em Outubro de 2003 pelo Presidente da Rep&#250;blica Portuguesa, Jorge Sampaio, com a Comenda da Ordem do Infante D. Henrique por servi&#231;os prestados ao estudo da Cultura portuguesa. &#201; acad&#233;mico correspondente da Academia Portuguesa da Hist&#243;ria.Departamento do Patrim&#243;nio Hist&#243;rico e Art&#237;stico da Diocese de Beja</description>
      <pubDate>2010-03-15 16:54:53</pubDate>
      <category>Nacional</category>
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    <item>
      <title>Caritas Diocesana do Algarve procura novos caminhos para combater a pobreza e exclusão social</title>
      <link>http://www.agencia.ecclesia.pt/cgi-bin/noticia.pl?id=78352</link>
      <description> No pr&#243;ximo dia 20 de Mar&#231;o, ter&#227;o lugar no Centro Pastoral e Social de Ferragudo as IX Jornadas Diocesanas de Ac&#231;&#227;o S&#243;cio-caritativa, promovidas pela Caritas Diocesana do Algarve., subordinadas ao tema geral "Combater a pobreza e a exclus&#227;o social &#8212; novos caminhos".
 A primeira confer&#234;ncia, com in&#237;cio previsto para as 10h00, ser&#225; da responsabilidade do presidente do Instituto da Seguran&#231;a Social, Edmundo Martinho que vir&#225; ao Algarve para apresentar as medidas p&#250;blicas no combate &#224; pobreza e exclus&#227;o social, seguindo-se uma comunica&#231;&#227;o do jornalista da SIC Joaquim Franco sobre as perspectivas de inova&#231;&#227;o social.
 Da parte da tarde os trabalhos ser&#227;o retomados pelas 14h30 com a interven&#231;&#227;o de Manuela Silva, anterior presidente da Comiss&#227;o Nacional Justi&#231;a e Paz e secret&#225;ria de Estado do Planeamento do I Governo Constitucional, concluindo a jornada com Rita Valada Marques, directora da Caritas Portuguesa.</description>
      <pubDate>2010-03-15 16:43:15</pubDate>
      <category>Nacional</category>
    </item>
    <item>
      <title>Plano de redução do défice público seria «bem diferente» se «família funcionasse bem»</title>
      <link>http://www.agencia.ecclesia.pt/cgi-bin/noticia.pl?id=78351</link>
      <description> O bispo de Beja est&#225; convencido de que "as medidas do plano especial que a Uni&#227;o Europeia exigiu &#224; Gr&#233;cia e a Portugal, para p&#244;r em ordem as contas p&#250;blicas, seriam bem diferentes se a fam&#237;lia funcionasse bem".
 Na nota semanal para a R&#225;dio Pax enviada &#224; Ag&#234;ncia ECCLESIA, D. Ant&#243;nio Vitalino salienta que "as presta&#231;&#245;es sociais, que consomem grande parte dos dinheiros p&#250;blicos, seriam menores, se orientadas para e atrav&#233;s da fam&#237;lia".
 Na an&#225;lise do prelado, o modelo constitu&#237;do por "pai, m&#227;e, filhos, av&#243;s, netos, na linha da descend&#234;ncia sangu&#237;nea" &#233; o &#250;nico que "deveria preocupar o Estado".
 "Se apoiarmos a fam&#237;lia natural &#8212; refere o bispo de Beja &#8212; muitos problemas na educa&#231;&#227;o, no sistema educativo, no campo laboral, pol&#237;tico, cultural, social e religioso e at&#233; mesmo no econ&#243;mico, ser&#227;o solucionados pacificamente."
 O apoio e protec&#231;&#227;o que "as sociedades e os governos" devem dar a "essa primeira organiza&#231;&#227;o b&#225;sica natural" n&#227;o implica que se ignorem diferentes tipos de agregado, desde que sejam ressalvadas as disparidades.
 "As minorias que fazem outras op&#231;&#245;es devem ser respeitadas, mas isso n&#227;o nos deve levar a alterar a natureza das coisas, tratando-as com os mesmos nomes e do mesmo modo", sublinha D. Ant&#243;nio Vitalino numa mensagem que tem por cen&#225;rio a Jornada da Fam&#237;lia, realizada este S&#225;bado em Beja.
 O texto relaciona a prioridade que o Estado deve dar &#224; "c&#233;lula b&#225;sica da sociedade" com os 50 anos de sacerd&#243;cio do religioso carmelita Henrique Martins, assinalados no dia 12 de Mar&#231;o.
 "&#201; espantoso como um homem, sem bens pr&#243;prios, mas com grande esp&#237;rito eclesial e social, conseguiu catapultar vontades e meios, para ajudar as fam&#237;lias a realizar a sua miss&#227;o, sobretudo nos seus elementos mais d&#233;beis, crian&#231;as, jovens e idosos", diz D. Ant&#243;nio Vitalino acerca do padre respons&#225;vel pelas par&#243;quias de Salvador de Beja e de Santa Vit&#243;ria.</description>
      <pubDate>2010-03-15 16:24:40</pubDate>
      <category>Nacional</category>
    </item>
    <item>
      <title>Vaticano assegura rigor no tratamento de casos de pedofilia</title>
      <link>http://www.agencia.ecclesia.pt/cgi-bin/noticia.pl?id=78350</link>
      <description> O promotor de Justi&#231;a da Congrega&#231;&#227;o para a Doutrina da F&#233;, do Vaticano, saiu em defesa de Bento XVI, afirmando que acusar o Papa de esconder factos sobre casos de pedofilia &#233; "falso e calunioso".
