Bispo auxiliar presidiu à celebração de Ramos, no início da Semana Santa

Foto: João Lopes Cardos/Diocese do Porto

Porto, 25 mar 2018 (Ecclesia) – D. António Augusto Azevedo, bispo auxiliar do Porto, alertou hoje na Missa de Ramos para as consequências da “oposição entre Deus e o homem” na cultura contemporânea.

“Quando uma sociedade esquece a Deus, o nega ou marginaliza, não se torna mais humana ou fraterna, pelo contrário, evidencia sinais de indiferença e de carência de valores”, disse, na celebração que marcou o início da Semana Santa, na Sé do Porto.

O responsável convidou os católicos a “estar com Cristo” ao longo dos dias desta semana, o que implica “sair de si mesmo e estar disponível para cumprir a vontade do Pai, sendo fiel até ao fim, ousando amar e servir até ao limite das suas capacidades”.

“Na vida pessoal podemos iludir-nos com entusiasmos fáceis ou triunfos prematuros; em sociedade pode-se resvalar para exaltações precipitadas ou promoções de heróis fugazes e inconsistentes; na vida da Igreja podemos tentar-nos por triunfalismos fáceis ou adesões epidérmicas”, observou.

O bispo auxiliar da Diocese do Porto falou da Páscoa como “a grande proclamação de que o homem pode aspirar à salvação.

“No primeiro dia desta semana santa manifestemos a disposição de caminhar com Cristo nestes dias em que Ele se entrega ao Pai para nossa salvação”, acrescentou, numa intervenção enviada à Agência ECCLESIA.

OC

Porto: Homilia de D. António Augusto de Oliveira Azevedo no Domingo de Ramos

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