Reitor do Santuário valoriza gesto de «atenção às periferias»

Foto Santuário de Fátima, Imagem Peregrina no Centro Penitenciário Feminino, no Panamá

Cidade do Panamá, 24 jan 2018 (Ecclesia) – O reitor do Santuário de Fátima afirmou esta quarta-feira que a visita da Imagem Peregrina de Nossa Senhora de Fátima ao Centro Penitenciário Feminino, no Panamá, foi um sinal de “atenção às periferias”.

“Entre os que estão na periferia, os reclusos estão na primeira linha”, lembrou o padre Carlos Cabecinhas, referindo a centralidade do tema no pontificado do Papa Francisco.

“A ida da Imagem Peregrina a uma prisão foi vivida com uma intensidade incrível por parte das reclusas e foi um sinal ótimo da atenção às periferias”, acrescentou.

Em declarações aos jornalistas, no Panamá, o reitor do Santuário de Fátima referiu também a “receção calorosa” que o povo tem demonstrado à Imagem Peregrina de Nossa Senhora de Fátima e o seu envolvimento na Jornada Mundial da Juventude.

A presença da imagem peregrina é um sinal de um “exemplo maior” de Nossa Senhora que “sempre se mostrou disponível para a vontade de Deus”, lema da JMJ, no Panamá.

De acordo com o Santuário de Fátima, 500 reclusas participaram na receção à Imagem Peregrina no centro penitenciário feminino do Panamá, onde rezaram o terço.

A Imagem Peregrina de Nossa Senhora de Fátima visita o Panamá desde o dia 21 de janeiro e o último momento celebrativo está marcado para a tarde 29 de janeiro, no Aeroporto Internacional de Tocumen, onde o padre reitor do Santuário de Fátima vai presidir a uma Missa de despedida.

PR

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