 Em entrevista publicada pelo jornal "Avvenire", da Confer&#234;ncia Episcopal Italiana, citada pelo Vaticano em comunicado de imprensa, Mons. Charles J. Scicluna precisa que "s&#243; em 2001 o delito de pedofilia voltou a ser da nossa exclusiva compet&#234;ncia".
 Nesse ano, o ent&#227;o prefeito da Congrega&#231;&#227;o para a Doutrina da F&#233;, Cardeal Joseph Ratzinger, enviou uma carta aos Bispos de todo o mundo sobre os "delitos graves" reservados a este dicast&#233;rio da C&#250;ria Romana.
 Segundo Mons. Scicluna, "o Cardeal Ratzinger demonstrou sabedoria e firmeza na hora de tratar destes casos. Ele foi mais al&#233;m, dando mostras de grande coragem e enfrentando algumas situa&#231;&#245;es muito dif&#237;ceis".
 "Portanto, acus&#225;-lo de esconder factos &#233; falso e calunioso", atirou.
 O respons&#225;vel pelo minist&#233;rio p&#250;blico do tribunal do antigo santo of&#237;cio diz que nos &#250;ltimos nove anos houve "cerca de tr&#234;s mil casos de sacerdotes diocesanos e religiosas" acusados de delitos relacionados com pedofilia, cometidos nos &#250;ltimos cinquenta anos, em particular nos EUA.
 Mons. Charles Scicluna precisa que "cerca de 60% dos casos se referem a actos de 'efebofilia', ou seja, atrac&#231;&#227;o f&#237;sica por adolescentes do mesmo sexo; 30% a rela&#231;&#245;es heterossexuais e os restantes 10% &#224; verdadeira pedofilia, ou seja, uma atrac&#231;&#227;o sexual por rapazes imp&#250;beres".
 "&#201; preciso reconhecer que o fen&#243;meno n&#227;o &#233; t&#227;o extenso como se quer fazer acreditar", indica.
 Na maior parte dos casos, devido &#224; idade dos acusados, n&#227;o houve processo, mas medidas administrativas e disciplinares &#8212; como a obriga&#231;&#227;o de n&#227;o celebrar Missa com fi&#233;is e de n&#227;o confessar ou de levar uma vida retirada e de ora&#231;&#227;o.
 O promotor de Justi&#231;a da Congrega&#231;&#227;o para a Doutrina da F&#233; sublinha que n&#227;o se trata de "absolvi&#231;&#245;es", embora n&#227;o seja "uma condena&#231;&#227;o formal".
 "Se se obriga ao sil&#234;ncio e &#224; ora&#231;&#227;o, algum motivo haver&#225;", sublinha.
 Em 10% dos casos, "particularmente graves", foi o pr&#243;prio Papa a assumir "a dolorosa responsabilidade de autorizar um decreto de demiss&#227;o do estado clerical". Noutros casos, na mesma percentagem, foram os pr&#243;prios cl&#233;rigos acusados a pedir essa dispensa.
 Mons. Charles Scicluna responde ainda &#224; quest&#227;o da prescri&#231;&#227;o destes casos, ap&#243;s 10 anos, que se come&#231;am a contar quando a v&#237;tima cumpre 18 anos de idade.
 "A praxis indica que o per&#237;odo de 10 anos n&#227;o &#233; adequado a este tipo de casos e seria desej&#225;vel um regresso ao sistema precedente da imprescritibilidade dos delitos mais graves", admite o respons&#225;vel pelo minist&#233;rio p&#250;blico do tribunal da Doutrina da F&#233;.
 A este respeito, no entanto, Mons. Scicluna sublinha que Jo&#227;o Paulo II concedeu em 2002 a faculdade de derrogar a prescri&#231;&#227;o, caso a caso, a pedido de cada Bispo, algo que &#233; "habitualmente concedido".
 Quanto ao "segredo instrut&#243;rio", este respons&#225;vel explica que o mesmo serve para "proteger a boa fama de todas as pessoas envolvidas, acima de tudo as pr&#243;prias v&#237;timas".
 "A Igreja n&#227;o gosta de justi&#231;a espect&#225;culo, mas a normativa sobre os abusos sexuais nunca foi entendida como proibi&#231;&#227;o de den&#250;ncia &#224;s autoridades civis", prosseguiu.
 A este respeito, ali&#225;s, Mons. Charles Scicluna precisa que as indica&#231;&#245;es do Vaticano s&#227;o para que os Bispos "respeitem a lei" quando conhecem crimes cometidos pelos seus sacerdotes e os denunciem &#224;s autoridades judiciais.</description>
      <pubDate>2010-03-15 16:23:52</pubDate>
      <category>Internacional</category>
    </item>
    <item>
      <title>Cáritas Portuguesa homenageada na Mesquita de Lisboa</title>
      <link>http://www.agencia.ecclesia.pt/cgi-bin/noticia.pl?id=78349</link>
      <description> A C&#225;ritas Portuguesa foi homenageada na Mesquita de Lisboa, pela comunidade isl&#226;mica. Eug&#233;nio Fonseca, Presidente da C&#225;ritas, recebeu um diploma que real&#231;a o trabalho desta institui&#231;&#227;o da Igreja Cat&#243;lica, junto dos mais pobres e em situa&#231;&#245;es de emerg&#234;ncia.
 A homenagem &#224; C&#225;ritas Portuguesa e a outras entidades e individualidades por trabalhos de m&#233;rito na sociedade portuguesa aconteceu durante a cerim&#243;nia de comemora&#231;&#227;o dos 25 anos da Mesquita de Lisboa.
