P. Samuel Beirão, sj

A formação da consciência é um processo que dura a vida toda e a juventude é um tempo privilegiado para aprender a tomar decisões, com os olhos postos nos mais velhos. Para o Papa Francisco, os jovens não são o futuro, são o agora.

Terminou, no dia 27 de janeiro, a Jornada Mundial da Juventude (JMJ), no Panamá. O Papa Francisco chegou no dia 23 e, desde esse dia, até à Eucaristia de encerramento, visitou e confessou alguns jovens do Centro de Cumplimiento de Menores Las Garzas de Pacora, celebrou a Via Sacra na zona costeira da Cidade do Panamá, com cerca de 400.000 pessoas, almoçou com um grupo no Seminário Maior San José e rezou numa vigília no Campo S. João Paulo II. Foi aí que, no dia seguinte pela manhã, presidiu à Eucaristia, que contou com a presença de mais de 700.000 pessoas. Teve ainda tempo para, antes da sua partida, visitar um centro de doentes de VIH/SIDA e os voluntários da JMJ.

A mensagem do Papa Francisco na homilia dirigia-se a todos os que enfrentam os desafiantes anos da juventude. Um tempo de busca de um lugar no mundo, em que tantas vezes se escuta que se é muito novo ou que não se está preparado. Mas, pelo contrário, o Papa lembra que essa é a idade do agora, o tempo de decidir os primeiros passos em direção ao futuro. Um caminho que não se faz sozinho, mas rodeado de família, amigos, educadores e outros adultos.

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