D. Anacleto Oliveira espera «oportunidade para o desenvolvimento de uma pastoral juvenil»

Foto: Agência ECCLESIA/PR

Viana do Castelo, 28 jan 2018 (Ecclesia) – O bispo de Viana do Castelo afirmou que a realização da Jornada Mundial da Juventude (JMJ) 2022 em Lisboa “é uma graça” que vai implicar “a mobilização de todos”.

“É uma graça para a Igreja Portuguesa que implicará a mobilização de todos e, por isso, também de quantos fazem parte da Igreja Diocesana de Viana do Castelo”, assinalou D. Anacleto Oliveira.

Em nota enviada à Agência ECCLESIA, pelo Secretariado Diocesano de Comunicação Social, o bispo de Viana do Castelo diz esperar que a Jornada Mundial da Juventude em Lisboa seja “oportunidade para o desenvolvimento de uma Pastoral Juvenil cada vez mais fundamentada”.

Já a Igreja Católica, segundo D. Anacleto Oliveira, vai poder “reforçar o seu empenho em escutar os apelos dos jovens”, na fidelidade ao último Sínodo dos Bispos sobre “Os Jovens, a Fé e o Discernimento Vocacional”.

O Vaticano anunciou que Lisboa vai receber a próxima edição internacional da JMJ, em 2022, este domingo, no final da Missa das jornadas no Panamá que foram presididas pelo Papa Francisco.

O diretor do Secretariado Diocesano de Pastoral Juvenil de Viana do Castelo manifestou “grande alegria” e destacou que é motivo de “esperança para os jovens e para a Igreja Portuguesa”.

“Uma oportunidade única para a Igreja caminhar com os jovens e colocar-se disposta a escutar e a «sermos todos canais para os seus sonhos», como referiu o Papa Francisco”, disse o padre Domingos Meira, que participou na 34.ª JMJ no Panamá.

O diretor do Secretariado Diocesano de Pastoral Juvenil espera que a JMJ 2022 “não seja apenas um grande evento” que marca milhares de jovens, mas “um caminho de acolhimento e acompanhamento” que começa já através de um itinerário efetivo de propostas pastorais e catequéticas.

Para o padre Domingos Meira a escolha de Lisboa para acolher a próxima edição internacional da Jornada Mundial da Juventude em 2022 como “uma grande responsabilidade” que os bispos portugueses e toda a Igreja Católica em Portugal “receberam para estes próximos anos de caminho a fazer no contexto da JMJ”.

O encontro mundial de jovens é um acontecimento religioso e cultural que nasceu por iniciativa de São João Paulo II, em 1985, em Roma.

CB/OC

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