 Eug&#233;nio Fonseca, surpreendido com a homenagem, destaca &#224; Ag&#234;ncia ECCLESIA a responsabilidade acrescida e o incentivo "para prosseguir o trabalho no mesmo sentido que conduziu a nossa ac&#231;&#227;o at&#233; agora".
 A homenagem reflecte "que a ac&#231;&#227;o da Caritas responde universalmente". Eug&#233;nio Fonseca afirma ser "significativo" o facto de o reconhecimento chegar por "iniciativa de outra religi&#227;o".
 O Presidente da C&#225;ritas Portuguesa adianta ser sua inten&#231;&#227;o ver possibilidades de estreita colabora&#231;&#227;o com a religi&#227;o isl&#226;mica. Ainda sem caminhos pensados, Eug&#233;nio Fonseca diz que a C&#225;ritas "vai ponderar formas de, em conjunto, construirmos uma sociedade mais justa e fraterna".
 Os 25 anos da Mesquita de Lisboa foram assinalados este Domingo, dia 14. Este ano marca a constitui&#231;&#227;o da primeira Mesquita desde o S&#233;culo XV em que os mu&#231;ulmanos e judeus foram expulsos da Pen&#237;nsula Ib&#233;rica.
 A celebra&#231;&#227;o contou com a presen&#231;a de Jos&#233; S&#243;crates, Primeiro-Ministro que reafirmou valores de humanismo e de toler&#226;ncia em Portugal.
 "O Estado portugu&#234;s &#233; um Estado laico, mas n&#227;o somos uma sociedade laica", afirmou o Primeiro-Ministro, segundo avan&#231;a a r&#225;dio Renascen&#231;a.
 Jos&#233; S&#243;crates explica que a sociedade portuguesa &#233; "tolerante". "Somos um povo humanista, um povo a quem uma hist&#243;ria de expans&#227;o e inclus&#227;o ensinou o valor da diversidade e o valor da multiculturalidade".
 O Primeiro Ministro disse ainda, na sua interven&#231;&#227;o, que a sociedade portuguesa pode orgulhar-se da sua "liberdade religiosa, respeito e da toler&#226;ncia pela diferen&#231;a".
 Tamb&#233;m Abdul Vakil, presidente da Comunidade Isl&#226;mica Portuguesa, referiu a liberdade de consci&#234;ncia que Portugal vive.
 "Vivemos uma &#233;poca de liberdade de consci&#234;ncia consagrada na Constitui&#231;&#227;o Portuguesa e, naturalmente, a liberdade religiosa veio abrir uma nova dimens&#227;o no relacionamento entre os crentes de todas as f&#233;s".
 Na sua interven&#231;&#227;o, Abdul Vakil referiu mesmo orgulhar-se de Portugal pelo "exemplo de conviv&#234;ncia harmoniosa e fraterna entre todos os seus cidad&#227;os independentemente da sua religi&#227;o, etnia ou cultura".</description>
      <pubDate>2010-03-15 15:49:31</pubDate>
      <category>Nacional</category>
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    <item>
      <title>Curso de introdução às grandes religiões</title>
      <link>http://www.agencia.ecclesia.pt/cgi-bin/noticia.pl?id=78348</link>
      <description> O Centro Nacional de Cultura (CNC), em Lisboa, promove um curso de introdu&#231;&#227;o &#224;s grandes religi&#245;es. Durante os meses de Abril e Maio, em sete sess&#245;es, v&#225;rios peritos debru&#231;ar-se-&#227;o sobre o Hindu&#237;smo, Budismo, Juda&#237;smo, Cristianismo, Islamismo e F&#233; Bah&#225;`i.O di&#225;logo entre culturas e religi&#245;es &#233; reconhecidamente um dos grandes desafios do mundo actual e das nossas sociedades multiculturais e multi-religiosas, dependendo dele que a globaliza&#231;&#227;o econ&#243;mica e tecnocient&#237;fica se acompanhe da promo&#231;&#227;o de uma cultura da compreens&#227;o, da paz e da fraternidade &#224; escala planet&#225;ria.Programa 7 de Abril -Hindu&#237;smo Saroj Parshotam14 de Abril-Budismo Paulo Borges28 de Abril-Judaismo Alan Hyat5 de Maio-Cristianismo Fr. Bento Domingues12 de Maio-Islamismo Sheik David Munir19 de Maio-F&#233; Bah&#225;'i Ivone F&#233;lix Correia</description>
      <pubDate>2010-03-15 15:38:24</pubDate>
      <category>Nacional</category>
    </item>
    <item>
      <title>Igreja é última realização da vontade de Deus antes do fim do mundo</title>
      <link>http://www.agencia.ecclesia.pt/cgi-bin/noticia.pl?id=78347</link>
      <description> O Cardeal Patriarca afirmou este Domingo que a Igreja "&#233; a &#250;ltima realiza&#231;&#227;o" da vontade divina antes do final dos tempos e que ela &#233; tamb&#233;m, para Deus, "a &#250;ltima esperan&#231;a" de ter um povo que lhe seja fiel.
 Na quarta catequese quaresmal deste ano, proferida na S&#233; Patriarcal, D. Jos&#233; Policarpo sublinhou que todos os membros da Igreja s&#227;o chamados de "povo sacerdotal" porque "a santidade da sua vida &#233; o verdadeiro culto que Deus espera".
 Por outro lado, referiu o prelado, Deus quer que a Igreja seja mediadora entre Ele e toda a humanidade, favorecendo a "realiza&#231;&#227;o &#250;ltima" do des&#237;gnio divino, isto &#233;, o desejo "de reunir, no fim, todos os homens num s&#243; Povo, que o louvem, contemplem a sua gl&#243;ria e experimentem a alegria do amor".
 Ao enunciar alguns marcos do Antigo e do Novo Testamento, o Cardeal Patriarca recordou a progressiva manifesta&#231;&#227;o do desejo de Deus e evocou a sua realiza&#231;&#227;o definitiva, que se concretizar&#225; pela eternidade atrav&#233;s do "verdadeiro culto".
 Para D. Jos&#233; Policarpo, a revela&#231;&#227;o da vontade divina para a humanidade &#8212; que acontece ao longo da chamada "Hist&#243;ria da Salva&#231;&#227;o" &#8212; &#233; uma "manifesta&#231;&#227;o da persist&#234;ncia de Deus", que "n&#227;o desiste de vir um dia a ter esse povo que Ele deseja, que O louve com toda a sua vida".
 No entender do Cardeal Patriarca, "os pecados da Igreja nunca anular&#227;o a fidelidade de Jesus Cristo".
 "N&#227;o h&#225; perigo de mais uma desilus&#227;o para Deus, porque a Igreja &#233; Cristo, identifica-se com Cristo, a sua fidelidade &#233; a de Cristo, a for&#231;a que a move &#233; o pr&#243;prio Esp&#237;rito de Cristo", assinalou.
 Como resposta &#224; ac&#231;&#227;o divina, Deus espera da Igreja uma "atitude sacerdotal", que contribua para que os seus membros possam "sentir j&#225; na hist&#243;ria a alegria da intimidade com Ele".</description>
      <pubDate>2010-03-15 15:24:19</pubDate>
      <category>Nacional</category>
    </item>
    <item>
      <title>O cristianismo no Império Português</title>
      <link>http://www.agencia.ecclesia.pt/cgi-bin/noticia.pl?id=78346</link>
      <description> O Centro de Estudos de Hist&#243;ria Religiosa (CEHR) da Universidade Cat&#243;lica Portuguesa promove um Semin&#225;rio de Hist&#243;ria Religiosa &#8212; &#201;poca Moderna sobre &#171;O Cristianismo no Imp&#233;rio Portugu&#234;s&#187;. De 16 de Mar&#231;o a 16 de Novembro, v&#225;rios historiadores nacionais e estrangeiros far&#227;o confer&#234;ncias, na UCP, sobre este per&#237;odo da hist&#243;ria.
 Programa Sess&#227;o n&#186; 1 - Dia 16 de Mar&#231;o Sess&#227;o abertura: Apresenta&#231;&#227;o do tema do semin&#225;rio anual &#8226; Franciscanos no imp&#233;rio: Epistemologia, rotinas historiogr&#225;ficas e paisagens invis&#237;veis - &#194;ngela Barreto Xavier (ICS Lisboa)Sess&#227;o n&#186; 2 - Dia 20 de Abril &#8226; Os te&#243;logos e o imp&#233;rio portugu&#234;s no s&#233;culo XVI - Giuseppe Marcocci (Scuola Normale Superiore - Pisa, It&#225;lia)Sess&#227;o n&#186; 3 - Dia 18 de Maio &#8226; Evangelizar o Mundo: miss&#245;es e mission&#225;rios portugueses no imp&#233;rio - Federico Palomo (Universidade Complutense de Madrid e CEHR)Sess&#227;o n&#186; 4 - Dia 15 de Junho &#8226; O clero regular em &#193;frica - Manuel Lobato (Instituto de Investiga&#231;&#227;o Cient&#237;fica Tropical, Lisboa)Sess&#227;o n&#186; 5 - Dia 20 de Julho &#8226; Comunicar o cristianismo pela arte no Oriente - Alexandra Curvelo (Fac. de Ci&#234;ncias Sociais e Humanas da Univ. Nova de Lisboa) &#8226; Os catecismos jesu&#237;ticos e a difus&#227;o do cristianismo no Oriente: os casos de Goa e do Jap&#227;o - Silvana Pires (Doutoranda na Universidade de Alcal&#225; (Espanha) e CHAM, Lisboa)Sess&#227;o n&#186; 6 - Dia 21 de Setembro &#8226; O padroado portugu&#234;s: meios e conting&#234;ncias da projec&#231;&#227;o do cristianismo - Andr&#233; Ferrand de Almeida (CEHR, Lisboa)Sess&#227;o n&#186; 7 - Dia 19 de Outubro &#8226; Estruturas de enquadramento do cristianismo: o episcopado no Brasil de Setecentos - Evergton Sales Souza (Universidade Federal da Bahia, Brasil)Sess&#227;o n&#186; 8 - Dia 16 de Novembro Sess&#227;o de encerramento &#8226; O cristianismo no imp&#233;rio portugu&#234;s: modos de evolu&#231;&#227;o e adaptabilidade - John Russel-Wood (Herbert Baxter Adams Professor of History na John Hopkins University, Baltimore, Estados Unidos da Am&#233;rica)</description>
      <pubDate>2010-03-15 15:07:03</pubDate>
      <category>Nacional</category>
    </item>
    <item>
      <title>Papa não sairá de Roma durante o Verão</title>
      <link>http://www.agencia.ecclesia.pt/cgi-bin/noticia.pl?id=78345</link>
      <media:content url='http://www.agencia.ecclesia.pt/imgs/bo/palacio_castelgandolfo.jpg' medium='image'/>
      <description> A sala de imprensa da Santa S&#233; anunciou que Bento XVI n&#227;o sair&#225; de Roma, durante o pr&#243;ximo Ver&#227;o, passando as suas f&#233;rias na resid&#234;ncia pontif&#237;cia de Castel Gandolfo, nos arredores da capital italiana.
 O Papa agradeceu os diversos convites que recebeu para passar algumas semanas de descanso em diversas localidades dos Alpes, &#224; imagem do que aconteceu no passado, mas revelou preferir "come&#231;ar imediatamente o per&#237;odo estival de repouso e estudo sem o compromisso de outras viagens".
 O pal&#225;cio de Castel Gandolfo era carinhosamente designado como "Vaticano 2" por Jo&#227;o Paulo II e &#233;, curiosamente, maior do que o Estado da Cidade do Vaticano. Os romanos chamam &#224; regi&#227;o onde est&#225; inserida a resid&#234;ncia os "castelos romanos", por causa das constru&#231;&#245;es que as fam&#237;lias da nobreza ali levantaram.
 Cada castelo tem o nome do senhor da fortaleza - no caso da resid&#234;ncia pontif&#237;cia era a fam&#237;lia Gandulfi, natural de G&#233;nova. Cerca de 1200, os Gandulfi constru&#237;ram o seu pequeno castelo que, no s&#233;culo seguinte passou para a fam&#237;lia Savelli, a qual manteve esta edifica&#231;&#227;o at&#233; 1596.
 Nesse ano, por causa de uma d&#237;vida que a fam&#237;lia n&#227;o conseguiu pagar ao Papa Clemente VIII (1592-1605), a propriedade passou para o Papa e, em 1640, declarada propriedade da Santa S&#233;.
 Urbano VIII (1623-1644) decidiu transformar o Castelo na sua resid&#234;ncia de ver&#227;o, adaptando e ampliando a velha fortaleza.
 Em 1870, com o fim do Estado Pontif&#237;cio, a resid&#234;ncia foi abandonada e esquecida, mas a assinatura dos Pactos Lateranenses (1929) Castel Gandolfo voltou a ser resid&#234;ncia estival dos Papas. Nessa altura foram adquiridos o complexo da Villa Barberini e algumas propriedades vizinhas para dar vida &#224; actual explora&#231;&#227;o agr&#237;cola.
 As pessoas que ali trabalham durante todo o anos s&#227;o cerca de 60, entre jardineiros, tratadores de &#225;rvores, agricultores, electricistas e pessoal da manuten&#231;&#227;o. Apenas 20 pessoas, contudo, residem na propriedade.</description>
      <pubDate>2010-03-15 15:06:11</pubDate>
      <category>Internacional</category>
    </item>
    <item>
      <title>Sofrimento de Cristo continua a existir, diz Bispo do Funchal</title>
      <link>http://www.agencia.ecclesia.pt/cgi-bin/noticia.pl?id=78344</link>
      <description> "O sofrimento da humanidade, em qualquer tempo, circunst&#226;ncia e lugar" pode entrar em "comunh&#227;o, com o sofrimento de Cristo a caminho do Calv&#225;rio", disse D. Ant&#243;nio Carrilho a prop&#243;sito da Prociss&#227;o que este Domingo &#224; tarde percorreu algumas ruas do Funchal.
 "O significado profundo desta Prociss&#227;o enquadra-se em pleno tempo quaresmal e recorda momento dolorosos entre Maria, representando toda a humanidade, e Cristo no caminho da cruz", a quem podemos "confiar todos os nossos sofrimentos", explicou.
 Ainda segundo o Bispo do Funchal, "no caminho da cruz apontamos a esperan&#231;a para a Ressurei&#231;&#227;o e todo o tempo quaresmal, com o convite &#224; penit&#234;ncia e &#224; convers&#227;o coloca-nos diante dos olhos, e em projecto, a meta final desse caminho" que &#233; "a consci&#234;ncia e o cora&#231;&#227;o renovados".
 O objectivo &#233; "fazer imensas coisas, uma nova sociedade e contribuir para a civiliza&#231;&#227;o do amor", disse em breves declara&#231;&#245;es ao "Jornal da Madeira".
 Nestas circunst&#226;ncias, tamb&#233;m se pode "transpor o encontro de Cristo com a sua M&#227;e para a realidade actual, em qualquer tempo e lugar, para as situa&#231;&#245;es concretas em que as pessoas vivem."
 "No cora&#231;&#227;o das pessoas est&#225; este sofrimento que se entrega; e todos os anos, nesta Prociss&#227;o, recordam-se os mesmos passos, o mesmo projecto de comunh&#227;o com o sofrimento de Cristo redentor", sublinhou.
 Na sua mensagem, D. Ant&#243;nio Carrilho deixou ainda "uma palavra de esperan&#231;a, de conforto e solidariedade para todos quantos est&#227;o a sofrer", nomeadamente as pessoas e fam&#237;lias madeirenses mais afectadas pelo recente temporal.</description>
      <pubDate>2010-03-15 14:58:47</pubDate>
      <category>Nacional</category>
    </item>
    <item>
      <title>Famalicão encerrou ciclo de conferências Quaresmais</title>
      <link>http://www.agencia.ecclesia.pt/cgi-bin/noticia.pl?id=78343</link>
      <description> Realizou-se no passado domingo, dia 14 de Mar&#231;o, a &#250;ltima das quatro Confer&#234;ncias Quaresmais, promovidas pelo Arciprestado de V. N. de Famalic&#227;o.
 Sendo estas Confer&#234;ncias subordinadas a uma tem&#225;tica fundamental na vida e na viv&#234;ncia e celebra&#231;&#227;o da f&#233; de todos os crentes, os Sacramentos, e depois das tr&#234;s primeiras terem sido orientadas pelo Bispo Auxiliar de Braga, D. Manuel Linda, foi a vez de D. Jorge Ortiga, Arcebispo Primaz, abordar com especial cuidado o Sacramento da Eucaristia, onde Cristo Se torna presente e vivo para Se dar sobre o altar, como outrora na Cruz, sendo, assim, evoca&#231;&#227;o plena e perfeita do mist&#233;rio pascal.
 A Confer&#234;ncia, tal como as anteriores, desenrolou-se integrada num momento de ora&#231;&#227;o, iniciando com a proclama&#231;&#227;o da passagem referente &#224;s primeiras comunidades crist&#227;s, retirada do livro dos Actos dos Ap&#243;stolos.
 Escutada a Palavra, foi a partir da mesma que D. Jorge Ortiga procurou explicar e sensibilizar para o Sacramento da Eucaristia, fazendo sempre um paralelismo entre a forma como as primeiras comunidades crist&#227;s viviam e celebravam este Sacramento e o modo como n&#243;s o fazemos hoje.
 Assim, o prelado come&#231;ou por intitular a Eucaristia como "a gra&#231;a de Jesus por excel&#234;ncia", isto &#233;, trata-se de "um Sacramento particularmente especial, uma vez que &#233; atrav&#233;s do mesmo que Jesus, tendo encarnado, revela que quis ficar connosco, tornando-Se presente no p&#227;o e no vinho eucar&#237;sticos".
 No entanto, e tal como referiu, "corremos o risco de, caindo na rotina, n&#227;o percebermos o encontro profundo com Deus, vivido na Eucaristia".
 Deste modo, tal como "os primeiros crist&#227;os agiam na certeza de que Jesus estava presente na Eucaristia, tendo-a como um tesouro, &#224; qual eram ass&#237;duos, tamb&#233;m n&#243;s hoje n&#227;o devemos ver a Eucaristia como um preceito, uma obriga&#231;&#227;o ou um peso. Devemos tamb&#233;m n&#243;s ser ass&#237;duos &#224; frac&#231;&#227;o do p&#227;o".
 Prosseguindo na sua abordagem, D. Jorge levantou uma quest&#227;o: "Porque diminui o n&#250;mero de pessoas que frequentam a Eucaristia?" Na resposta apresentada admitiu que "pode dever-se &#224; opini&#227;o que as pessoas possam ter acerca de um ou outro padre", mas admitiu que depende, sobretudo, "da responsabilidade e da assiduidade com que os crist&#227;os vivem e celebram este Sacramento", acrescentando ainda que "&#233; necess&#225;rio que dediquemos &#224; Eucaristia um grande amor e um grande apre&#231;o".
 Procurando levantar mais inquieta&#231;&#245;es, o Arcebispo Primaz frisou que "para as primeiras comunidades a Eucaristia n&#227;o era apenas um momento, mas sim a vida e para a vida. Os primeiros crist&#227;os eucaristizavam a pr&#243;pria vida, pois eram unidos e colocavam em comum todos os seus bens". Depois desta certeza, a pergunta impunha-se: "E n&#243;s, vivemos hoje reconciliados com todos, dando testemunho de unidade e de comunh&#227;o?" D. Jorge salientou aqui "a import&#226;ncia de todos os crist&#227;os darem testemunho de unidade, pois, se comungamos do mesmo corpo e do mesmo sangue, devemos tamb&#233;m comungar da vida dos outros, reconciliando-nos com todos, mesmo com aqueles que nos perseguem e ofendem".
 O Arcebispo focou ainda uma outra caracter&#237;stica dos primeiros crist&#227;os, lembrando que estes "eram estimados por todos, gerando simpatia e atraindo novos crist&#227;os, pois, apesar das persegui&#231;&#245;es a que eram frequentemente sujeitos, o n&#250;mero de crist&#227;os aumentava". Esta afirma&#231;&#227;o levantou mais um convite &#224; reflex&#227;o sobre o modo como nos comportamos hoje.
 Depois disto, D. Jorge fez refer&#234;ncia &#224; sua nota pastoral sobre a Eucaristia, "Louvor Perene", recentemente publicada, a prop&#243;sito da comemora&#231;&#227;o dos 300 Anos dos Lausperenes na nossa Arquidiocese de Braga, fazendo men&#231;&#227;o, tal como no documento, das palavras do Papa Jo&#227;o Paulo II, para referir que o crist&#227;o, para viver em pleno a Eucaristia e da Eucaristia, deve estar atento "&#224; celebra&#231;&#227;o, &#224; comunh&#227;o e ao sacr&#225;rio".
 A prop&#243;sito da celebra&#231;&#227;o, o prelado referiu que "devemos procurar viver a Eucaristia com gosto. Cada um, juntamente com o sacerdote, deve tamb&#233;m celebrar a Eucaristia, devendo nesse momento libertar-se de todas as suas preocupa&#231;&#245;es".
 Sobre a comunh&#227;o, explicou que, "reconhecendo hoje a import&#226;ncia da mesma, devemos evitar banaliz&#225;-la. Jesus Cristo quer encontrar o nosso cora&#231;&#227;o puro, limpo de tudo o que &#233; contr&#225;rio &#224; Sua Palavra. Da&#237; a import&#226;ncia fulcral do Sacramento da Reconcilia&#231;&#227;o, que promove a purifica&#231;&#227;o do cora&#231;&#227;o e nos prepara para a comunh&#227;o".
 Em rela&#231;&#227;o ao sacr&#225;rio, o Arcebispo lembrou que "poucos reconhecem a import&#226;ncia do mesmo. Muitas vezes entramos na Igreja, mas esquecendo-nos que Jesus est&#225;, de facto, no sacr&#225;rio." Acrescentou que "devemos alimentar este amor &#224; Eucaristia e ao sacr&#225;rio, atrav&#233;s de iniciativas como estas Confer&#234;ncias Quaresmais, assim como atrav&#233;s de visitas ao Sant&#237;ssimo Sacramento, ficando diante do sacr&#225;rio e procurando entrar em di&#225;logo com Jesus."
 Continuando a citar a sua nota pastoral, j&#225; acima referida, D. Jorge disse ainda que "necessitamos de testemunhos, isto &#233;, exemplos vivos a desafiar-nos". Lembrou, assim, a Beata Alexandrina de Balazar, "uma alma m&#237;stica, porque eucar&#237;stica, que se alimentava da rela&#231;&#227;o que mantinha com a Eucaristia". O outro testemunho foi o do P.e Ab&#237;lio Gomes Correia que "passava horas durante a noite diante do sacr&#225;rio, expressando assim o seu imenso amor &#224; Eucaristia".
 Ao terminar a sua exposi&#231;&#227;o, D. Jorge lembrou que, "se a Eucaristia &#233; apenas preceito continuaremos a n&#227;o saborear a maravilha que ela &#233;, dando raz&#245;es para que outros se afastem. Jesus deixou-nos esta gra&#231;a! Devemos, por isso, aproveit&#225;-la e viver assim com Cristo, presente sob as esp&#233;cies do p&#227;o e do vinho."
 Seguiu-se um novo momento de ora&#231;&#227;o e, antes da b&#234;n&#231;&#227;o final, sendo esta a &#250;ltima das quatro Confer&#234;ncias Quaresmais, tomou a palavra o Arcipreste de V. N. Famalic&#227;o, o P.e M&#225;rio Martins que, na sua interven&#231;&#227;o, endere&#231;ou os parab&#233;ns e agradeceu a presen&#231;a a todos aqueles que se associaram a esta iniciativa do Arciprestado, acrescentando ainda que "estas Confer&#234;ncias, atrav&#233;s desta proposta dos Sacramentos, essenciais &#224; viv&#234;ncia e celebra&#231;&#227;o da f&#233; de todos os crist&#227;os, deixaram, certamente, a sua marca, pois ajudaram e continuar&#227;o a ajudar a viver este tempo da Quaresma, assim como a grande festa da P&#225;scoa, para a qual nos estamos a preparar, de forma mais profunda e mais comprometida".
 Departamento Arciprestal da Comunica&#231;&#227;o Social</description>
      <pubDate>2010-03-15 14:57:11</pubDate>
      <category>Nacional</category>
    </item>
    <item>
      <title>Porto: D. Manuel Clemente debateu «Desenvolvimento» na Faculdade de Letras</title>
      <link>http://www.agencia.ecclesia.pt/cgi-bin/noticia.pl?id=78342</link>
      <description> Realizou-se no passado dia 9 de Mar&#231;o, na Faculdade de Letras da Universidade do Porto, a III Edi&#231;&#227;o do F&#243;rum para o Desenvolvimento da Regi&#227;o Norte, subordinado ao tema "O Norte visto por dentro".
 Organizado pela Associa&#231;&#227;o de Estudantes, este F&#243;rum contou com as presen&#231;as de D. Manuel Clemente, Bispo do Porto; Rui Moreira, Presidente da Associa&#231;&#227;o Comercial do Porto; Guilherme Pinto, Presidente da C&#226;mara Municipal de Matosinhos; Jo&#227;o Teixeira Lopes e H&#233;lder Santos, respectivamente Soci&#243;logo e Ge&#243;grafo.
 Segundo comunicado da organiza&#231;&#227;o, enviado &#224; Ag&#234;ncia ECCLESIA, D. Manuel Clemente, focou a necessidade de olhar para as pessoas em primeiro lugar, apresentando alguns dados concretos das situa&#231;&#245;es dram&#225;ticas e socialmente dif&#237;ceis que se vivem no Porto e Norte de Portugal, dando exemplos de como se pode inverter, do ponto de vista social, algumas problem&#225;ticas.
 O Bispo do Porto referiu-se ainda ao papel da inova&#231;&#227;o e da forma&#231;&#227;o como alavanca para o desenvolvimento.</description>
      <pubDate>2010-03-15 14:54:09</pubDate>
      <category>Nacional</category>
    </item>
    <item>
      <title>Macau: Arquivos da diocese incluídos na Memória do Mundo da UNESCO</title>
      <link>http://www.agencia.ecclesia.pt/cgi-bin/noticia.pl?id=78341</link>
      <description> Uma colec&#231;&#227;o de arquivos da Diocese de Macau, em portugu&#234;s e latim, que se reporta &#224; presen&#231;a dos jesu&#237;tas no territ&#243;rio entre 1550 a 1800, foi inclu&#237;da no registo "Mem&#243;ria do Mundo" da UNESCO.
 Di&#225;rios de mission&#225;rios, correspond&#234;ncia de bispos de Macau trocada com hom&#243;logos das regi&#245;es vizinhas e com Roma, material did&#225;ctico desenvolvido pelos jesu&#237;tas, como um dicion&#225;rio mandarim-portugu&#234;s, s&#227;o alguns dos materiais que integram o esp&#243;lio. Os arquivos est&#227;o alojados na S&#233;.
 A inscri&#231;&#227;o no registo da "Mem&#243;ria do Mundo" da regi&#227;o &#193;sia-Pac&#237;fico &#233; a primeira de Macau, Taiwan e Hong Kong.
 A UNESCO &#233; a Organiza&#231;&#227;o das Na&#231;&#245;es Unidas para a Educa&#231;&#227;o, Ci&#234;ncia e Cultura.
 Lusa/SNPC</description>
      <pubDate>2010-03-15 14:45:15</pubDate>
      <category>Internacional</category>
    </item>
    <item>
      <title>Braga: Trabalhadores cristãos debatem desemprego</title>
      <link>http://www.agencia.ecclesia.pt/cgi-bin/noticia.pl?id=78340</link>
      <description> A LOC/MTC (Movimento de Trabalhadores Crist&#227;os) da diocese de Braga vai realizar um encontro sobre os desafios e consequ&#234;ncias do desemprego. 
 A iniciativa, aberta ao p&#250;blico, decorrer&#225; a 20 de Mar&#231;o, &#224;s 15h00, no Sal&#227;o Paroquial de S&#227;o Jorge de Selho (Pevid&#233;m).
 A sess&#227;o pretende "perceber n&#227;o s&#243; o que est&#225; a ser feito, mas tamb&#233;m o que ainda falta fazer, sobretudo nesta freguesia e nas freguesias mais pr&#243;ximas", explica um comunicado enviado &#224; Ag&#234;ncia ECCLESIA.
 De acordo com a mesma nota, a reuni&#227;o quer tamb&#233;m "contribuir para que as pessoas tenham uma vis&#227;o diferente do desemprego, ajudando-as a descobrir aquilo que tamb&#233;m elas (&#8230;) podem ou n&#227;o fazer".
 O encontro abrir&#225; com a exibi&#231;&#227;o de excertos de um filme sobre os efeitos da falta de trabalho, seguindo-se uma mesa-redonda com os presidentes das Juntas de Freguesia de S&#227;o Jorge de Selho, Gondar, S&#227;o Crist&#243;v&#227;o de Selho e S&#227;o Martinho de Candoso.
 Depois das interven&#231;&#245;es prev&#234;-se um per&#237;odo de debate at&#233; &#224;s 18h30, hora de encerramento da sess&#227;o.</description>
      <pubDate>2010-03-15 14:12:58</pubDate>
      <category>Nacional</category>
    </item>
    <item>
      <title>Papa escreve aos jovens de todo o mundo</title>
      <link>http://www.agencia.ecclesia.pt/cgi-bin/noticia.pl?id=78339</link>
      <media:content url='http://www.agencia.ecclesia.pt/imgs/bo/pope_australia.jpg' medium='image'/>
      <description> Bento XVI publicou esta Segunda-feira a Mensagem para a 25&#170; Jornada Mundial da Juventude, que a Igreja Cat&#243;lica celebrar&#225; a 28 de Mar&#231;o, Domingo de Ramos.
 No documento, o Papa afirma que o Cristianismo n&#227;o &#233; uma moral e que o futuro est&#225; nas m&#227;os dos mais novos.
 "O Cristianismo n&#227;o &#233; primariamente uma moral, mas experi&#234;ncia de Jesus Cristo, que nos ama pessoalmente, jovens ou velhos, pobres ou ricos; ama-nos mesmo quando lhe viramos as costas", escreve.
 Mais &#224; frente, a mensagem papal diz &#224;s novas gera&#231;&#245;es que "o futuro est&#225; nas vossas m&#227;os, porque os dons e as riquezas que o Senhor encerrou no cora&#231;&#227;o de cada um, plasmados pelo encontro com Cristo, podem trazer uma aut&#234;ntica esperan&#231;a ao mundo".
 Para Bento XVI, os jovens da actualidade t&#234;m de enfrentar "muitos problemas", derivados do desemprego, da falta de refer&#234;ncias e de perspectivas concretas para o futuro.
 Embora possam ter a impress&#227;o de se sentirem "impotentes perante as crises e desvios" actuais, o Papa exorta os jovens a n&#227;o se deixarem desencorajar perante as dificuldades e a n&#227;o renunciarem aos sonhos: "Cultivai no cora&#231;&#227;o desejos grandes de fraternidade, de justi&#231;a e de paz".
 "O futuro &#8212; explica &#8212; est&#225; nas m&#227;os de quem sabe procurar e encontrar raz&#245;es fortes de vida e de esperan&#231;a".
 A f&#233;, indica o texto de Bento XVI, poder&#225; ajudar os mais novos a ser "fortes e generosos", dar-lhes "coragem para enfrentar com serenidade o caminho da vida e de assumir responsabilidades familiares e profissionais".
 "Empenhai-vos a construir o vosso futuro atrav&#233;s de percursos s&#233;rios de forma&#231;&#227;o pessoal e de estudo, para servir de maneira competente e generosa o bem comum", aponta.
 Citando a sua &#250;ltima enc&#237;clica, Caritas in veritate, o Papa enumera alguns dos grandes desafios actuais: o uso dos recursos da terra e o respeito da ecologia; a justa divis&#227;o dos bens e o controlo dos mecanismos financeiros; a solidariedade com os Pa&#237;ses pobres no &#226;mbito da fam&#237;lia humana; a luta contra a fome no mundo; a promo&#231;&#227;o da dignidade do trabalho humano; o servi&#231;o &#225; cultura da vida; a constru&#231;&#227;o da paz entre os povos; o di&#225;logo inter-religioso e o bom uso dos meios de comunica&#231;&#227;o social
 Segundo Bento XVI, estes s&#227;o desafios que pedem "um projecto de vida exigente e apaixonante, no qual devem colocar a vossa riqueza segundo o des&#237;gnio que Deus tem sobre cada um de v&#243;s".
 O Papa alude ao 25.&#186; anivers&#225;rio da institui&#231;&#227;o das Jornadas Mundiais da Juventude, por Jo&#227;o Paulo II, considerando-as uma "iniciativa prof&#233;tica que trouxe frutos abundantes".</description>
      <pubDate>2010-03-15 13:54:42</pubDate>
      <category>Internacional</category>
    </item>


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